FAB usa aeroporto de Maringá como base na Operação Ágata II PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Monday, 19 September 2011 10:27

A Força Aéra Brasileira está utilizando o Aeroporto Regional Silvio Name Júnior como uma das bases na segunda fase da Operação Ágata II, lançada pelos Ministérios da Defesa e da Justiça para combater atividades ilegais na região de fronteira. No total, a Força Aérea Brasileira participa com mais de 30 aeronaves, incluindo aviões de caça e um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). Em Maringá, o número de aeronaves varia de acordo com as atividades, mas segundo o superintendente do Aeroporto Regional, Marcos Valêncio, são de quatro a seis aeronaves que estão baseadas no local. "O comando da Aeronáutica de Canoas solicitou, no dia 6 de setembro, a utlização do aeroporto para exercícios e operações", confirmou Marcos Valêncio. "Claro que nós cedemos o local para a Aeronáutica. Eles são bem independentes, até geradores próprios de energia os militares trouxeram." Os militares ocupam uma área restrita no aeroporto. Para defender o espaço aéreo contra voos ilícitos, durante a Operação Ágata II a FAB mantêm aviões de caça F-5EM e A-29 Super Tucano nas cidades de Dourados (MS) e Maringá, próximas da fronteira com o Paraguai, além das Bases Aéreas de Canoas (RS) e Campo Grande (MS). "As Forças Armadas estando próximo das nossas fronteiras inibem um ilícito que por ventura alguém queira cometer", afirma o Major-Brigadeiro-do-Ar Flávio dos Santos Chaves, Comandante da Força Aérea Componente da Operação. "Essas aeronaves, em caso de necessidade, são acionadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro e interceptam aquela aeronave considerada como suspeita para uma averiguação", explica o Brigadeiro Chaves. Nessa missão também é empregada a rede de radares do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), de Curitiba. As equipes da Força Aérea Brasileira já desembarcaram em 12 aeroportos, aeroclubes e pistas particulares da fronteira sul durante a Operação Ágata II para realizarem a fiscalização de documentos de pilotos e aeronaves da aviação civil que operam na região de fronteira do Brasil com o Uruguai, Argentina e Paraguai. O objetivo dessa ação é coibir voos que não estejam cumprindo as normas previstas. A fiscalização não tem prazo para acabar e deve chegar  a outras cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. "O país ganha muito em buscar aquelas aeronaves que estão operando realmente próximo da fronteira, longe das capitais e dos órgãos de controle", explica o Tenente Coronel Nilson de Oliveira, que é inspetor de aviação civil. Segundo ele, a presença nesses locais de fronteira é fundamental para marcar presença da Força Aérea Brasileira e desencorajar desde infrações de tráfego aéreo até voos ilícitos. "Verificamos ainda que o piloto é muito receptivo. Ele quer a presença da autoridade e quer mostrar aquilo que está fazendo para que opere com regularidade e normalidade", completa. A fiscalização da Força Aérea já passou pelas cidades de Alegrete (RS), Bagé (RS), Chapecó (SC), Guaíra (PR), Jaguarão (RS), Pelotas (RS), Santana do Livramento (RS), Santo Ângelo (RS), São Borja (RS), São Miguel do Oeste (SC), Toledo (PR) e Umuarama (PR) Mobilização As  equipes, que contam com o apoio de uma tropa de infantaria para garantir a segurança dos inspetores, chegam de surpresa em aviões C-98 Caravan ou H-60 Blackhawk. Além das Forças Armadas, as operações envolvem a participação da Secretaria da Receita Federal (SRF), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), bem como Órgãos das Secretarias de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Fonte:O Diário.com / Maringá

 

 

 

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