Operação “Laçador” – participação do Batalhão de Operações Especiais PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Wednesday, 25 November 2009 00:00

 

 

Militares recebem instrução sobre a operação de Embarcações
de Desembarque Pneumático (EDP)

Para a Operação Combinada “Laçador”, o Batalhão de Operações Especiais “Tonelero” conta com efetivos de todas as suas subunidades: 1a Companhia de Operações Especiais (Companhia de Reconhecimento); 2a Companhia de Operações Especiais (Companhia de Ação de Comandos); 3a Companhia de Operações Especiais (Grupo Especial de Retomada e Resgate – GERR-OpEsp); e um Destacamento de Apoio às Operações Especiais, responsável pelo apoio às infiltrações e ao apoio logístico, que participa com efetivos oriundos da Companhia de Comando e Serviços.

Dezenove Embarcações de Desembarque Pneumática (EDP), usadas nas infiltrações por superfície das Equipes de Comandos Anfíbios e de Operações Especiais, que embarcaram no Navio de Desembarque-Doca (NDD) “Rio de Janeiro” no dia 12 de novembro, também participam da operação.

O Batalhão conta, também, com um Destacamento do Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais, responsável pela operação do Centro de Controle de Evacuados (CCE), e outro do Batalhão de Viaturas Anfíbias de Fuzileiros Navais, responsável pela operação dos CLAnf (Carro Lagarta Anfíbio), além de um destacamento formado por militares do Comando da Tropa de Reforço.

Exercícios

Durante a travessia entre o Rio de Janeiro e Rio Grande, ocorreu a montagem e teste das EDP e dos motores de popa Turbo Jet. O procedimento é fundamental para o sucesso da infiltração por superfície, que nesse exercício tem uma dimensão superior aos  realizados anteriormente pela Marinha do Brasil, com um total de dezenove EDP do modelo FC 470 EVOLUTION, lançadas a partir do NDD “Rio de Janeiro” e da Embarcação de Desembarque de Carga Geral (EDCG) “Guarapari”.

Além do recorde do número de embarcações lançadas, a Operação Combinada “Laçador” foi a primeira operação onde foi planejado o emprego da EDCG para o lançamento das EDP.

Nesse tipo de situação, o estabelecimento do comando a bordo é favorecido pelos recursos do navio como as comunicações e o acompanhamento das condições meteorológicas, que são extremamente importantes para as infiltrações das Equipes de Operações Especiais.

Em paralelo a essas atividades, ocorreu a preparação dos equipamentos individuais que seriam usados na operação, tais como armamento, munição, explosivos e mochila. Além disso, destaca-se a preparação das “Ghillie Suit”, roupas especiais usadas para camuflar o elemento de operações especiais no terreno, que requerem um grande empenho por parte do militar para deixá-la semelhante ao terreno onde irá atuar.

No dia 19, ocorreu o embarque de Equipes de Assalto na aeronave UH-14 Super Puma (Pegasus 70), com destino à cidade de Pelotas-RS, visando realizar, no período noturno, a infiltração por SLOp (Salto Livre Operacional) na Área de Operações.

Dezesseis paraquedistas foram lançados a uma altitude de 12.000 pés com abertura dos paraquedas a 4.500 pés. O balizamento da ZL (Zona de Lançamento) para o recebimento dos paraquedistas é realizado por uma Equipe de Reconhecimento do Batalhão Tonelero.

Last Updated on Monday, 30 November 2009 22:39
 

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