Peças do F-35 falham mais rápido do que o esperado PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Monday, 09 August 2010 13:54

 

 


Lockheed Martin – empresa fabricante de produtos aeroespaciais – informou que várias peças da
mais complexa versão do F-35 Joint Strike Fighter estavam falhando com mais freqüência do que o
esperado, problema que reduziu os testes de voo de um modelo feito para os fuzileiros navais. O
executivo chefe da empresa, Robert J. Stevens, explicou que os problemas ocorreram na versão capaz
de decolar em curtas distâncias e aterrissar verticalmente como um helicóptero.

De acordo com Stevens, os defeitos reduziram os testes de voo desse modelo para 74 até agora
este ano, 21 a menos do que o planejado. A empresa trabalha segundo Stevens, com fornecedores para
consertar os problemas e acha que pode manter o nível estendendo alguns dos voos. O F-35, criado
para escapar do radar, faz parte do maior programa do Pentágono.
O secretário de Defesa Robert M. Gates deu, recentemente, um gás no programa F-35 e
removeu o general encarregado depois que os atrasos fizeram os custos projetados subirem para US$
382 bilhões para 2.457 aviões.


Stevens ponderou que o desempenho geral da empresa está melhorando, com testes de voo nas
outras duas versões do avião adiantados de acordo com o cronograma. Reiterou que a empresa espera
construir os próximos 32 aviões por, no mínimo, 20% menos do que o Pentágono estima.
Segundo o executivo, as peças que falharam na versão para os fuzileiros navais incluíam um
ventilador para o motor e os aparelhos hidráulicos que abrem painéis de fluxo de ar para fornecer
propulsão vertical. Stevens destacou que as válvulas, interruptores e componentes do sistema de
energia também não eram confiáveis. A empresa garantiu que os problemas não deviam atrasar a
entrega dos primeiros aviões para os fuzileiros navais ano que vem. Lockheed disse que o lucro do
segundo trimestre de operações contínuas corresponde a US$ 727 milhões, ou US$ 1,96 por ação, em
comparação com US$ 731 milhões, ou US$ 1,87 por ação há um ano. E elevou a estimativa dos lucros
deste ano para um valor entre US$ 7,15 e US$ 7,35 por ação.

Fonte: Jornal do Brasil

 

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