LAAD 2011: EADS fala à imprensa sobre suas atividades no Brasil. PDF Print E-mail
Thursday, 14 April 2011 23:06
 
 
 

LAAD 2011: EADS fala à imprensa sobre suas atividades no Brasil.

 

No dia 13 de Abril, às oito horas da manhã, a EADS ofereceu um café da manhã à imprensa para uma conversa sobre a atuação da empresa no Brasil, especialmente sobre as atividades de duas empresas do grupo, a Helibrás e Cassidian, sem esquecer, todavia, da atuação da Airbus/Airbus Military, ATR e Astrium.

O Sr. Bruno Gallar, Diretor Presidente da EADS Brasil, começou explicando que a maior parte dos esforços do grupo ainda estão no mercado brasileiro de aviação civil, que concentra entre 70-80% das atividades da empresa. Ele ressalta que o modus operandi da EADS é cooperar verdadeiramente com os países em que se instala e por isso ressalta que ela deseja estender suas atividades no país, que hoje ainda estão muito limitadas à montagem, e passar a desenvolver produtos nas áreas aeroespacial e de defesa. Para tanto, o Sr. Gallar afirma ser necessária uma definição do governo quanto aos seus programas, além disso é preciso também que o Brasil desenvolva uma massa crítica de engenheiros, cujo nível, ele ressalta, é elevadíssimo, porém ainda insuficiente haja vista que a EADS busca empregar tanta mão de obra brasileira quanto possível. É preciso também que o país conte com um ''pequeno grupo de grandes empresas'' para dividir os enormes custos do desenvolvimento de um projeto naquelas duas áreas.

Sobre a polêmica envolvendo os EC-725. Gallar afirmou que o contrato segue normalmente, sem problemas ou interrupções. Ele disse que há pouco havia se reunido com a FAB justamente para discutir questões de transferência tecnológica. Todavia não fez menção direta ao resultado dessas conversas. Afirmou, contudo, que segue firme a idéia de fazer helicópteros 50% brasileiros, 50% estrangeiros. Sobre uma versão civil do EC-725, Gallar afirmou que já há planos para uso dessa aeronave em atividades off shore e que o 225 já é usado pela Petrobras para esse fim. Ele ressalta, porém, que não conta muito com essa venda devido à política de diversificação de parceiros da empresa brasileira.

Sobre a parceria Cassidian/Odebrecht. Gallar afirmou ser uma parceria feita para aproveitar uma oportunidade que surge, um mercado enorme que se abre e se expande. Os ''alvos'' da parceria são, a princípio, o SisgAAz e o SisFron, para os quais pretende oferecer vários sistemas de comando e contole. Um dado trazido é de que, através de uma das empresas do grupo, a Signalis, a EADS monitora mais da metade das águas territoriais do mundo. Eles contam com essas credenciais para ganhar a concorrência dos dois sistemas.

 

 

 Fonte:ALIDE - Felipe Medeiros

 
  
Last Updated on Monday, 18 April 2011 00:51
 

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