OPV Latin America 2012: A indústria naval se encontra no Novo Mundo pela 1ª vez PDF Print E-mail
Friday, 08 June 2012 14:46

OPV Latin America: o "barco" da IQPC Defense UK chega ao Rio de Janeiro

A empresa britânica IQPC produz um grande número de simpósios e conferências sobre os mais variados temas ao redor do mundo. A unidade britânica é particularmente especializada em tratar de temas de defesa e neste ano eles reconheceram a importância crescente do mercado brasileiro e sul americano ao realizar o primeiro simpósio focado no segmento de Navios de Patrulha Oceânicos. Este tipo de navio é mundialmente conhecido como Ocean Patrol Vessel (OPV) e no Brasil pela sigla NaPaOc. Este nicho é um dos segmentos industriais que vem se expandindo rapidamente nos últimos anos, ao contrário do que se passa com as grandes fragatas e demais navios de guerra mais tradicionais. ALIDE aproveitou este evento realizado no Centro do Rio de Janeiro entre 21 e 23 de maio para levantar o que indústria e operadores estão pensando e fazendo neste momento.

 

Cronograma de atividades
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Apresentação Marinha do Brasil
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A América Latina é uma região que já conta com programas importantes de reequipamento naval em andamento, com particular ênfase para novos OPVs. Os maiores países da região: Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela; se encontram, cada um, em diferentes estágios de seus programas de aquisição de OPVs, como veremos abaixo. Mas a conferência não conta apenas com a ótica dos usuários, aqui também se pode ver um amplo panorama do que a indústria naval internacional está fazendo ao redor do mundo, seus sucessos e desafios comerciais, assim como o lançamento de novos modelos com novas capacidades operacionais, do mais conservador ao mais revolucionário.

A Conferência foi dividida em duas fases, os dois primeiros dias ocorreram no espaço de eventos da Bolsa do Rio na Praça XV e na quarta-feira, dia 24, o "Focus Day" se deu no centro de convenções do Hotel Mercure, próximo ao Aeroporto Santos Dumont.

 

Apresentação Marinha do Brasil
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A segunda-feira

Os 215 lugares do Auditório do Centro de Convenções da Bolsa do Rio foram pouco para o número de pessoas que apareceu para o evento pioneiro. Um sinal inequívoco do destaque deste evento era que o seu "mestre de cerimônias" era, justamente, uma das pessoas mais importantes do programa de reequipamento de meios da Marinha do Brasil, o Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia da Marinha. Deiana iniciou os trabalhos comentando que havia ali mais de duzentos participantes que vinham de 22 países distintos. No plano "oficial", delegações vieram da Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Canadá, França, Cingapura, Espanha e Estados Unidos.  Nada mal para uma estréia.

As duas primeiras apresentações giravam ao redor da marinha do Brasil, da Amazônia Azul e de nossos consideráveis planos de reequipamento material. Coube ao Almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, como representante do Comandante da Marinha, falar sobre a Marinha do Brasil e sua inserção estratégica e geopolítica na região e no mundo. Em seguida foi a vez do Almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar, Coordenador do Programa de Reequipamento da Marinha detalhar o PAEMB para a platéia internacional. Petrônio mostrou que embora dentro da perspectiva da Marinha do Brasil os OPVs realizem uma função "subsidiária", eles são indispensáveis para que a MB possa cumprir o todo o espectro do Poder Naval. Ele disse também que "o inventário atual, de 29 navios patrulha (NPas), cinco navios patrulha fluviais (NPaFlu) distritais e algumas lanchas de patrulha rápida, não reflete a necessidade real da Marinha". O PAEMB muda este quadro, indicando a necessidade de aquisição de 74 navios patrulha de pequeno e médio porte, deslocando entre 200 e 500 toneladas.

Quatro destes navios serão construídos no Arsenal de Marinha iniciando-se em 2013. Equipados com metralhadoras de 20mm e dispondo de alça optrônica além de duas metralhadoras .50 e uma lancha inflável de casco rígido (RHIB) de alto desempenho do tipo Pacific 22.

 

Apresentação Marinha do Brasil
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No segmento imediatamente acima vêm os NPas 500, derivados do modelo francês Vigilante 400, 46 destes navios estão previstos para equipar os Distritos Navais. Dois deles, o Macaé e o Macau, construídos pela indústria naval cearense INACE, já foram entregues à Marinha. Outros cinco navios do segundo lote da mesma classe se encontram, agora, em construção no Estaleiro Ilha SA no Rio de Janeiro. Deste segundo lote o primeiro teve sua quilha batida em 2009 e está previsto para entrega no início de 2013. O quinto e último destes só deverá ser entregue no segundo semestre de 2014. A Marinha está finalizando a concorrência para a fabricação do terceiro lote de NPas 500, inicialmente previsto para conter seis navios, mas podendo ser ampliado até 20 unidades.

O NaPaOc de 1800 toneladas, para poder cumprir sua missão de Busca e Salvamento, além da mais tradicional atividade de Controle de Área Marítima deve ser capaz de navegar em mar estado seis, apresentar um hangar onde caiba uma aeronave Super Lynx, duas lanchas de casco rígido e ter um alcance de pelo menos 4000 milhas marítimas com una autonomia mínima de 25 dias. O objetivo é de construir 12 navios destes no prazo de dez anos, cinco dos quais já fazem parte do pacote Prosuper em licitação. Indústrias da Itália [Fincantieri], França [DCNS], Alemanha [Blohm+Voss/Thyssen Krupp Marine], Coréia do Sul [DSME], Reino Unido [BAE Systems], Espanha [Navantia] e Holanda [Damen] estão disputando o Prosuper. EO almirante Petrônio disse também que os três OPVs da classe Amazonas recém-comprados no Reino Unido pela Marinha não tem absolutamente nada a ver com os cinco OPVs solicitados dentro do programa Prosuper. Ele concluiu sua apresentação mostrando que o PAEMB é um programa de 20 anos de duração e, por isso, poderá sofrer ajustes ao longo do tempo devido à (in)disponibilidade momentânea de verbas; o que poderá levar a adiamentos mas que de forma alguma representaria qualquer tipo de cancelamento do plano como um todo.

Piet van Rooij, Gerente de Projeto e propostas da Damen, estaleiro holandês que era o principal patrocinador do evento, veio a seguir com uma apresentação falando sobre "como projetar e construir navios patrulha eficazes de 7 a 200 metros".

 

Apresentação Marinha do Brasil
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Apresentação Saab
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Depois do intervalo para o café e o valioso "networking" entre os participantes foi a vez do Contra Almirante César Augusto Gómez Pinillos da Armada Nacional de Colômbia falar sobre seu próprio programa de capacitação tecnológica e modernização de meios navais. O almirante Pinillos falou do desenvolvimento do PZEE, seu novo navio de Patrulha da Zona Econômica Exclusiva. Ele descreveu as etapas de criação do navio, do projeto à construção da primeira unidade, ressaltando o papel da Cotecmar, o principal estaleiro dedicado à construção naval militar na Colômbia. Ele falou ainda do atual projeto de modernização das fragatas FS-1500 e do desenvolvimento do navio que as substituirá, por enquanto denominado de PES (Plataforma Estratégica de Superfície). Em uma atitude bastante corajosa, Armada Nacional pretende desenvolver a PES sem auxílio de nenhuma tradicional empresa estrangeira da área (ao menos por enquanto), contando apenas com a colombiana Cotecmar. Segundo o almirante, o navio deverá entrar em serviço somente no ano de 2031.

Tivemos, na sequência, o engenheiro Luigi Grossi, Diretor do Departamento de Arquitetura Naval e P&D da Ficantieri. Ele começou descrevendo a empresa, seus clientes e os principais OPVs fabricados por ela. Ele falou sobre o que chamou de “antiga metodologia de projeto de navios”, que começava com um departamento das marinhas responsável pela delimitação dos requisitos operacionais do navio, passava para outro órgão que estudava a exequibilidade de uma plataforma que atendesse àquelas demandas e por fim chegava à indústria, encarregada de projetar e construir aquele navio. Cada um trabalhando de forma isolada. O que Grossi chama de “nova metodologia do projeto de navios” consistem em uma abordagem integrada; feita por essas três partes em conjunto. Busca-se, com isso, identificar o mínimo desempenho necessário (e, por isso, o menos oneroso) para atender àquilo que a marinha determina como missão para determinado navio. O exemplo que ele dá é o da velocidade que um navio deve ter para fazer uma MIO (Operação de Interdição Marítima). Luigi explica que estudos feitos sobre a efetividade dos parâmetros operacionais das operações antipirataria na Somália mostrou que um pequeno aumento na velocidade máxima do OPV aumentava muito sua eficiência, viabilizando a dispensa de meios mais caros, como um helicóptero. Isso deve ser determinado, porém, nas primeiras etapas do longo processo de criação de um navio; e só é possível quando todos os agentes envolvidos trabalham conjuntamente na etapa de definição de requerimentos.

 

Apresentação Saab
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Apresentação Marinha da Colômbia
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A seguir, foi feita uma pausa para o almoço. Findo este intervalo, foi a vez do Comodoro Carlos Albuja, Comandante-em-Chefe da Esquadra da Armada del Ecuador. Sua apresentação consistiu numa exposição dos recursos off shore do Equador e nas atribuições da Armada. Ele explicou que a marinha está desenvolvendo o SIGMAP (Sistema de Gestão Marítima e Portuária), um “sistema de sistemas” que integra uma grande infraestrutura de diferentes ministérios (Defesa, Transportes, Fazenda, Indústria, Eletricidade...). Ele mostrou esquemas das zonas que o SIGMAP cobrirá e quais meios serão utilizados na patrulha de cada zona.

A apresentação seguinte foi de Marlem Calvo, VP de Operações Latino-americanas da Crypto AG com a palestra “Arquitetura para interoperabilidade segura de comunicações e partilha de informações sobre infraestruturas heterogêneas para marinhas e seus parceiros civis e militares”. Segundo ela, um OPV exerce três tipos de função: constabulária, diplomática e militar. Enquanto agindo na sua função constabulária, o OPV realiza missões de patrulha de ZEE, antipirataria, de combate ao narcotráfico entre outras. Na sua função diplomática, ele cumpre missões SAR, de preservação do meio ambiente etc. Na sua função militar, o OPV é essencialmente, um navio não combatente. Sua atribuição, nesse contexto, é servir como uma plataforma avançada de sensores. Calvo ressalta, porém, que ele só será útil na medida em que consiga partilhar, de maneira segura, a informação que capta. Segundo ela, a transmissão de voz, dados, mensagens e o uso de redes de intranet são vulneráveis e podem ser interceptadas. A Crypto AG desenvolve produtos e desenha a arquitetura de sistemas de transmissões para garantir o tráfego seguro desses dados. Ela demonstrou alguns desses produtos. Por fim, ela ressaltou que um OPV transmite informações em diferentes níveis de segurança (ostensivo, reservado, confidencial e secreto) e para receptores tanto civis (órgãos de Defesa Civil, forças policias, gabinetes diplomáticos...) quanto militares (para operações anfíbias, vigilância marítima...) de modo que é necessário um sistema de criptografia adaptado a lidar com essa heterogeneidade.

Após essa apresentação foi feita nova pausa, deve vez para um coffee break. Na volta desse intervalo os participantes foram divididos em dois grupos temáticos. O Grupo A abordava o tema “Otimizando a Consciência do Domínio Marítimo”, que contava com dois palestrantes: o Contra-Almirante Juan Carlos del Alamo Carrillo, Diretor da Guarda Costeira da Marinha Peruana, que falou sobre “Operações na Amazônia Peruana, usando o SIMTRAC (Sistema Integrado de Informação e Monitoramento do Tráfego Aquático)”; e o CMG (RM1) Andrew Reed, Executivo Sênior de Marketing e Vendas da Saab, com o tema “Uma solução em Comando e Controle testada e barata para OPVs”. O Grupo B abordou o tema “Desenvolvendo Estratégias Integradas de Aquisição de Navios”. Seus palestrantes foram o CMG R. A. Kramer, com o tem “Caso de Estudo: A Classe Holland da Real Marinha Holandesa”; e Rene Quezada, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Fassmer, com o tema “Desenvolvendo uma nova classe de OPV: Fassmer OPV 2020”. Após essas conferências, todos se reuniram novamente no auditório principal para as palavras de encerramento do almirante Deiana.

 

Apresentação Marinha da Colômbia
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Apresentação ABIMDE
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A terça-feira

O segundo dia do evento se iniciou com uma apresentação do Almirante Giancarlo Stagno Diretor de Programas, Pesquisa e Desenvolvimento da Marinha do Chile.

O segundo palestrante do dia foi o Contra-Almirante da reserva Robério da Cunha Coutinho, Diretor Técnico e Comercial da Emgepron. Robério falou sobre o papel da sua empresa na comercialização de produtos e serviços da indústria naval de defesa do Brasil. Sem novidades para aqueles que acompanham o mercado brasileiro e leem veículos de mídia especializados.

Na sequência tivemos a palestra de Catherine Ripley, Diretora Regional de Desenvolvimento de Negócios da Raytheon, intitulada “Design inovador de sistemas de navios para maximização de capacidades”. Sua exposição mostrou algumas das soluções desenvolvidas pela Raytheon – em termos de sensores, sistemas de armas e de C3I – para que OPVs exerçam seu direito de autodefesa e cumpram suas missões. Tudo dentro do conceito de “Defesa em Camadas”, a abordagem utilizada pela Raytheon em todas as soluções que provê.

 

Apresentação ABIMDE
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Apresentação Marinha do Equador
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Após um coffee break, retornamos às atividades com Michael Tangora, assistente do comandante da Diretoria de Aquisição da Guarda Costeira Americana, que palestrou sobre “A futura visão da esquadra da Guarda Costeira Americana”. Tangora afirmou que a US Coast Guard planeja adquirir 30 bilhões de dólares em navios nos próximos anos, em uma reforma geral de sua frota. Ele conta que a atual classe Island será substituída pelos Fast Response Cutters (para operações próximas ao litoral), os Medium Endurance Cutters serão subsituídos por 25 Ocean Patrol Cutter (para operações nas Zonas Contígua e Econômica Exclusiva) e, por fim, os High Endurance Cutter serão aposentados em favor dos National Security Cutter (navios maiores e mais bem armados). Ele seguiu discorrendo sobre os requerimentos que orientam a aquisição do OPC (não muito diferentes dos que qualquer OPV) e afirmou que a USCG já havia metido os RFPs. Tangora concluiu sua apresentação assinalando que a Coast Guard necessitará aumentar sua capacidade de quebrar gelo, haja vista que os EUA esperam explorar as possibilidades econômicas que se abrirão no Ártico.

A apresentação seguinte foi de Nigel Stewart, Diretor Comercial da BAE Systems, cujo tema era “Transferência de Tecnologia na construção marítima britânica: uma necessidade ou uma opção?”. Stewart começou sua apresentação mostrando com o a indústria de defesa britânica foi se concentrando desde os anos 60 - quando eram em torno de oito grandes empresas - até hoje, quando a BAE figura como única companhia de grande porte na área. Ele mostra ainda como a Royal Navy veio encolhendo, em termo de número de meios, e não dá sinais de que voltará a crescer tão cedo. Disso tudo ele conclui que a saída para a BAE se manter como uma empresa competitiva e inovadora (retendo capacidade em tecnologias sensíveis) é formular um novo modelo de negócios.  Para Nigel, a saída é ganhar os mercados emergentes, que têm demandas crescentes, mas que também desejam se capacitar tecnologicamente. O espaço para soluções prontas, off the shelf, nesses países vem encolhendo, de modo que a única maneira de ganhá-los é através de uma parceria, que envolverá necessariamente transferência de tecnologia. Segundo ele, a empresa que se recusar a transferir tecnologia por medo de criar um concorrente no futuro tende a perecer, posto que as encomendas nacionais não são mais suficiente para sustentar a indústria. Stewart conclui que transferência de tecnologia não é, portanto, uma opção, mas sim uma necessidade. E navios de patrulha oceânica são uma excelente plataforma para começá-la.

 

Apresentação Marinha do Equador
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Apresentação Raytheon
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Após o almoço, os participantes se dirigiram para outra sala com quatro grandes mesas. Cada mesa discutiria um tema. A primeira mesa foi coordenada pelo CMG Gregorio Bueno, Vice-Diretor de Desenvolvimento de Capacidades da Armada Espanhola, cujo tema era “Abordando lições aprendidas pela Armada Espanhola em seu programa de navio de patrulha oceânico”. A segunda mesa, coordenada pelo CF Jos Schreurs, da Real Marinha Holandesa, teve como tema “Integração de sistemas navios – Insights em tecnologia aplicada”. A terceira mesa abordou a “Otimização de capacidades Over-the-horizon – Aéreas e Aquáticas” e foi coordenada por Wade Carson, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da STX Canadá. A quarta mesa funcionou sob coordenação de Scott Martin, representante da Raytheon, e tratou da “Definição de soluções de Defesa em Camadas para missões marítimas”. Cada grupo ficava meia hora discutindo os temas em uma mesa. Findo este tempo, os participantes trocaram de mesa e discutiram os temas por outra meia hora. Após a segunda rodada de discussões foi feito mais um intervalo para coffee break.

Os congressistas retornaram, então, ao auditório principal. Lá, cada um dos coordenadores das mesas sentou-se com o CA Deiana e expôs as conclusões obtidas das duas rodadas de discussões. Quando os quatro encerraram suas colocações, o almirante Deiana agradeceu a presença de todos, palestrantes e ouvintes, civis e militares, e encerrou o evento com votos de sucesso e prosperidade.

 

Apresentação Raytheon
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Apresentação Reaparelhamento da MB
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O Focus Day

O Focus Day é tradicional nos eventos do IQPC. Trata-se de um dia menor, tanto no cronograma de atividades quanto no número de participantes. Tanto que a participação nele é comprada e um pacote à parte.

O dia 24 começou com palavras introdutórias do almirante Deiana. A quem o almirante Pierantoni Gambôa, Vice-Presidente Executivo da ABIMDE, deu sequência. O almirante fez colocações sobre a atual situação econômica do Brasil, o grau de capacitação tecnológica de que dispõe o país em matéria de defesa e quais suas principais empresas. Ele coloca que a ABIMDE tinha 165 membros filiados em março de 2012 e era responsável por 30.000 empregos diretos e 120.000 indiretos. O setor teria acumulado vendas de 3,5 bilhões de dólares em 2011. Após o fim de sua apresentação, o mestre de cerimônias convidou todos para o coffee break.

O fim do coffee break deu início a um dos eventos mais interessantes de todo o OPV Latin American. Foram organizadas quatro mesas, cada uma com um representante dos principais estaleiros brasileiros. Estavam lá os engenheiros: Milton Branquinho, do Estaleiro Mauá; Celso Almeida Parisi, do Estaleiro Rio Grande; Luciano de Albuquerque e Márcio Igreja, do INACE; e Jorge Gonçalves, presidente do EISA. Os representantes das grandes empresas internacionais puderam, então, conversar com cada um dos brasileiros e descobrir por si mesmos quais as qualificações técnicas da indústria brasileira, sua capacidade ociosa e seu poder de investimento. Discutiu-se a possibilidade de joint ventures e os requisitos de offsets do Ministério da Defesa e como as empresas brasileiras e estrangeiras poderiam se adequar a eles. Foi feita, após uma hora de discussões, uma pausa para o almoço. Finda esta pausa, as discussões retornaram e se estenderam por mais uma hora. Foi feita, então, uma breve exposição de algumas conclusões a que chegaram os industrialistas, após as quais o almirante Deiana tomou a palavra e agradeceu uma vez mais a presença de todos, fez suas considerações finais e encerrou o Focus Day.

 

Apresentação Reaparelhamento da MB
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Apresentação Marinha da Espanha
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Conclusão

O primeiro evento foi um sucesso, reunindo um público bem maior do que o esperado para um primeiro encontro deste tipo. No encerramento da primeira fase de terça à tarde, o almirante Francisco Deiana informou aos presentes que a edição 2013 da conferência já estava confirmada e que no segundo semestre outros eventos focados em outros temas de defesa seriam realizados. Sem dúvida, um começo excelente e um futuro promissor para as conferências do IQPC no Brasil.

 

Apresentação Marinha da Espanha
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Last Updated on Tuesday, 31 July 2012 18:18
 

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