LAAD Defense and Security 2013: a maior de todas! PDF Print E-mail
Written by Diego Vieira e Felipe Salles   
Friday, 14 June 2013 01:24

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LAAD 2013

Na cidade do Rio de Janeiro, ano impar é ano de Latin American Aviation and Defense, ou simplesmente LAAD, e 2013 não foi diferente. Com 25.800 visitantes vindo de 54 diferentes países, somados a 14 Ministros de Defesa, 300 delegados oficiais e 663 expositores reunidos em uma área total ocupada de 150.000 m2 a LAAD se concretizou como a maior feira do mercado na América Latina.

Esse ano as novidades apresentadas na LAAD não foram muito diferentes do que já estamos acostumados a ver, mas sem dúvida chamou atenção o número de empresas que vieram apresentar suas soluções para o mercado sul americano e a quantidade de novas empresas brasileiras que passaram a disputar este já apertado mercado.

Nesse meio está o governo brasileiro sob pressão para a expansão da sua capacidade de defesa e segurança, principalmente com a contagem dos dias para a Copa do Mundo FIFA chegando a menos de 360.

Brasil e a Segurança

Na dianteira das questões de segurança sempre aparecem os grandes eventos como itens primordiais para enfrentar possíveis problemas nas áreas de terrorismo ou até mesmo a questão da criminalidade normal dos grandes centros urbanos.

Esse temor fica claro a partir da observação de que a cada feira se intensifica o número de delegações policiais vindas dos diferentes estados brasileiros. Eles vêm para participar da feira e para conhecendo os novos produtos que estão sendo apresentados pela indústria nacional e estrangeira.


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No âmbito do Governo Federal e da Defesa dava para observar uma tentativa das diversas empresas brasileiras e internacionais de se apresentar como solução para os nossos problemas. Até mesmo os alunos das escolas de formação militar visitaram em peso a LAAD.

Este anoa presença do Ministro da Defesa dos comandantes das Forças armadas brasileiras na feira se deu quase que em tempo integral, atendendo incansavelmente a uma puxadíssima agenda de visitas de convidados internacionais.

No entanto a falta de recentes assinaturas de pedidos fez um entrevistado de ALIDE perguntar retoricamente: “do que adianta nos esforçarmos para estar no Brasil apresentando nossos produtos se o governo brasileiro não demonstrar interesse por nada, e pior, não realizar nenhuma ação concreta no sentido de dar aos investidores algum retorno para seu investimento?”E ele completou o raciocínio: “Ainda assim acredito que se nada for feito ainda neste ano, ou no máximo no ano que vem, o interesse pelo Brasil e a disposição de realizarmos novos investimentos irão começar a cair, e isso poderá ser percebido na redução do tamanho futuro desta feira”.


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APRESENTANDO A LAAD.

Nesta edição houve uma tentativa de se segmentar tematicamente ospavilhões dividindo-os por cada uma das forças. Assim sendo a Marinha do Brasil e as empresas que tivessem atividades relacionadas com a Marinha ficaram no Pavilhão 2, o Exército Brasileiro no Pavilhão 3 e a Força Aérea Brasileira no Pavilhão 4.

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Embraer

Na véspera da feira a Empresa brasileira publicou uma imagem de três produtos seus convertidos para aeronaves de obtenção de inteligência e reconhecimento militar. Segundo o Presidente da Embraer Segurança e Defesa Luiz Aguiar estes E-Jets, Phenoms e ERJ-145 ainda não existem como projeto industrial e a imagem visava unicamente dar início às conversas com clientes potenciais sobre estas oportunidades, de forma que a empresa possa ter uma ideia mais precisa de qual, ou quais, deles seria/m as oportunidades mais imediatas. “O que sabemos é que existe, sim, uma demanda internacional por estes produtos”, afirmou Aguiar.

Foi anunciada também na LAAD 2013 a venda de três Super Tucanos para a Força Aérea do Senegal que assim passará a ser a quarta força aérea naquele continente (depois de Burkina Faso, Angola e Mauritânia) a usar o turboélice de ataque brasileiro. O negócio do Senegal foi viabilizado por um financiamento direto do BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social do Brasil. Antes deste negócio, os Super Tucanos da Guatemala e da República Dominicana já tinham sido financiadas desta mesma maneira.


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Junto com os aviões africanos está prevista a venda de um pacote abrangente de apoio logístico e de treinamento militar, executado pela FAB e pela Embraer, para preparar no Brasil os militares locais para que eles possam usar bem as suas novas aeronaves. Segundo Aguiar “a Embraer tem toda a capacidade de produzir aeronaves para o mercado de exportação, especialmente para América do Sul, Ásia e América do Sul. Agora, como os países avançados, passamos a ter soluções do estado para dar financiamento aos compradores dos aviões fabricados aqui”.

A venda de 20 unidades do Super Tucano (com um total potencial final de 53 aeronaves) para o Afeganistão via a USAF, Força Aérea dos Estados Unidos, abre um leque de novas oportunidades. Isso, naturalmente, se a Embraer for capaz de se esquivar repetidamente da movimentação politica da Beechcraft dentro do Congresso dos EUA. Os primeiros aviões deste contrato serão entregues da linha de produção em Jacksonville na Florida no primeiro semestre de 2014 . A Embraer os entregará ao seu parceiro americano, a Sierra Nevada Corporation, que em seguida, os repassarão à USAF, que por sua vez treinará os pilotos da nova Força Aérea Afegã. Segundo Aguiar “em abril de 2013 havia 170 aeronaves em operação ao redor do mundo, sendo que 100 deles são da FAB”.


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KC-390

Em um evento logo no inicio da feira a EMBRAER mostrou e falou pela primeira vez em datas para o programa KC-390, o substituto do longevo Lockheed C-130 da FAB. Com um cronograma apertado e sentado ao lado do Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Junti Saito, o diretor da Embraer Defesa e Seguranca mostrou as animações da cabine de comando, onde ao invés do manche há o joystick, e cinco telas amplas de LCD capazes de fornecer as mais diversas informações aos pilotos. A segunda fase do projeto já esta em andamento e ela envolve a construção dos dois protótipos ate meados de 2014 e em 2016 as primeiras aeronaves devem ser entregues a FAB. O grande trunfo da EMBRAER certamente residiu no custo da hora de voo que ficou em 7,5 USD por milha, metade do valor de um C-130.

A EMBRAER firmou parcerias com a Boeing e esta desenvolvendo em conjunto com a gigante norte americana uma cabine em que os pilotos possam usar óculos de visão noturna e sistemas baseados na tecnologia fly-by-wire, que elimina muitos componentes mecânicos e consequentemente o peso da aeronave, aumentando a capacidade de carga.

Ficou evidente na coletiva de imprensa a tentativa de mostrar o KC-390 não somente como uma solução para o Brasil, mas para muitos países, uma vez que a sua capacidade de carga, custo de operação e manutenção baixa dão a aeronave de carga uma vantagem em relação aos seus competidores como o A400M, que mesmo possuindo uma capacidade de carga útil maior, também apresenta alto custo de operação.

A EMBRAER não falou muito sobre outros compradores da aeronave para a além da FAB, mas especulou que as estimativas giram em torno de 700 vendas, ou cerca de 120 por ano. Um número considerável para uma empresa que não possui tradição no mercado de aeronaves de carga. O custo de cada unidade gira em torno de 50 milhões de dólares, contra 65 milhões do C-130J, a versão mais recente do quadrimotor da Lockheed.


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EADS

A gigante global juntou num mesmo ambiente todas os responsáveis das suas principais divisões no Brasil para que a imprensa pudesse conhecer por completo, toda a abrangência do grupo. Eduardo Marson contou sobre os 35 anos da Helibras no país a empresa que tinha 260 empregados saltou para 789 após o início do programa do EC-725. O número de engenheiros da empresa saltou de nove para setenta e o próximo objetivo é o de proceder ao desenvolvimento de um novo modelo de helicóptero aqui no Brasil. Depois da recente reestruturação dos acionistas a Eurocopter acabou ficando com 70% da empresa brasileira, os restantes 30% ficando entre Governo de Minas (25%) e o fundo Bueninvest (5%).

A Helibras foi o fruto de uma licitação do governo brasileiro para achar um parceiro internacional para a fábrica brasileira e quem ganhou o processo foi a empresa francesa Aerospatiale, uma das antecessoras da EADS.  Em 1991 houve um processo de privatização que resultou na entrada do grupo Banco Cidade com 30% das ações, 30% ficou nas mãos do Governo do Estado de Minas Gerais, e o restante, 40% ficou com a Aerospatiale. Sete anos depois foi necessário fazer um aumento de capital e apenas a Eurocopter integralizou entrou com dinheiro novo o que lhe deixou com uma maior parte da empresa nas mãos.


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O grupo europeu já investiu 430 milhões de reais na fabrica brasileira de helicópteros até hoje. A empresa de Itajubá foi certificada como “Engineering Center de nível 1”, um Design Office, a par com o que existe na França, na Alemanha e na Espanha. E o resultado disso é que a Helibrás fabricou 66% dos helicópteros em uso nas forças armadas brasileiras. Eles se orgulham de ser o “Helicopterista brasileiro” e que por isso eles têm que ter as soluções necessárias aqui mesmo no Brasil.

A transformação da Helibras de um mero montador de kits europeus em um projetista de novas aeronaves já se pode ver no Esquilo B3e apresentado no pátio exterior da LAAD. A modificação para receber o novo painel Garmin 500 deste modelo foi projetado no país assim como foi feito, aqui, todo o seu processo de certificação de tipo. Mas a ambição vai além da adição de meros painéis digitais, a Helibras quer desenhar um novo modelo do zero e para isso já começou a entrevistar os clientes brasileiros para definir seus requisitos e até o fim de 2013 quando essa fase terá sido completada.

No ano de 2014 será iniciado o projeto do novo helicóptero com a ambição de entrega-lo ao mercado até 2020. Atualmente um novo projeto de helicóptero leva cerca de 10 anos para ficar pronto. Em breve será anunciado o resultado de duas novas concorrências nas forças militares, o novo helicóptero de instrução da Marinha do Brasil, primeiro modelo a ter que atender o Requisito Operacional Comum publicado pelo Ministério.


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Para Eduardo Masson a ameaça da chegada de novos fabricantes (referindo-se aos russos da Mil e a uma hipotética associação entre Embraer e AgustaWestland) não impacta os planos nem a política da sua empresa. “Respeitamos profundamente eles, mas não se pode esquecer que eles teriam que chegar ao Brasil no estágio zero. Teriam muitos anos para sair de montadora, a projetista de modificação para só então chegar a helicopterista com um projeto brasileiro.

A nossa vida não é fácil, temos hoje concorrentes nos três mercados em que atuamos: o civil, o militar e o parapúblico(Polícia, Bombeiros e etc). Fora isso, a ampliação do número de fábricas no Brasil é uma decisão de Estado pois não se monta um programa deste tipo sem a participação do governo federal e nestes termos a Helibras já está pronta.

Há alguns anos ventilou-se a possibilidade da criação de uma subsidiária da Eurocopterno Brasil dedicada à fabricação de helicópteros militares, porém segundo Masson “esta ideia não evoluiu. Em 2007 ela envolvia criar uma joint-venture minoritária da EADS com empresas nacionais. No entanto a separação desta atividade do resto da Helibras causava uma perda de sinergia que multiplicava os custos. Embora isso faça com que a empresa não possa se beneficiar do RETID, o pacote de regime tributário com vantagens específicas oferecidos pelo governo para a indústria de defesa, ela já recebe incentivos semelhantes que foram criados para a indústria aeronáutica, o Retaero. Ambos programas são quase que idênticos. “para Embraer talvez o RETID seja critico pois eles tem outras áreas que não a aeronáutica, este não é nosso caso”.

Para Bruno Gallard o desenho de sistemas e de partes estruturais no Brasil exigirá da Eurocopter um investimento de 1,9 bilhões de euros. Ele acha que a legislação criada para apoiar a indústria nacional ainda não afetou os negócios da empresa no país e que eles tomaram a decisão de não querer ser uma empresa estratégica de defesa nos termos da lei.

A Cassidian unidade de produtos de defesa da EADS inclui na sua estrutura a Airbus Military, a unidade de aeronaves militares de asa fixa (criada ao redor da CASA espanhola). Ela está montando uma estrutura própria de manutenção no Brasil uma necessidade especialmente depois da venda para a FAB de seis P-3A modernizados com o sistema FITS na Espanha e dos 12 transportes leves C-105 Amazonas (C-295).


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Dassault - Rafale

Um dos mais poderosos argumentos de venda do Rafale é a sua capacidade “Omnirole”(multi função): Combate Ar-Ar, Ataque Ar-Solo, Ataque Antinavio, Reabastecimento “Buddy-Buddy” e reconhecimento. O foco do GIE (Grupo de Interesse Econômico) Rafale na LAAD 2013 foi demonstrar da melhor forma possível as várias maneiras na qual seu modelo facilita e melhora o planejamento e a execução dos mais variados tipo de missões aéreas de um caça moderno.

O apresentador entendia bem do assunto, uma vez que ele era um ex-oficial da Armée de l`Air, Força Aérea Francesa, com mais de 1000 horas de experiência no Rafale e 3500 horas no Mirage 2000, uma longa carreira militar que se encerrou apenas em julho de 2012. A apresentação foi realizada com o apoio de telões que traçavam o perfil de cada missão com arcos delimitando a distância máxima de acordo com cada carga bélica transportada.

Alguns pontos interessantes saíram desta palestra. Na França a Força Aérea não usa o míssil anti-navio Exocet unicamente porque esta missão lá é exclusiva da Marinha. Por sua vez diferentemente da Força Aérea francesa as características particulares do pouso e decolagem no porta aviões faz com que a Marinha Francesa não voa seus Rafale com configurações assimétricas no caso dos mísseis SCALP e Exocet.

Uma missão comum atualmente faz com que o avião fique em orbita de espera (loitering) a 150 milhas náuticas de distância esperando a chamada para realizar o ataque ao invés de simplesmente decolar, voar entre 700 e 900 milhas náuticas e então retornar direto para a sua base. Em termos de casulos o Rafale pode usar o Damocles que é um designador de alvos laser para ataque com bombas guiadas a laser (LGB) e também usar o Reco NG que usa sensores embarcados para fotografar e distribuir as imagens digitalmente e em tempo real.


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Foi mencionado ainda que o Rafale tem o primeiro radar AESA entre os caças europeus e que desde outubro de 2012 o protótipo está sendo usado no desenvolvimento de novas táticas operacionais a serem empregadas especificamente com as novas funcionalidades deste tipo de radar, coisas como o sistema de acompanhamento do terreno usando múltiplos feixes de radar (“multibeamterrainfollowing”). O alcance o novo radar AESA do Rafale consegue ser 50% maior do que o do radar passivo (PESA) atual.

Sobre a falta de um head-mounted Display no Rafale o executivo da Rafale explicou que este não foi certificado no avião unicamente porque o requerimento foi abandonado pela Armée de l`Air. Uma arma que obteve ótimos resultados na campanha da Líbia foi o foguete ar-solo AASM (Armement Air-Sol Modulaire) que tem dois variantes, um com guia GPS e outro a laser. A seleção do sistema de guia a ser usado dependerá unicamente do grau de visibilidade e do clima no local do ataque.

O míssil AASM tem a vantagem de reduzir o número de bombas tradicionais necessárias para destruir um alvo específico devido à sua grande precisão. O AASM permite que a bomba guiada se aproxime do alvo de outras direções do que aquela em que vem o caça, além de permitir ainda que um avião acerte seis alvos diferentes na mesma passada.

Tendo em vista os interesses da Dassault na Índia, o apresentador afirmou que estudos matemáticos já apontam que o Rafale Marine conseguiria operar a partir de um skyjump, Seu peso máximo de decolagem neste caso seria resultado direto das politicas de segurança aplicadas por cada marinha, especialmente no caso de decolagem monomotor.


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Rosoboronexport

A LAAD 2013 trouxe a maior delegação da indústria russa até hoje ao Brasil. “Estamos dispostos!” disse o membro da comitiva russa, Alexey Garin.  A gente esta começando, as partes estão prontas para negociar. Desde 2000, a Rússia está disposta a realizar a transferência de Tecnologia em qualquer área sem restrições desde que isso não conflite com acordos internacionais.

“Nós somos BRICS, o potencial do Brasil é enorme e nós temos muita coisa em comum, somos grandes países com o mesmo nível de população... Temos áreas parecidas a Sibéria e a Amazônia e por isso temos que defender nossos recursos naturais”O governo tem que se preparar com antecedência neste sentido oferecemos todos os setores: aeronaves de combate, mísseis anti aéreos, cooperação muito ampla em todos os aspectos.

Atualmente as forças armadas do Brasil já usam os mísseis antiaéreos de curto alcance Iglá e os helicópteros de ataque Mi-35M para o qual estamos negociando a criação de um centro de manutenção. Queremos negociar ainda o contrato para a compra das baterias Pantsir S-1 tudo isso sobre bases de política militar intergovernamental oferecendo a transferência de Tecnologia e a produção local. Nesse podem estar incluídos os mísseis Iglá, a munição para os canhões do Pantsir assim como mísseis usados no sistema Pantsir.


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Chegou a hora deste projeto, temos a certeza de que a cooperação vai avançar Trabalharemos com diversas empresas e faremos acordos cartas de entendimentos e de intenções. Consideramos que as atuais linhas de ação são muito promissoras cooperar com a Indústria brasileira. Permitir a participação das empresas brasileiras no desenvolvimento e na produção de novas linhas de produtos. Pode haver a produção dos treinadores Yak-130 até o final de 2015 e acreditam que o Brasileiros já escolheram o local do centro de manutenção dos helicópteros e que ele permitirá uma escala maior.

Sabemos que ele deve ficar próximo aos grandes centros industriais brasileiros no sudeste. Ali deverá ser feito o overhaul dos helicópteros inclusive da caixa de transmissão dos motores e de outras partes importantes. Após a reparação a ideia seria partir para a construção local de helicópteros.

O Brasil reúne todas as capacidades para poder construir este centro de manutenção, acho ainda que se o Brasil não se importar os países vizinhos gostariam de poder usar o centro de manutenção do Brasil gerando receitas aqui e criando postos de trabalho de alto valor agregado ao mesmo tempo em que isso aumenta a independência tecnológica do Brasil. Já somos parceiros estratégicos mas estamos fisicamente muito distantes um do outro se a manutenção puder ser realizada localmente todos ganhamos com isso. A família de helicópteros derivadas do Mi-8 original hoje é composta pelos Mi-17 da fábrica de Kazan e os Mi-17-1 da fábrica de Ulan Ude. Apenas estes últimos são certificados no Brasil.

A DCNS

Gigante da construção naval francesa, a DCNS se destaca dos demais expositores de seu segmento na LAAD por já contar com um grande contrato junto à Marinha do Brasil para o fornecimento de quatro submarinos diesel-elétricos (S-Br) e um casco para um submarino nacional de propulsão nuclear (SN-Br).

Neste ano a empresa apresentou várias maquetes entre elas uma nova versão do seu projeto de navio aeródromo de nova geração, um derivado do abortado programa franco-britânico de alguns anos atrás, mas, equipados com a eletrônica mais moderna inclusive com um radar Herakles como o das fragatas FREMM.

A DCNS está, claramente de olho na demanda por duas unidades do programa ProNAe da MB. A fragata FREMM, que disputa pela DCNS a venda de cinco unidades dentro do pacotão Prosuper foi mostrada em duas versões, a padrão usada pela Marinha da França e a FREMM-ER, uma possível versão antiaérea futura do navio equipada com radares Thales SeaFire 500 AESA que usam a exemplo dos poderosos SPY-1 americanos quatro antenas fixas instaladas perpendicularmente sobre o passadiço. A maquete do navio de propósitos múltiplos Mistral também apareceu no Rio a despeito de que qualquer decisão sobre este programa se encontrar, ainda, muito no futuro.

 

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Navantia

Disputando com a DCNS todos estes importantes contratos de modernização a espanhola Navantia era naturalmente o principal participante espanhol na feira. Seu estande era dominado por maquetes grandes dos seus principais produtos, especialmente os navios de desembarque LHD Juan Carlos I e LSD Galícia, das fragatas AEGIS Álvaro de Bazán (SPY-1D) espanhola, e FridtjofNansen (SPY-1F) norueguesa.

Também foram mostrados outros navios como o navio logístico Cantábria que ALIDE mostrou em detalhes anteriormente, e um PatrulleroOceánico de Vigilancia (POV) representando toda a prolífica família de Navios Patrulha Oceânicos espanhóis das classes BAM/ Avante.

Na lateral do estande se destacava uma grande maquete laranja de uma mina submarina cilíndrica de fundo Combat MINEA, um dos vários produtos neste segmento da empresa espanhola SAES.


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EMGEPRON

Empresa de propriedade da Marinha do Brasil para a promoção e venda internacional dos produtos e serviços da indústria de defesa naval e das capacidades ociosas o Arsenal De Marinha, o estande da Empresa Gerenciadora de Projetos Navais se destacava pela maquete ultra detalhada do vaso do reator nuclear (2131-R) que está sendo desenvolvido pelo CTMSP Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo para mover nossos futuros submarinos de propulsão Nuclear (SN-Br).  Um perfil em corte do que pode vir a ser o futuro SN-BR detalhava de forma ainda genérica a disposição dos diversos componentes no interior do submarino.

ABINDE

O crescimento do Brasil no aspecto da defesa é sem dúvida muito grande, e isso é expandido com as perspectivas dos programas que estão sendo realizados pelo governo tal como o SISFRON, esses programas não podem serem mais desenvolvidos por empresas estrangeiras, o Brasil hoje não precisa de uma caixa preta, queremos a tecnologia por trás do produto que estamos comprando. Estamos na busca da nossa Soberania. A ABINDE veio para somar interesses comuns e criar novas soluções em negócios, cremos que nosso papel de mediatriz seja a peça que faltava para a construção de nosso quebra-cabeças, afirmou Cel. Lucena, nosso anfitrião no estande da ABINDE.

Destacou-se ainda a importância da criação de parcerias de grande porte. “Para mim, as empresas de grande porte como a Odebrecht e a Embraer não são em nenhum momento competidoras das empresas associadas a ABINDE, mas complementares. É preciso que criemos grandes parcerias para enfrentar as gigantes corporações estrangeiras, e assim ter força para exigir uma maior transparência do que está sendo oferecido ao Brasil.

Porém foi destacado por ele os constantes atrasos que estão ocorrendo dentro do cronograma para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo FIFA 2014 e que esses atrasos inviabilizam a existência de qualquer projeto ou mesmo o desenvolvimento da indústria.


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ORBITAL Engenharia

Empresa brasileira que realiza pesquisas no ramo aeroespacial, a ORBITAL surpreendeu com a apresentação de motoros para foguete com propulsão liquida. Todo o projeto surpreende pela simplicidade e pela capacidade, ainda que distante de um ônibus espacial, mas desenvolvida em território nacional.

Houve ainda uma pesquisa para a utilização de álcool de cana com hélio ao invés dos tradicionais oxigênio e hidrogênio. Esse sistema segundo Célio Costa Vaz, engenheiro que conversou conosco, é capaz de ser mais econômico em termos financeiros e viável.

A FINEP foi destacada como uma das grandes financiadoras do projeto do motor, para o estudo do projeto participaram engenheiros do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica.

Atualmente o foco da ORBITAL é concluir o desenvolvimento do foguete de propelente liquido que já está aprovado pela Agencia Espacial Brasileira, e o maior desafio para a empresa tem sido a aquisição de materiais para a construção dos projetos. A inexistência de empresas que fabriquem válvulas com as especificações que buscamos no Brasil nos força a usar equipamentos industriais ou a importá-los, concluiu Célio.

ALTAVE

Pequena empresa no ramo de aeronaves não tripuladas, a ALTAVE foi formada em 2011 e com apoio de agencias fomentadoras como FAPESP e o CNPQ desenvolveu um veículo mais leve que o ar, em termos gerais um balão que fica ligado ao solo por um cabo de aço e cabos de conexão com o sistema de vigilância que fica abaixo do balão.

Nossa curiosidade foi ao obvio da questão de que alguém poderia atirar contra o balão criando furos e forçando-o para o solo, porém nos foi demonstrado que mesmo que uma pessoa fizesse isso, o equipamento não vai de encontro ao solo de imediato, e sim perde o gás em velocidade muito pequena. Isso ocorre porque a diferença de pressão atmosférica não justificaria uma escapada do gás do interior do balão para o exterior, mas sim uma leve perda de altitude tal como os balões de gás hélio de festa de criança que depois de dias começam a murchar.

A ALTAVE briga hoje pela falta de conscientização dentro do Brasil para a importância da compra de produtos que tenham origem nacional e a falta de uma legislação sobre o assunto agrava a situação. É preciso, segundo Leonardo Nogueira, diretor de novos negócios, um maior interesse do Estado, porque não resolve ceder fundos de pesquisa da FAPESP e do CNPQ para a criação dos produtos e o governo não adquirir os produtos financiados por ele mesmo.


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BLUE PEX

De certo que muitos de nós temos antivírus em nossos computadores, alguns de origem eslava, americana ou até mesmo chinesa, mas poucos ouviram falar de uma empresa nacional que desenvolva um antivírus. A Blue Pex foi fundada em 1997 e hoje possui com um dos seus maiores clientes o Exército Brasileiro.

O diretor Ulisses, destacou em nossa conversa que os antivírus são hoje feito em Real time, ou seja, quando alguma informação é suspeita de ser um vírus, parte desse arquivo é enviado à central para ser analisado e nesse momento é que á a quebra de sigilo de arquivos importantes. Porque arquivos suspeitos podem ser todos os tipos de arquivos, e várias dessas empresas possuem contratos com governos de diferentes países.

A partir dessa preocupação do vazamento de informações, o exército em conjunto com a empresa desenvolveu um antivírus que mantém a informação em servidores que estão dentro do exército, mantendo uma vigilância constante sobre o trafego de informações, caracterizando o tipo seu destino e origem para assim evitar o leak das mesmas.

Sem dúvida uma solução muito importante para qualquer lugar do mundo, ainda que em fase inicial, o antivírus já é capaz de detectar 99.4% de todas a ameaças, um número surpreendente.

NOVAER

NOVAER é uma empresa brasileira de aeronáutica, que desenvolve aeronaves pequenas para voos de instrução cujo o foco está na Força Aérea Brasileira. Atualmente a empresa está desenvolvendo um protótipo para o ano de 2015, onde pretende trazer uma nova solução para o treinamento dos cadetes da aeronáutica.

No final do ano passado a NOVAER formou uma sociedade para a construção de uma planta em Lages, SC para a montagem do seu primeiro projeto o T-Xc, que pode ainda atender a demandas da aviação geral no Brasil, uma vez que se trata de um mono motor para dois ou quatro passageiros. O diferencial está sem dúvida na utilização de materiais compostos como a fibra de carbono.


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Omnisys

A Omnisys é uma empresa brasileira com enorme capacidade de fornecer soluções de alta tecnologia, desenvolvimento, fabricação, qualificação e instalação de equipamentos para aplicações nos segmentos: Civil - Controle de tráfego aéreo, meteorologia e telecomunicações; Espacial - Satélites (equipamentos on-board), radar de rastreio e estações de telemetria; Militar - Defesa aérea, guerra eletrônica, aviônicos e monitoramento de espectro eletromagnético.

Em 2006, a empresa associou-se ao grupo francês Thales para desenvolver uma nova geração de radares de controle de tráfego aéreo na banda L com tecnologia totalmente em estado sólido, para os mercados interno e externo. Esse desenvolvimento conta com o suporte financeiro da FINEP. Já existe uma encomenda para fornecimento de 9 radares para o mercado brasileiro e 1 radar para Singapura, além de negociações para o fornecimento de 7 radares para a China. Desde então, o Grupo Thales investiu mais de 20 milhões de Reais na Omnisys para torná-la um de seus centros globais de Pesquisa e Desenvolvimento. Hoje o Grupo Thales detém 75% do capital da Omnisys.

A atuação de Omnisys tem contribuído de forma expressiva para o aumento da competência brasileira em áreas de conhecimento estratégico. Essa atuação tem sido fator importante para a melhoria da nossa balança comercial através da exportação de soluções com alto conteúdo tecnológico agregado e da redução da necessidade de importação dessas mesmas soluções.

mo o fazer no caso de um vazamento? Fica a dúvida.


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Kryptus

A Kryptus é uma empresa 100% brasileira focada em prover soluções de Segurança da Informação. Fundada em 2003 na cidade de Campinas, a Kryptus desenvolve, integra e implanta uma gama de soluções de hardware, firmware e software, incluindo desde semicondutores até sistemas complexos de gestão de processos com certificação digital. No âmbito governamental, soluções Kryptus protegem sistemas, dados e comunicações tão críticas como a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), a Urna Eletrônica Brasileira e Comunicações Governamentais civis e militares.

Hoje a empresa está em fase de desenvolver o Sistema de Vigilância de Fronteiras e o LinkBR, que é um sistema de integração de armas e proteção de dados. O LinkBR possibilita que um piloto de uma aeronave X possa usar o míssil de uma aeronave Y que esteja na sua proximidade. O sistema surpreende pela inovação e simplicidade, mas não diminui a complexidade de elaborar um sistema de comunicação entre aeronaves e outras armas. Pois criar um sistema desse nível requer uma proteção de dados muito grande, ou do contrario os sistemas poderiam ser invadidos e utilizados contra o seu controlador.

A segunda dificuldade da criação do LinkBR é que cada aeronave possui seu próprio sistema, e a integração entre aeronaves de diferentes tipos como o A-1 e o A-29 Super Tucano foi uma exigência da força aérea para o projeto.

No que tange a dificuldade da empresa é a falta de uma legislação sobre o assunto da proteção de dados no Brasil, o que dificulta sobre o que e como pode ser protegido, e principalmente, em caso de necessidade dos meios jurídicos como fazer essa quebra de dados.

A empresa hoje está investindo na pesquisa com semi-condutores para maior velocidade na transmissão dos dados. Certamente a guerra cibernética mostrou sua face com a quantidade de ameaças que temos hoje. Wikileaks e Snowden trouxeram a tona do debate de que não estamos protegendo nossos dados corretamente e co

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SANTOS LAB

A Santos Lab desenvolve e fabrica aeronaves não-tripuladas para clientes nos setores militar e civil e sem dúvida trouxe a LAAD um grande espírito empreendedor e inovador no mercado de UAV's no Brasil.

O Carcará I, que já se encontra em operação na Marinha do Brasil no esquadrão de Aeronaves Não Tripuladas da Marinha, se provou uma plataforma muito eficiente e viável em termos estratégicos e operacionais. Nesse sentido foi apresentado ao publico com maior destaque o Carcará II, um UAV que além de possuir dimensões maiores que o seu irmão mais velho, também tem a câmera localizada no dorso da aeronave, criando assim um maior angulo de visão em relação ao solo, e a área que esteja sobre vigilância.

Sem dúvida o que mais chamou a atenção foi o Jabirú, não somente no quesito beleza mais também na parte de inovação quando traz consigo não uma bateria comum e pesada, mas uma célula de combustível com um combustível gasoso e leve, o Hidrogênio. Essa simples inovação possibilitou que a autonomia de voo fosse estendida para 16 horas contínuas. Outro fator que chamou a atenção é a simplicidade com que o contêiner com o gás pode ser trocado levando a aeronave para outras 16 horas de vigilância. Deve-se ressaltar ainda a capacidade de carga de 6kg, mais a velocidade de decolagem de 60 a 100Km/h, atingidos com auxilio de um catapulta.

Infelizmente a célula ainda tem que ser importada de outro fornecedor, mas chama a atenção a ousadia do grupo de jovens liderados por Gabriel Klabin, diretor operacional da empresa, que foi a escolhida para abrir o PelVant da Marinha do Brasil.


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Marinha do Brasil

- Simulador de passadiço

Uma das grandes atrações da Marinha do Brasil foi o simulador de passadiço, criado e desenvolvido pela Marinha em vista de atender a princípio os Aspirantes da Escola Naval. A embarcação simulada era o aviso de instrução, embarcação de pequeno porte usada pela Marinha para o treinamento dos futuros oficiais.

Nos fomos convidados a entrar em uma sala escura com 3 projetores no teto que mostravam uma visão em quase 180 da proa da embarcação. No meio havia a ilha de comando, com as manetes de velocidade, o timão e todos os indicadores, mas sem dúvida o que fazia mais sucesso era o botão de tiro. A fidelidade do som e dos gráficos da baia de Guanabara realmente surpreendiam a qualquer pessoa, era possível passar com o pequeno aviso, sobre a ponte Rio-Niterói e testemunhar a grandiosidade da construção.

O movimento das ondas contra o casco, e o som do motor em graduação de giros assustava pela fidelização e pelo bom desempenho. Era até mesmo possível criar trafego de barcas, e outros navios tornando a experiência ainda mais real.

Pedro Jatobá, que nos mostrou o simulador, foi gentil em ainda nos ceder um tempo para experimentar o timão e explicar que todo tipo de realidade é possível como ondas, chuvas, neblina, trafego pesado e realmente era incrível sentir o navio reagindo aos poucos aos seus comandos.

Sem dúvida o simulador foi uma conquista e tanto para a Marinha e as possibilidades que foram apresentadas de expansão do modelo para outras embarcações e outros passadiços são uma oportunidade fantástica.

Volare

O estande da ALIDE BASE MILITAR era vizinho da Volare, uma empresa do Grupo Marcopolo,trouxe para o evento veículos, com carinha de ônibus, mas com intenções de multipropósito. Afinal essa era a intenção da empresa, ampliar a gama de produtos oferecidos aos clientes, com carros ambulância, UTI móvel, unidades móveis de comando e controle, o veículo de polícia e o Fire, a grande novidade.

O veículo Fire possui um tanque de água com capacidade de 3 mil litros, uma grande gama de equipamentos de emergência e pode ser adaptado conforme o desejo do cliente para as mais diversas missões. A vantagem desse veículo em relação aos outros é o tempo de deslocamento por ser mais leve e menor que um caminhão é capaz de chegar ao local do incêndio mais rápido e já realizar o preparo do terreno para quando o restante da equipe chegar ao local. Há ainda a vantagem de posicionar o veículo em locais estratégicos, tornando-o mais barato que a criação de um novo posto de prontidão, além é claro de ser móvel.

A Volare afirma que pode atender a todos os pedidos dos clientes, adaptando o veículo para incêndios, emergências e acidentes com ou sem vitimas. Sem dúvida uma solução mais barata e viável para muitos lugares do Brasil.

KIA Military

A Kia Military chegou ao Brasil para brigar com a AGRALE, VOLKSWAGEN na disputa pelo fornecimento de veículos para as Forças Armadas e para fazer a diferença trouxe ao Brasil veículos desenvolvidos completamente com o fim militar, em outras palavras, todo os projetos foram feitos e desenvolvidos com o único propósito de atender as necessidades das forças armadas em especial das Forças Armadas da Coréia do Sul,cujo a Kia Military é a única fornecedora de veículos.


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A robustez e a versatilidade dos veículos ficam evidentes ao se aproximar e ver como os pequenos detalhes foram pensados, como luzes móveis, tampos retos, chapas de aço sem rebarbas, boa posição de dirigir e até um certo conforto se levarmos em consideração que se trata de um veículo militar.

Nos foi informado que o Exercito ficou em partes interessado nos veículos como o 6x6 KM500 e o 4x4 KM 450 que seriam excelentes substitutos para os já antigos Toyota Bandeirante que residem no exercito em áreas remotas. Chama a atenção que as versões dos veículos já venham completamente adaptadas para as diversas atividades a que são propostos.

Como o know how adquirido com um dos exércitos que mais realizam exercícios militares no mundo, e de um pais que está em constante estado de beligerância com seu vizinho do norte a Kia Military chega incomodando seus vizinhos de Stand, a MAN.


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MAN

A MAN América Latina impressionava pela presença do H77 um caminhão 8x8 com cabine blindada e vedada com sistema de geração automática de oxigênio, sistema hidráulico de abertura de portas e de controle de suspensão, com capacidade de carga de 21 toneladas e peso bruto total de 36 toneladas. O modelo foi levado para um local de testes para que fossem avaliadas as possibilidades.

Contudo partindo para a realidade brasileira, a MAN trouxe no ano passado o 5QT cuja as entregas já ultrapassam as 3 mil unidades e esse ano apresentou uma versão reduzida, o2,5QT, que foi desenvolvido no Brasil, com o foco no Exercito Brasileiro a partir de modelos que já circulam nas ruas.

Para a MAN isso é uma vantagem porque facilita a manutenção, por não ter que criar peças exclusivas para os modelos e torna o projeto mais flexível. Porém há peças que ainda necessitam ser importadas.

No mercado, a MAN venceu a licitação para fornecer o caminhão 6x6 em um total de 3125 unidades e 120 dessas já em setembro desse ano. Das 120 previstas, 76 são para transporte e 44 para pontes ou contêiner. O interesse no 6x6 foi tão grande que segundo André Luis Mantoan, diretor de vendas, que estão realizando um estudo para lançá-lo ao mercado civil.


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IVECO

A IVECO expôs o Guarani, o novo blindado do Exército Brasileiro e conversamos com Marcelo Douglas Correa, encarregado da plataforma de veículos de defesa. Segundo ele já foram entregues 10 veículos mas há uma previsão de que 86 serão entregues até julho de 2014, que esse número depende muito da inauguração da fábrica do blindado na cidade de Sete Lagoas em Minas Gerais.

O Exercito destacou como pontos positivos no veículo o conforto e a desempenho, além da possibilidade de incluir o kit mission para transporte da mochila, fuzil e munição. Nos 1 mil primeiros quilômetros a manutenção será feita pela IVECO.


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Há um estudo para o desenvolvimento de outras versões do Blindado como de reconhecimento, morteiro e de resgate. Existe a possibilidade de que o blindado que atualmente só é fornecido par ao exercito seja também adaptado para atender necessidades da Marinha e da Aeronáutica.

O exercito se preocupou muito com a questão da transferência de tecnologia, e a IVECO fez questão de atender as exigências contratuais com a instalação da fábrica em território brasileiro. Ainda assim os funcionários estão sendo treinados e para a realização das tarefas que envolvem a montagem do veículo. Foram realizadas também parcerias estratégicas com empresas brasileiras.

Os Planos da IVECO agora são de entrar com o 4x4 LMV, um jipe militar e o Tracker 380, ambos para atender demais necessidades do EB. A empresa também informou que uma unidade do Guarani, foi emprestada pelo Exercito Brasileiro por um mês às forças argentinas, para a realização de testes.


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Paramount Group

Empresa Sul Africana, estava no final da feira e nos últimos dias ganhou um grande destaque da imprensa, porque o Blindado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, conhecido como Caveirão seria o veículo Maverick. Veículo de aparência quadrado e nada agressivo, porém muito robusto e de dimensões aparentemente menores que os modelos usados atualmente.

O Maverick foi desenvolvido para atender as necessidades da polícia Sul Africana no controle das grandes favelas que existem pelo país. Em números o veículo impressiona possui 2,7 metros de largura, 6m de comprimento, sobre ladeiras com inclinação superior a 60º, com inclinação lateral de até 35º sobre degraus de até 35 cm, pode passar por áreas inundadas superiores a 40 cm e a blindagem é superior a 12mm.


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Com velocidade máxima de 120 km/h e um motor 6 cilindros turbo diesel da Cummings que entrega 221kw o veículo surpreende pelo conforto ainda que levando quase 22 tripulantes contando com motorista, espaço interno e proteção contra granadas de mão.

Nossa pergunta foi direto ao ponto que parece mais frágil do veículo quer seria grande aérea envidraçada, mas o diretor de marketing Nico Klerk foi categórico ao informar que os vidros eram muito fortes e resistentes. Perguntado sobre a blindagem dos vidros que foram encomendados pela polícia do Rio de Janeiro, a resposta foi simples: “Confidencial”, assim como o custo unitário das 8 unidades que devem entrar em operação no Rio de Janeiro em até 6 meses.


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Oshkosh

A fornecedora do SandCat, veículo que no Rio de Janeiro ficou conhecido como Caveirinha, voltou ao Brasil em 2013 para em busca de novos negócios, mas com trunfos na manga como a venda de 2.500 sandcat para a polícia do México, no auxilio ao combate do cartel de drogas que assola aquele país.

Destacam como sendo seu ponto forte o baixo custo de manutenção dos veículos, mas sem dúvida o que surpreende no catálogo da empresa é o MMRS Demonstrator, ou Multi-Mission Recovery System, um veículo 4x6 que tem a missão com um enorme guindaste recuperar veículos e outros elementos que tenham sido deixados no local. O curioso é que ele não precisa estar em uma área plana para realizar o içamento.


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Andrade Gutierrez Defesa e Segurança

Empresa Brasileira detentora de diversas outras empresas pelo Brasil, como a Oi Telecomunicações, a CCR e outras a AG trouxe para a LAAD um sistema simulador de guerra cibernética digno de ser chamado de um dos melhores já feitos.

Na área de gestão de projetos complexos como as grandes obras feitas para a copa do mundo a AG se destacou com a manutenção dos projetos que ela havia entrado em consorcio com a Delta, empresa que acabou saindo devido a denuncias de corrupção.


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Atualmente a AG está focando seus recursos no SISPRON e no SISGAAS e para isso tem realizado grandes parcerias com empresas estrangeiras no caso da Thales e nacionais como a DECATRON.

Sobre o sistema simulador de guerra cibernética foi um pedido do Exercito Brasileiro, mas que atualmente está sendo utilizado pelas três forças, e atenderá a uma necessidade nacional na defesa do ciberespaço e da proteção de dados.


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O objetivo do sistema é familiarizar os diversos oficiais e demais encarregados do governo som as peripécias da guerra cibernética, e para isso a AG conquistou o direito de realizar um jogo de guerra nos padrões do Exercito Brasileiro para construir novos entendimentos a respeito dessa nova situação. Esse pedido ocorreu a luz dos jogos mundiais militares que ocorreram na cidade do Rio de janeiro em 2011,

Milani Vieira Trannin, diretora de negócios, afirma que o diferencial da AG é entender as necessidades do cliente e ao invés de adaptar o produto ao um determinado fim, busca trabalhar em conjunto para criar um produto novo e único. Ela também destaca a importância da empresa ser um agente integrador ao buscar parcerias para elaboração de soluções.


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O exemplo citado por Milani é possível de ser visualizado pelo próprio simulador de guerra cibernética, onde parcerias com outras empresas foram realizadas como a LATINMEDIA no sentido de criar um produto novo que atendesse as expectativas do Exército que impôs uma série de exigências e pré-requisitos, porém a extrapolação desses objetivos fez com que o interesse nele aumentasse, tornando-o viável para as três forças em conjunto em diferentes níveis de tomada de decisão, político, estratégico, militar e dentro desse ainda como exercito,brigada, divisão e etc., afirmaram Carlos Eduardo Oliveira e Ricardo Pôrto Corrêa, diretores da LATINMEDIA, empresa parceira da AG.

Foi sem dúvida uma surpresa observar tanto do interesse das Forças Armadas no tema da guerra cibernética, e sem dúvida melhor ainda concluir que o sistema construído para treinar nossas forças excede todas as expectativas.


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General Dynamics

Uma das maiores empresas de defesa do mundo, a General Dynamics havia dado inicio a suas atividades no Brasil oficialmente com a abertura da General Dynamics do Brasil no segundo semestre de 2012.


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Em 2013, a GD do Brasil apresentou na LAAD diversos sistemas de vigilância de portos e aeroportos bem como equipamentos de comunicação entre tropas em solo. Willie Dobson, Diretor da General Dynamics do Brasil fez questão de demonstrar como o objetivo da empresa é gerar soluções de integração do sistemas que podem estar preexistentes ou podem ser desenvolvidos pela empresa.

Sem dúvida o tamanho do evento, a quantidade de expositores, visitantes e delegações oficiais chamaram a atenção de como o evento está a cada dia mais relevante e significativo, e isso não é visto somente nos números da grandeza, mas também em próprio interesse das empresas em investir no Brasil e em seus vizinhos.


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Contudo é inegável que havia no ar um clima de dúvida sobre os rumos, não do evento, mas do governo brasileiro. Ainda que a presença dos comandantes das forças tentassem aliviar a pressão, a ausência do Ministro da Defesa Celso Amorim foi sentida pro todos como um verdadeiro desvaneio político para não falar no assunto principal, que é a situação dos equipamentos que estão hoje em operação nas forças do Brasil.

A insegurança é um elemento de peso para a garantia ou não da presença de qualquer investidor, seja nacional ou internacional. É expressivo o movimentos que pequenas empresas estão tendo na intenção de apresentar soluções, buscar saídas e até mesmo brigar contra a falta de interesse do governo federal em sanar essas questões.


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Certamente o momento que o Brasil vive hoje no cenário internacional é muito confortável, porém sabemos que momentos passam e que se não aproveitarmos essas oportunidades podem ser muito tarde, quando mais tarde resolvermos parar para ver o que está acontecendo. Minha avó costuma dizer que as oportunidades são vistas somente depois que passam e que para se antever a elas é preciso ver mais que o futuro, é preciso um pouco de sorte.

Felizmente sorte não tem faltado ao Brasil nos últimos anos, porém até quando poderemos sustentar uma diplomacia excelente e um desejo de acento no conselho de segurança de não podemos prover a segurança do nosso próprio território? Por quanto mais tempo estaremos deixando as oportunidades passar, para 2016 faltam apenas 3 anos, o que será do mercado de segurança depois dos grandes eventos? O que será da Defesa depois que ela não for mais necessária para garantir a existência dos grandes eventos?


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Conclusão

Sem dúvida o tamanho do evento, a quantidade de expositores, visitantes e delegações oficiais chamaram a atenção de como o evento está a cada dia mais relevante e significativo, e isso não é visto somente nos números da grandeza, mas também em próprio interesse das empresas em investir no Brasil e em seus vizinhos.

Contudo é inegável que havia no ar um clima de dúvida sobre os rumos, não do evento, mas do governo brasileiro. Ainda que a presença dos comandantes das forças tentassem aliviar a pressão sobre o Ministro da Defesa Celso Amorim no que tange oa situação dos equipamentos que estão hoje em operação nas forças do Brasil era perceptível o apontamento de todos sobre a necessidade de renovação dos meios nas Forcas Armadas Brasileiras .


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A insegurança é um elemento de peso para a garantia ou não da presença de qualquer investidor, seja nacional ou internacional. É expressivo o movimentos que pequenas empresas estão tendo na intenção de apresentar soluções, buscar saídas e até mesmo brigar contra a falta de interesse do governo federal em sanar essas questões.


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Certamente o momento que o Brasil vive hoje no cenário internacional é muito confortável, porém sabemos que momentos passam e que se não aproveitarmos essas oportunidades podem ser muito tarde, quando mais tarde resolvermos parar para ver o que está acontecendo. Minha avó costuma dizer que as oportunidades são vistas somente depois que passam e que para se antever a elas é preciso ver mais que o futuro, é preciso um pouco de sorte.


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Felizmente sorte não tem faltado ao Brasil nos últimos anos, porém até quando poderemos sustentar uma diplomacia excelente e um desejo de assento no Conselho de Segurança de não podemos prover a segurança do nosso próprio território? Por quanto mais tempo estaremos deixando as oportunidades passar, para 2016 faltam apenas 3 anos, o que será do mercado de segurança depois dos grandes evento? o que será da Defesa depois que ela não for mais necessária para garantir a existência dos grandes eventos?

Last Updated on Wednesday, 02 October 2013 12:11
 

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