A operação da OTAN na Líbia pode perder em breve seu único porta-aviões PDF Print E-mail
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Tuesday, 05 July 2011 14:30
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Jorge Benitez | 16 de junho de 2011

De David Brunnstrom, Reuters: Problemas aguardam no horizonte, com a França indicando que vai precisar, no Outono retirar o único porta-aviões da missão da Líbia, o Charles de Gaulle, que está praticamente em operação contínua desde o ano passado, e não tem nenhum substituto à vista.

"O metafórico ‘elefante na sala’ é a saída iminente do navio aeródromo francês, dado que dele voam entre 30 e 40 por cento de todas as surtidas de ataque da OTAN", disse Tim Ripley, da Jane Defense Weekly.

"É um problema iminente, manter o rítmo aéreo desta operação, especialmente se ela pretende seguir adiante para além de setembro ou outubro, isso vai ser um problema."

Na ausência de outros aliados voluntariando aeronaves de ataque que possam ser operadas a partir de bases terrestres - o que exigiria uma frota de aviões de reabastecimento que só os Estados Unidos poderiam fornecer - uma solução radical seria a Grã-Bretanha reimplantar aviões Harrier recém retirados de serviço no seu NAe
HMS Illustrious, igualmente designado para a conversão em um porta-helicópteros no recente programa de reavaliação da defesa britânica.

No entanto, mesmo se tal decisão complicada políticos fosse tomada pelo primeiro-ministro britânico David Cameron, precisaria de no mínimo quatro meses antes de o navio estar pronto para a ação, disse Ripley.

Um alto comandante da OTAN admitiu a extensão da preocupação nesta terça-feira. Stephane Abrial, general francês, disse que a crise da Líbia tinha surgido como "uma surpresa" e se for para ela durar ainda um longo tempo "a questão dos recursos se tornará crítica."

Fonte: Atlantic Counsel

 

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