EUA confirmam retirada do Iraque PDF Print E-mail
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Tuesday, 03 August 2010 13:57
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Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, informou que a guerra do Iraque vai acabar “como fora prometido e previsto” na campanha eleitoral de 2008. Em discurso a veteranos de guerra em Atlanta, na Geórgia, o presidente declarou que o início da retirada será em 31 de agosto, quando o número de militares cairá de 65 mil para 50 mil. As tropas americanas vão permanecer no país, invadido em 2003, até o fim de 2011.

 

– Pouco depois de assumir o cargo, anunciei a nova estratégia para o Iraque e para uma transição a uma plena responsabilidade do país – disse o presidente, ao relembrar a transição do poder das forças de segurança iraquianas.

 

O jornal americano The New York Times destacou que, mesmo que o país tenha passado por eleições e que as Forças Armadas estejam mais fortes, ainda há deficiência em áreas como saneamento urbano e fornecimento de energia.

 

– Não se equivoquem.

Nosso compromisso no Iraque vai mudar de um esforço militar liderado por nossas tropas a um esforço civil liderado por nossos diplomatas – lembrou Obama.

Governo enfraquecido

O xiita Nouri al-Maliki, primeiro-ministro do Iraque, declarou, horas após o pronunciamento de Barack Obama, que os críticos querem instaurar um líder fraco, o que deixaria o país vulnerável a terroristas e divisões.

 

– O país está enfrentando um monte de problemas, e se o primeiro-ministro não for forte, o país irá ruir, e os sectários e senhores da guerra irão retornar – opinou.

 

Em comparação com junho, o número de civis mortos no mês passado quase dobrou. Isto é um sinal de que os rebeldes estão explorando as tensões políticas, depois de uma eleição que não deixou claro quem é o vencedor. Um total de 396 civis morreram em explosões de bombas e outros ataques no mês passado, depois que 204 morreram em junho e 275 em maio, segundo dados do governo divulgados no sábado.

Mesmo com os números alarmantes, Obama disse que a violência no país é a menor em anos. Esta é mais uma tentativa do premier iraquiano de tentar se manter no cargo, depois de sua coalizão perder por poucos votos as eleições parlamentares em 7 de março. Um grupo conservador xiita exigiu que Al-Maliki não exercesse um segundo mandato em troca de apoio político.

Fonte: Jornal do Brasil

 

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