Aporte nas Forças Armadas deve saltar 130%, a R$ 4,6 bi PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Friday, 23 April 2010 17:05

 

 

 

Três grandes projetos do setor de defesa contribuíram significativamente para o salto de 130% dos recursos direcionados apenas para o reaparelhamento das Forças Armadas - de R$ 2 bilhões, em 2009, para os R$ 4,6 bilhões previstos para este ano. Diante disso, o Ministério da Defesa ainda terá o árduo trabalho de aplicar o contingenciamento de R$ 3,874 bilhões imposto a toda a Pasta, reduzindo seu orçamento de R$ 8,99 bilhões para R$ 5,12 bilhões.

Os projetos que concernem à Marinha e ao Exército estão em fase mais avançada. No primeiro caso, a Lei Orçamentária Anual (LOA), de 2010, prevê R$ 2,8 bilhões para o reaparelhamento, orçamento cinco vezes maior que os R$ 544 milhões de 2009. Deste total, cerca de R$ 2,3 bilhões se destinam ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).O acréscimo se deve à retomada do programa do submarino de propulsão nuclear, em parceria com os franceses. O projeto também prevê a construção de quatro submarinos convencionais, de um estaleiro e de uma base naval na Baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro. de acordo com a Marinha, o programa tem investimentos previstos de R$ 18,7 bilhões até 2024.

No caso do Exército, a verba de R$ 434,5 milhões para o reaparelhamento é 11% superior aos R$ 390,8 milhões de 2009. No final do ano passado, o Exército assinou contrato com a Iveco para a fabricação do modelo-base da nova família de blindados, o Veículo Blindado para o Transporte de Pessoal - Médio Sobre Rodas (VBTP-MR). Está prevista a produção de 2.044 unidades, entre 2012 e 2030, por R$ 6 bilhões.

Ao reequipamento da Aeronáutica foi destinado R$ 1,350 bilhão, acréscimo de 21% ao montante de 2009. O principal plano da Força Aérea Brasileira (FAB) é a compra de 36 caças de última geração. O Projeto FX-2 se encontra na fase final, e três empresas batalham a venda ao Brasil, incluindo a transferência de tecnologia. A Dassault ( França) disputa o contrato com os Rafale e pediu US$ 6,2 bilhões; a Boeing ( EUA), com o caça F-18 Super Hornet, quer US$ 5,7 bilhões; e a Saab (Suécia), com o Gripen NG, busca US$ 4,7 bilhões com o contrato.

Fonte:DCI

 

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