Hillary reitera que acordo é deficiente PDF Print E-mail
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Wednesday, 26 May 2010 14:18
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EUA se dizem satisfeitos com avanço de conversas sobre sanções

 

Em visita oficial a Pequim, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, voltou a desprezar a carta que o Irã entregou à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) dizendo que o acordo fechado com o Brasil e Turquia sobre a troca de urânio está cheia de lacunas. Hillary afirmou também que o início da prática de enriquecimento a um nível mais alto pelo Irã em fevereiro ofusca qualquer acordo de troca de combustível.

 

Mesmo que o Irã cumprisse o acordo, lembrou, o país ainda manteria metade de sua reserva de urânio enriquecido.

 

– Discutimos longamente com os chineses as falhas na recente proposta feita pelo Irã – continuou a secretária de Estado americana. – Há uma série de deficiências no documento que não respondem às preocupações da comunidade internacional. Não há um reconhecimento das profundas preocupações frente ao objetivo de enriquecer urânio a 20% perseguido pelo Irã.

 

Em compensação, “há um reconhecimento na comunidade internacional de que o acordo tripartite foi obtido unicamente porque o Conselho de Segurança estava a ponto de publicar o texto de uma resolução que temos negociado durante semanas”.

Além dos EUA, do Reino Unido e da França, outros dois países-membros do Conselho de

Segurança da ONU, questionaram ontem o documento submetido à AIEA e voltaram a defender medidas punitivas ao Irã.

 

O documento, assinado pelo chefe da Organização de Energia Atômica iraniano, Ali Akbar Salehi, foi entregue à AIEA na segunda-feira, durante uma reunião na residência do diretor geral do órgão, o japonês Yukiya Amano, na Áustria, da qual participaram diplomatas brasileiros e turcos.

 

No texto, o Irã manifesta o compromisso em depositar o seu urânio pouco enriquecido em território turco no prazo de um mês. Caso o grupo de Viena e a AIEA aceitem o acordo, deverão entregar o combustível enriquecido necessário para o reator médico de Teerã no prazo de um ano. Segundo o documento, se o Irã não receber seu combustível dentro do prazo, poderá retirar seu urânio levemente enriquecido da Turquia.

Em Washington, o especialista nuclear David Albright disse que poderia demorar dois anos para fazer o combustível.

 

– O urânio altamente enriquecido – explicou Albright – seria na forma de placas de metal, que têm de ser densamente concentradas com o isótopo de urânio certo para o nível de enriquecimento necessário.

 

Sanções

 

A embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Susan Rice, se disse satisfeita com o desenvolvimento das negociações no Conselho de Segurança sobre a imposição de novas sanções ao Irã.

 

– Até agora, as contribuições e os comentários dos colegas do Conselho foram construtivos, melhoraram o texto e o espírito em que se expressaram nos encoraja – assegurou Rice, na saída de uma reunião do órgão.

 

A embaixadora americana informou sobre a realização de várias reuniões de caráter técnico para analisar o projeto de resolução proposto há uma semana por Washington.

Além de EUA, Reino Unido e França questionam o documento submetido à AIEA.

Fonte: Jornal do Brasil 

 

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