Grupo de Artilharia Antiaérea e Força Aérea Brasileira fazem treinamento no sul PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Wednesday, 11 April 2012 13:02

 

Dezenas de militares estão de prontidão para rebater um ataque aéreo que deve acontecer a qualquer momento a partir desta quarta-feira entre Jaguaruna e Criciúma, no Sul do Estado. Esse clima de guerra não faz parte de um cenário real, mas de um treinamento entre o 3° Grupo de Artilharia Antiaérea (3°GAAAE), de Caxias do Sul (RS), e Força Aérea Brasileira (FAB) da base de Canoas (RS).O exercício de invasão e defesa irá acontecer até o dia 19 no Aeroporto Regional de Jaguaruna, que ainda não foi inaugurado e por isso pode ser utilizado sem comprometer voos comerciais em outras regiões. Os militares que farão a defesa desse ponto estratégico chegaram de Caxias do Sul por volta do meio-dia de ontem no Aeroporto Diomício Freitas, em Forquilhinha, e ficarão alojados no 28° Grupo de Artilharia de Campanha (28°GAC) de Criciúma.— Estamos ajudando na logística e alojamento dos colegas de Caxias do Sul. Nossa região foi escolhida para essa operação de simulação por estar próxima da rota entre a Serra Gaúcha, Canoas e Florianópolis — explica o comandante do 28° GAC, tenente-coronel Antônio José Ribeiro.Durante toda a tarde o grupo de Caxias do Sul providenciou a logística dos equipamentos, alojamento dos homens e uma reunião de estratégias. A defesa da base de Jaguaruna será feita a partir de hoje e contará com veículos, um radar de alta tecnologia adquirido pelo Exército recentemente e mísseis antiaéreos portáteis. A simulação de ataque das aeronaves e a defesa em terra não têm momento certo para acontecer.— Numa situação real ninguém sabe quando ou de onde o inimigo virá. Por isso esse ataque não tem hora marcada, pode acontecer a qualquer momento e vir de qualquer direção — disse um dos militares encarregados pela defesa do aeroporto de Jaguaruna.A passagem dos aviões da FAB poderá ser observada por boa parte da população de alguns municípios do Litoral Catarinense. As aeronaves sairão de Canoas, mas antes de mirar a base de Jaguaruna podem inverter a rota, seguir para um reabastecimento em Florianópolis e aproveitar o elemento surpreso para "atacar pela retaguarda". Todas as manobras e atuação dos militares passarão por uma rigorosa análise de um grupo de oficiais das Forças Armadas do Rio de Janeiro.

Fonte:Diário catarinense

 

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