UNITAS Gold: 50 anos de Segurança e de Defesa Hemisférica PDF Print E-mail
Written by Felipe Salles   
Friday, 10 July 2009 02:14

 

Desde o início da publicação da Base Militar Web Magazine, ALIDE nunca perdeu um único Exercício UNITAS. Este ano, a US Navy escolheu realizar ela mesma um evento superlativo, uma comemoração com toda a pompa que o cinqüentenário do exercício naval multinacional mais tradicional do mundo, sem dúvida, merece. Ao invés de se dividir em Fase do Atlântico e do Pacífico, desta vez; os navios, aeronaves, marinheiros e fuzileiros das marinhas de toda a América Latina se reuniram na Base Naval de Mayport, na Flórida, para uma grande e unificada comemoração. Nesta edição, nossos cinco repórteres enviados à Flórida, trazem para nossos leitores uma edição especial da Base Militar, com seis matérias especiais e exclusivas, enfocando os diversos aspectos deste cinqüentenário. Aproveitem! 

 

 

 

Bodas de Ouro em Mayport

A primeira UNITAS foi realizada em 1960 contando com 48 navios da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Peru, Uruguai e Venezuela. Neste ano, 25 navios, quatro submarinos, mais de 50 aeronaves, 650 Fuzileiros Navais, e 6000 marinheiros de onze países, vieram até os EUA. Uma das grandes novidades foi a participação, num cenário “Joint”, de unidades militares da US Navy, do Marine Corps, e da US Air Force.

Entrada da Base Naval de Mayport
Entrada da Base Naval de MayportEntrada da Base Naval de Mayport
USS De Wert com USS Samuel B. Roberts ao fundo
USS De Wert com USS Samuel B. Roberts ao fundoUSS De Wert com USS Samuel B. Roberts ao fundo
USS Mesa Verde
USS Mesa VerdeUSS Mesa Verde
USS Carney com USS Roosevelt ao fundo
USS Carney com USS Roosevelt ao fundoUSS Carney com USS Roosevelt ao fundo
USS Carney com USS Roosevelt ao lado
USS Carney com USS Roosevelt ao ladoUSS Carney com USS Roosevelt ao lado

Fragata Constituição
Fragata ConstituiçãoFragata Constituição
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
HMCS Corner Brook
HMCS Corner BrookHMCS Corner Brook
 

Os objetivos principais neste 50° aniversário foram: prover um ambiente de treinamento rigoroso onde as diversas marinhas conduzem operações conjuntas e combinadas num cenário realista. Produzir um evento onde se pudesse desenvolver táticas, técnicas e procedimentos padronizados. E  promover a interoperabilidade, desenvolvendo a capacidade de construção de coalizões e a cooperação multi-lateral para a segurança. 

Alguns países trouxeram seus navios e tripulantes como a Alemanha, o Brasil, o Canadá, o Chile, a Colômbia, os Estados Unidos, México e Peru. Outros países, como Argentina, Republica Dominicana e o Uruguai, participaram do evento apenas com oficiais alocados ao staff do comando do Esquadrão de Destróieres 40 (DESRON 40), a unidade da US Navy responsável pela organização e administração deste evento.

HMCS Corner Brook
HMCS Corner BrookHMCS Corner Brook
HMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
HMCS Corner Brook com seu revestimento soltandoHMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
HMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
HMCS Corner Brook com seu revestimento soltandoHMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
Vela do HMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
Vela do HMCS Corner Brook com seu revestimento soltandoVela do HMCS Corner Brook com seu revestimento soltando
HMCS Corner Brook
HMCS Corner Brook HMCS Corner Brook
 

Aguirre e Almirante Padilla
Aguirre e Almirante PadillaAguirre e Almirante Padilla
USS Hue City
USS Hue CityUSS Hue City
Fragata Blanco Encalada
Fragata Blanco EncaladaFragata Blanco Encalada
Canhão principal
Canhão principal Canhão principal
Tubos lança torpedos embutidos
Tubos lança torpedos embutidosTubos lança torpedos embutidos
  

Os meios dos EUA

Como sempre, cabe ao anfitrião alocar o maior numero de navios, aeronaves e unidades da UNITAS. No entanto, nem todos os meios americanos se envolveram na UNITAS do início até o fim. Muitas unidades locais tomaram parte do evento, entre eles:  

Comando Naval do Sul/ Comando da Quarta Frota (COMUSNAVSO/C4F) 

Comando do 40° Esquadrão de Destróieres (COMDESRON 40) 

1° Grupo Fluvial (RIVGRU 1) 

NDD USS Mesa Verde (LPD-19) 

Fragata USS Doyle (FFG-39) 

Fragata USS Kauffman (FFG-59)Destróier USS Donald Cook (DDG-75)

Navio Patrulha USCGC Thetis (WMEC-910) 

Submarino de Ataque Nuclear  USS Newport News (SSN-750)

NDD USS Oak Hill (LSD-51 - Entre 19 de abril e 1° de maio) 

Aeronaves dos USMC (F-18, MV-22, CH-46’s) 

Aeronaves da USAF (F-15, B-52). 

Helicópteros do Esquadrão de testes aéreos e avaliação VX-1 (2 x 60R, 1 x 60S). 

Comando da Força Aérea Naval do Atlântico (COMSTRKFORTRALANT) 

Aviões de Patrulha Marítima da 11ª Ala de Patrulha e Reconhecimento (CPRW-11/P-3C) 

Cabine para auxílio ao pouso de helicópteros
Cabine para auxílio ao pouso de helicópterosCabine para auxílio ao pouso de helicópteros
Cabine para auxílio ao pouso de helicópteros
Cabine para auxílio ao pouso de helicópterosCabine para auxílio ao pouso de helicópteros
Sea Knight
Sea KnightSea Knight
USS Kauffman e USCG Thetis
USS Kauffman e USCG ThetisUSS Kauffman e USCG Thetis
USS Boone e o Prevail
USS Boone e o PrevailUSS Boone e o Prevail

Cartagena de Indias com a fragata Blanco ao lado
Cartagena de Indias com a fragata Blanco ao ladoCartagena de Indias com a fragata Blanco ao lado
USS Stephen W. Groves
USS Stephen W. GrovesUSS Stephen W. Groves
Aguirre
AguirreAguirre
HMCS Montreal
HMCS MontrealHMCS Montreal
HMCS Montreal
HMCS MontrealHMCS Montreal
  

Meios participantes entre 23 e 25 de abril: 

Comando do 8º Esquadrão Anfíbio (CPR 8) 

NDD USS Ashland (LSD-48)Destróier USS Forrest Sherman (DDG-98)Fragata USS John L Hall (FFG-32)

Meios participantes entre 29 de abril e 3 de maio 

Carrier Strike Group do USS Harry S. Truman, composto por: Comando do CSG 10 - CCSG 10

Comando Esquadrão de Destróieres 26 CDS 26 

Ala aérea embarcada CVW 3 

NAe USS Harry S. Truman (CVN-75) 

Cruzador USS Hue City (CG-66)Destróier USS Carney (DDG-64)

Destróier USS Oscar Austin (Dia 28 de abril para acompanhamento do casco para o Sinkex) 

Destróier USS W. S. Churchill (DDG-81)N/T USNS Arctic (T-AOE-8)

Submarino de ataque nuclear USS Norfolk (SSN-714) 

Tripulação do HMCS Montreal dando uma guaribada
Tripulação do HMCS Montreal dando uma guaribadaTripulação do HMCS Montreal dando uma guaribada
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
 

Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Placa comemorativa de sua construção
Placa comemorativa de sua construçãoPlaca comemorativa de sua construção
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
  

Os participantes estrangeiros da UNITAS Gold

O Brasil veio com o submarino Tikuna (S 34) e a fragata Constituição (F42) com seu helicóptero orgânico o helicóptero Super Lynx N-4004. 

O Canadá também trouxe um submarino (o HMCS Corner Brook - S 878), e uma fragata da classe Halifax, a HMCS MONTREAL (336). 

A Armada de Chile mandou, além de um avião de patrulha P-3, uma de suas novas fragatas classe Karel Doorman/“M”, a Almirante Blanco Encalada (FF-15), com um helicóptero Super Puma orgânico “73”. 

Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
Passadiço da Montreal
Passadiço da MontrealPassadiço da Montreal
 

Frankfurt am Main
Frankfurt am MainFrankfurt am Main
Uss Kauffman e Uss Doyle ao lado
Uss Kauffman e Uss Doyle ao ladoUss Kauffman e Uss Doyle ao lado
ASROC da ARM Mina
ASROC da ARM Mina ASROC da ARM Mina
Canhão principal da ARM Mina
Canhão principal da ARM MinaCanhão principal da ARM Mina
Passadiço da ARM Mina
Passadiço da ARM MinaPassadiço da ARM Mina
  

Passadiço da ARM Mina
Passadiço da ARM MinaPassadiço da ARM Mina
COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
 

COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
COC da ARM Mina
COC da ARM MinaCOC da ARM Mina
Hangar da ARM Mina com o Bolkow BO-105 Super Five
Hangar da ARM Mina com o Bolkow BO-105 Super FiveHangar da ARM Mina com o Bolkow BO-105 Super Five
Bolkow BO-105 Super Five
Bolkow BO-105 Super FiveBolkow BO-105 Super Five
Bolkow BO-105 Super Five
Bolkow BO-105 Super FiveBolkow BO-105 Super Five
   

A Marinha Colombiana veio com o navio tanque/logístico ARC Cartagena de Índias (BL-161) e a corveta ARC Almirante Padilla (FL 51) com um único helicóptero Eurocopter AS 555 Fennec, o "ARC204". Este helicóptero não é idêntico ao problemático Esquilo Bi da nossa Marinha, porque ele é equipado com dois turboeixos Turbomeca Arrius. Ele também é equipado com um radar americano de busca de superfície Telephonics RDR-1500B, operando na banda X e cobrindo 360°. O Cartagena de Índias é um navio logístico que foi adquirido de segunda mão à Marinha Alemã onde ele era chamado de A1411 Lüneburg. Este navio é da mesma classe que o navio uruguaio General Artigas visitado por ALIDE há alguns anos atrás: 

[http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/55-ed14/88-rou-gen-artigas-a-estreia-do-6d-general-]. 

Após cruzar o Atlântico e passar por Salvador, no Brasil, o Grupo Tarefa alemão, realizando sua viagem de instrução de guarda-marinhas, aproveitou para participar da UNITAS com todos seus três navios, as fragatas Sachsen (F219) e Lubeck (F214) e também com o navio tanque/logístico Frankfurt Am Main (A 1412).

Bolkow BO-105 Super Five
Bolkow BO-105 Super FiveBolkow BO-105 Super Five
Partida dos navios com o USS Oak Hill ao fundo
Partida dos navios com o USS Oak Hill ao fundoPartida dos navios com o USS Oak Hill ao fundo
GT alemão iniciando a saída
GT alemão iniciando a saídaGT alemão iniciando a saída
ARM Oaxaca e a Constituição
ARM Oaxaca e a ConstituiçãoARM Oaxaca e a Constituição
Lubeck saindo de Mayport com o sol nascendo
Lubeck saindo de Mayport com o sol nascendoLubeck saindo de Mayport com o sol nascendo
 

Barco auxiliar diminuto
Barco auxiliar diminutoBarco auxiliar diminuto
Lanchas com metraladoras patrulhando a saída dos navios
Lanchas com metraladoras patrulhando a saída dos naviosLanchas com metraladoras patrulhando a saída dos navios
Lanchas com metraladoras patrulhando a saída dos navios
Lanchas com metraladoras patrulhando a saída dos naviosLanchas com metraladoras patrulhando a saída dos navios
Rebocador acompanhando a saída dos navios
Rebocador acompanhando a saída dos naviosRebocador acompanhando a saída dos navios
Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
 

Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
Mastro principal da Constituição
Mastro principal da ConstituiçãoMastro principal da Constituição
Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
 

Lubeck
LubeckLubeck
FF Blanco Encalada
FF Blanco EncaladaFF Blanco Encalada
Navios em direção ao Rendezvous para a Photex
Navios em direção ao Rendezvous para a PhotexNavios em direção ao Rendezvous para a Photex
FF Blanco Encalada
FF Blanco EncaladaFF Blanco Encalada
FGS Sächsen
FGS SächsenFGS Sächsen
 

Único país latino da América do Norte, o México não costuma fazer parte das UNITAS sul americanas, mas desta vez eles compareceram com tudo. Veio uma fragata da classe Knox, a ARM MINA (F-214) com seu helicóptero Bo-105CD “AMHP-102” e com o Navio Patrulha Oceânico ARM OAXACA (PO-161), transportando o Eurocopter Pantera “AMHP-151”. O Oaxaca é velho conhecido dos brasileiros, pois representou a marinha mexicana nas comemorações dos 200 anos de Tamandaré em 2008. 

O BAP AGUIRRE (FM 55) da Marina de Guerra del Peru é uma das quatro fragatas italianas da classe Lupo, recebidas de segunda mão da Marinha Italiana em 2002. Seu helicóptero orgânico é um Agusta Bell AB 212 ASW. Este lote de quatro navios usados se juntou a frota anterior de quatro Lupos compradas novas alguns anos antes. 

O Exercício Anfíbio

Em paralelo, com o evento naval, foi realizado um sub exercício de desembarque anfíbio aproveitando a presença do USS Mesa Verde e do USS Ashland no GT da UNITAS. A tropa multinacional de fuzileiros navais estava composta por 289 militares, sendo: 140 canadenses, 45 do México, 34 do Peru, 25 do Brasil, 25 da Colômbia, 15 do Uruguai e apenas 2 bolivianos. 

unitas-gold_081
unitas-gold_081unitas-gold_081
unitas-gold_082
unitas-gold_082unitas-gold_082
unitas-gold_083
unitas-gold_083unitas-gold_083
Pavilhão Nacional na Fragata Constituição
Pavilhão Nacional na Fragata ConstituiçãoPavilhão Nacional na Fragata Constituição
Vista do hangar da Cosntituição
Vista do hangar da CosntituiçãoVista do hangar da Cosntituição
 

Equipe do HA-1 puxando o Lynx 4004 para o convôo
Equipe do HA-1 puxando o Lynx 4004 para o convôo Equipe do HA-1 puxando o Lynx 4004 para o convôo
unitas-gold_087
unitas-gold_087unitas-gold_087
unitas-gold_088
unitas-gold_088unitas-gold_088
unitas-gold_089
unitas-gold_089unitas-gold_089
unitas-gold_090
unitas-gold_090unitas-gold_090
   

Pelo lado americano, participaram deste exercício: o comando de fuzileiros navais direcionado para nossa região, o MARFORSOUTH, e tropas oriundas do 24° Regimento de Marines, incluindo um Elemento de Comando (CE) com 141 militares, um Elemento de Combate Aéreo (ACE) com 28 homens, um Comand Logistics Element (CLE) de 36 pessoas e Elemento de Combate Terrestre (GCE) apresentando 189 oficiais e praças. No total o USMC envolveu 394 militares nesta UNITAS. 

Riverine Operations

Outro subexercício inédito numa UNITAS foi o realizado para as forças fluviais. Aqui, entre 22 e 29 de abril o NECC (Navy Expeditionary Combat Command) e o RIVGRU (Riverine Group) ONE, com um total de 30 pessoas recebeu sete militares do Equador (1), México (2), Peru (2) e Uruguai (2). 

O treinamento de combate fluvial (Riverine) se dividiu em duas fases. A primeira envolveu a criação de uma base avançada operacional (“FOB”, na sigla em inglês) combinada no Quartel A. P. Hill, localizado no Estado da Virgínia [GE: 38° 07’ 04 “N 77° 16’ 35” W]. A segunda fase contemplou evoluções fluviais e navegação dentro de um cenário, além de exercícios de manobras, engenharia e comunicações. Este evento previu também o exercício de táticas com um perfil completo de missão operacional. O terceiro evento foram as visitas ao NECC, ao RIVGRU e às unidades da USN em Little Creek relacionadas a esta atividade. Findo isso os militares desmancham o FOB e retornaram à sua base. 

Oficial americano chegando para embarcar na Constituição
Oficial americano chegando para embarcar na ConstituiçãoOficial americano chegando para embarcar na Constituição
Lancha rápida se aproximando para o desembarque
Lancha rápida se aproximando para o desembarqueLancha rápida se aproximando para o desembarque
Lancha rápida
Lancha rápidaLancha rápida
Lynx 4004 espotado no convôo
Lynx 4004 espotado no convôoLynx 4004 espotado no convôo
unitas-gold_095
unitas-gold_095unitas-gold_095
 

unitas-gold_096
unitas-gold_096unitas-gold_096
unitas-gold_097
unitas-gold_097unitas-gold_097
unitas-gold_098
unitas-gold_098unitas-gold_098
Cougar naval chileno espotado no convôo
Cougar naval chileno espotado no convôo Cougar naval chileno espotado no convôo
Pronto para voar!
Pronto para voar!Pronto para voar!
 

unitas-gold_101
unitas-gold_101unitas-gold_101
unitas-gold_102
unitas-gold_102unitas-gold_102
unitas-gold_103
unitas-gold_103unitas-gold_103
Constituição guinando para reposicionamento
Constituição guinando para reposicionamentoConstituição guinando para reposicionamento
unitas-gold_105
unitas-gold_105unitas-gold_105
 

unitas-gold_106
unitas-gold_106unitas-gold_106
unitas-gold_107
unitas-gold_107unitas-gold_107
unitas-gold_108
unitas-gold_108unitas-gold_108
unitas-gold_109
unitas-gold_109unitas-gold_109
unitas-gold_111
unitas-gold_111unitas-gold_111
 

A organização da UNITAS Gold

Para maximizar o potencial de aprendizado a UNITAS Gold foi dividida em cinco fases distintas: 

Fase de porto (Recepções, Conferências, Eventos esportivos). Esta é a última etapa de planejamento do evento e permite que mudanças de última hora possam ser fatoradas dentro do planejamento previamente acordado. Este foi o espaço reservado para a interação pessoal dos oficiais e praças das diversas nações envolvidas. Os contatos pessoais realizados aqui serão utilizados posteriormente para aproximar cada vez mais as marinhas do nosso hemisfério. Este momento permite também que as tripulações desgastadas após vários dias no mar vindo de seus respectivos países, possam se recuperar para poder entrar de cabeça no exercício militar propriamente dito. 

O “Basic Work up Phase” (ASW, SUW, AAW, MIO) Aqui se dá o “aquecimento” para as fases posteriores do exercício, partindo de exercícios mais simples e cada vez ficando mais exigentes e complexos. Aqui também é que os navios praticam os “leapfrogs” (passagens a pequena distância) antes de se sentirem confortáveis o suficiente para tentarem a realização da faina de reabastecimento de óleo no mar com navios de outras marinhas. 

O “SINKEX” do casco do ex-USS Conolly (DD-979)

A oportunidade de tomar parte num exercício de emprego de mísseis reais é sempre uma experiência especial na careira de qualquer militar, e nesta UNITAS os participantes tiveram a oportunidade de dispor do casco de um destróier da antiga classe Spruance, um gigante que na sua época operacional deslocava 8040 toneladas e media 172 metros de comprimento  [http://en.wikipedia.org/wiki/USS_Conolly_(DD-979)]. 

Centro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - ConstituiçãoCentro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - ConstituiçãoCentro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - ConstituiçãoCentro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - ConstituiçãoCentro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - Constituição
Centro de Operações de Combate - ConstituiçãoCentro de Operações de Combate - Constituição
 

Tiro contra Granada Iluminativa - Gil
Tiro contra Granada Iluminativa - GilTiro contra Granada Iluminativa - Gil
unitas-gold_118
unitas-gold_118unitas-gold_118
unitas-gold_119
unitas-gold_119unitas-gold_119
unitas-gold_120
unitas-gold_120unitas-gold_120
unitas-gold_121
unitas-gold_121unitas-gold_121
 

Leap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata LubeckLeap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata LubeckLeap Frog com a Fragata Lubeck
unitas-gold_124
unitas-gold_124unitas-gold_124
unitas-gold_125
unitas-gold_125unitas-gold_125
Leap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata LubeckLeap Frog com a Fragata Lubeck
 

Leap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata LubeckLeap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata Lubeck
Leap Frog com a Fragata LubeckLeap Frog com a Fragata Lubeck
CF Sertã durante a faina de Leap Frog
CF Sertã durante a faina de Leap Frog CF Sertã durante a faina de Leap Frog
unitas-gold_130
unitas-gold_130unitas-gold_130
unitas-gold_131
unitas-gold_131unitas-gold_131
  

O “Exercise Scenario Phase”

A última grande atividade no mar foi a fase do cenário, ou como se chamava antigamente o “Free Play” 

Cerimônias de encerramento

A fase de porto permitiu que as unidades treinassem as táticas a serem usadas no mar bem como atividades esportivas e sociais e transferência de pessoal visando solidificar a amizade. 

O Estado Maior Multinacional

Foram criadas seis Concepts of Operations ("CONOPS")

  • Interdição Marítima Individuais de Alto Valor 
  • Liberdade de Navegação
  • Rebastecimento no Mar com Oposição
  • Mostra de Força
  • Assistência Humanitária
  • Antipirataria

Exercise Scenario Phase/“Free Play”

Task Group Multinacional impondo resoluções CS da ONU contra o país “Amber” 

Operações Aéreas

A UNITAS criou a oportunidade de se conduzir operações aéreas com 10 modelos distintos de helicópteros, e cinco tipos de aeronaves de asa fixa.  Mais de 200 surtidas e mais de 400 horas foram voadas sem qualquer acidente. 

unitas-gold_132
unitas-gold_132unitas-gold_132
unitas-gold_133
unitas-gold_133unitas-gold_133
Lynx 4004 sobrevoando a Constituição
Lynx 4004 sobrevoando a ConstituiçãoLynx 4004 sobrevoando a Constituição
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
 

Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Submarino Tikuna
Submarino TikunaSubmarino Tikuna
Fim do dia se aproximando, mas o QRPB continua.
Fim do dia se aproximando, mas o QRPB continua.Fim do dia se aproximando, mas o QRPB continua.
 

Lynx 4004
Lynx 4004Lynx 4004
unitas-gold_144
unitas-gold_144unitas-gold_144
unitas-gold_145
unitas-gold_145unitas-gold_145
unitas-gold_146
unitas-gold_146unitas-gold_146
unitas-gold_147
unitas-gold_147unitas-gold_147
 

unitas-gold_148
unitas-gold_148unitas-gold_148
unitas-gold_149
unitas-gold_149unitas-gold_149
unitas-gold_150
unitas-gold_150unitas-gold_150
unitas-gold_151
unitas-gold_151unitas-gold_151
unitas-gold_152
unitas-gold_152unitas-gold_152
  

O Núcleo de Comando e Controle da Força.

Para aumentar a oportunidade de aprendizado dos oficiais estrangeiros foram criadas duas salas de Comando e Controle, operando 24/7, dentro do Mesa Verde. Uma era a sala do Multinational Staff, o grupo que auxiliava o Comodoro na administração do exercício. Esse grupo criava as inserções de informações que fariam os comandantes dos navios terem que modificar suas estratégias táticas para se adaptar às mudanças no cenário. Nesta sala dez PCs ligados em rede permitiam que os oficiais realizassem suas tarefas. 

A outra sala empregada era a chamada “Battle Watch Station”. Aqui, outro grupo de oficiais consolidava 24 horas por dia todas as movimentações e decisões tomadas pelos comandantes das SAGs e dos navios individuais. No fundo desta sala, dois telões coloridos exibiam permanentemente a posição dos diversos navios que participavam do exercício. A despeito de todos os membros do staff multinacional do Comodoro serem oficiais seniores, o seu acesso ao Centro de Operações de Combate (COC) do USS Mesa Verde era fortemente controlado, e, apenas autorizado para algumas pessoas, em momentos específicos e limitados, como foi durante a visita da imprensa. 

A principal forma de comunicação usada entre os navios foi um sistema de acesso à internet via satélite. Exclusivamente para a UNITAS Gold, a US Navy implementou um servidor publico de chat na Internet, que permitia a troca, em tempo real, de informações entre os navios. 

unitas-gold_153
unitas-gold_153unitas-gold_153
unitas-gold_154
unitas-gold_154unitas-gold_154
unitas-gold_155
unitas-gold_155unitas-gold_155
unitas-gold_156
unitas-gold_156unitas-gold_156
unitas-gold_157
unitas-gold_157unitas-gold_157
 

unitas-gold_158
unitas-gold_158unitas-gold_158
unitas-gold_159
unitas-gold_159unitas-gold_159
unitas-gold_160
unitas-gold_160unitas-gold_160
unitas-gold_161
unitas-gold_161unitas-gold_161
unitas-gold_162
unitas-gold_162unitas-gold_162
   

O “Scenario”: Um conflito fronteiriço, e “quente”

Como sempre, os planejadores da missão imaginam um cenário hipotético complexo, um ambiente fictício, que servirá simultaneamente de pano de fundo, fio condutor e tema agregador para todos os variados eventos previstos do exercício multinacional. 

Nesta UNITAS todos os fatos que se vêm nos noticiários da televisão estão presentes. Desde as operações navais, terrestres e aéreas de coalizão multinacional, realizadas nos moldes da OTAN, até o combate ao terrorismo internacional e à pirataria. Hoje em dia, são cada vez mais importantes as missões de MIO (Maritime Interdiction Operations) (operações de intervenção marítima) e estas foram bastante praticadas. 

Os “países-personagens” aqui foram “Amber” e Garnet. Enquanto Garnet era um país claramente pró-ocidental, Amber era hostil a Garnet e aos membros da coalizão ocidental. Geograficamente, Garnet ocuparia os territórios dos estados americanos da Flórida, Alabama, Mississipi, Louisiana e Texas; enquanto Amber seria composto daqueles estados da costa leste que ficam ao norte da Flórida. No passado, os dois países já estiveram em guerra e a despeito de estarem agora numa situação de paz, Amber se encontra determinado a exportar para o outro lado da fronteira sua versão de uma “revolução popular”, e, para tanto apóia o grupo insurgente/terrorista PIG – “Pharm in Garnet”. Neste cenário os navios da UNITAS são uma força da ONU incumbida da proteção de Garnet. 

Um dos primeiros movimentos que deu a partida na “crise internacional” foi a tomada da Embaixada do Canadá em Garnet por membros do PIG, imediatamente exigindo o pagamento de resgate em troca da liberdade dos diplomatas seqüestrados. 

Esse “evento” particular criou a condição para que as tropas de fuzileiros navais desembarcados efetuassem uma missão de evacuação de não-combatentes da “embaixada” localizada na área da base militar de Camp Blanding. 

Dentro do cenário fictício, embora uma “guerra” de verdade ainda não tivesse eclodido entre os dois países vizinhos, foi julgado necessário realizar uma demonstração de força por parte das forças multinacionais em Garnet. Um desembarque anfíbio com LCACs desde o Mesa Verde e o Oak Hill foi então efetuado sobre uma praia “amiga”, ainda dentro do território de Garnet. Esse desembarque deveria servir para dissuadir Garnet, de forma a não prosseguirem em sua retórica agressiva contra Amber.  

As Lições aprendidas

O sucesso de um exercício grande e caro como este é sempre medido em termos da quantidade e qualidade das lições aprendidas. Neste caso, as principais lições listadas no relatório final ao Secretário da Marinha Americana foram: 

Comunicações

Um servidor de informações (internet via satélite) comum com as nações parceiras é indispensável, especialmente porque não existia a padronização dos sistemas de datalink e comunicação verificada no âmbito da OTAN. 

Oficiais de Ligação com as Nações Parceiras

Os LNOs (sigla em inglês) no estado maior do Task Group foram vitais para a coordenação dos eventos com seus respectivos navios. Quando a situação ficava “nebulosa” o LNO assumia o chat e tratava de alinhar as necessidades e demandas de ambos os lados. 

Flexibilidade

O Estado Maior multinacional do Task Group conseguiu contornar múltiplos desafios e garantir a execução de todos os eventos de forma segura e produtiva 

Comodoro Laco, comandante do Desron 40 e da UNITAS Gold

Rudy Laco é um militar inusitado por estar sempre sorridente e demonstrar estar muito confortável na frente de jornalistas. Filho de pais filipinos, o Comodoro Laco comanda a unidade de navios de escolta que é ligada à América do Sul e área do Caribe, o Destroyer Squadron 40. 

Na US Navy “Comodoro” é o título que se dá a um CMG que comanda unidades com múltiplos navios.  “Este foi um bom ano!” Começou dizendo o Comodoro, “E agora temos um leque de novos objetivos para o DESRON 40. Aprendemos a trabalhar como um único time, tanto internamente dentro da US Navy como externamente (com outras marinhas). Demos grandes passos na direção da interoperabilidade com as marinhas da nossa região e, pessoalmente estamos contribuindo para o todo da US Navy ao criar novas oportunidades de exercitar nossa competência na guerra antisubmarina (ASW). Anteriormente a guerra antisubmarina era central à doutrina da US Navy, mas naquela época o cenário de emprego era sempre no meio do oceano contra os SSNs e SSBNs soviéticos. Agora, todo o cenário ASW se mudou para as regiões do litoral, e para os silenciosos submarinos diesel-elétricos. Aqui no DESRON tanto os navios, como o staff, está focado no tema guerra antisubmarina. Nós conseguimos navegar ao redor da América do Sul, participando em exercícios locais com o Brasil, Argentina, Chile e Peru. Dentro da US Navy os nossos navios Farragut e Kaufmann foram reconhecidos por suas competências ASW. A USS Kaufmann  inclusive ficou em segundo lugar entre todos os escoltas da Atlantic Fleet (Esquadra do Atlântico)”. 

E ele continua, satisfeito: “Nosso trabalho principal aqui é a formação de parcerias (Partner Building, em inglês) e nossos planos vão além de meros exercícios. Buscamos, mais do que nunca, a compreensão das necessidades particulares de cada parceiro. Nós aplicamos esse ideal junto ao Chile, Uruguai e Argentina. Eles nos mostraram seus projetos e nós juntos descobrimos uma forma de seguir adiante com eles. No novo processo nós apresentamos às marinhas da região o que nós temos de capacidades nos nossos navios – como se fosse um cardápio – e elas escolhem o que faremos nas operações. Isso é claro, além das operações de cunho humanitário que sempre estão em demanda no continente. 

O último objetivo que tínhamos em mente para nossa atuação era tentar conseguir pelo menos uma grande apreensão de drogas, no Caribe ou no Pacífico. Isso maximizaria [no plano político interno americano] o retorno sobre o importante investimento necessário para mandar os nossos navios para os mares da América do Sul. Isso foi finalmente alcançado, quando no encerramento do nosso ultimo deployment, colaborando com navios da marinha holandesa, nós interceptamos um navio mercante com um carregamento de cocaína”. 

“Conseguimos fazer muitos exercícios bilaterais, além da UNITAS, assim como tomamos parte de várias PASSEX, exercícios breves de navegação e de comunicação entre navios. E todo esse esforço culminou criação na Panamax, com a presença do Almirante Kernan da Quarta Frota, de uma Força Multinacional Marítima com duas Forças Tarefas. A TF do Pacífico era comandada por um almirante chileno, enquanto a do Atlântico era responsabilidade de um almirante brasileiro”, se orgulha de contar o Comodoro Laco. Ele continua: “Nós operamos na região da América Latina, e sabemos que temos que ter um efeito econômico positivo para nossos países. A segurança que propiciamos faz com que mais bens possam circular em segurança pelos mares. Operamos junto, mas prioritariamente cada marinha tem a obrigação de atender aos objetivos de sua própria nação. Por exemplo, a Marinha do Brasil tem uma necessidade explícita de defender as suas riquezas da camada do ‘pré-sal’. 

Perguntado sobre qual deveria ser o impacto da Quarta Frota nas relações dos EUA com os países da América do Sul ele comentou que: “Acredito que a Quarta Frota servirá como um importante condutor para executar nossa estratégia marítima comum na nossa região. Inclusive é preciso lembrar sempre que a nossa Quarta Frota não tem navios próprios, ela tem é ‘missões próprias’. Agora que podemos dizer que temos uma relação militar x militar bem sedimentada na nossa região, podemos buscar novas oportunidades para seguir adiante, como: a participação chilena nos Exercícios RimPac e o programa de intercâmbio de submarinos diesel-elétricos (DESI). 

O que nós buscamos são oportunidades para aprendermos e operarmos juntos, em diferentes mares, climas e topografias submarinas. Nossas habilidades de planejamento estão em expansão, e a UNITAS expande o uso de nossas tecnologias comuns. Por exemplo, este Task Group (Grupo Tarefa) aqui poderia sem dificuldades zarpar neste momento para operar no Teatro Naval do Mediterrâneo. Aqui, nosso maior desafio é geralmente a língua, não os procedimentos.  Para incentivar essa aproximação, cada um dos países participantes tem oficiais alocados ao meu Estado Maior”. 

Insisto com os aspectos mais amplos que nos afetam aqui no Brasil: Qual seria o papel do Africa Command nessa estratégia? Ele responde: “Do outro lado do Atlântico, na África, temos aumentado nossa presença naquele continente através dos Africa Parnership Stations. Nós não fomos para lá por causa de algum iminente risco de guerra. São as marinhas locais que acionam a US Navy, principalmente no objetivo de trocarmos idéias. Nós aprendemos que o Terrorismo se combate auxiliando os grupos e governos locais”. 

“Uma grande mudança na nossa política para a nossa região foi o envio do navio hospital Confort aos países mais pobres, inclusive com equipes multinacionais de médicos e enfermeiros a bordo”, ele lembra que já havíamos falado disso anteriormente. “Lembre-se que furacões ocorrem todos os anos, e a US Navy estará sempre pronta a trazer seus recursos para auxiliar em situações de crise ambiental e/ou humanitária”. Nenhuma nação sozinha tem todos os recursos necessários para atacar graves problemas com o do tráfego internacional de drogas. Várias nações precisam cooperar para que a missão seja realizada, e, agora, já temos todos os nomes e telefones de contato bem à mão. 

E o Comodoro conclui: “Eu fui muito afortunado de poder viver esta experiência de comando aqui, e entre fevereiro e março de 2010 devo entregar o posto e passar para outro desafio. Dentro da US Navy, o normal é que o comando de um DESRON se desloque no máximo uma vez antes de trocar de cargo, eu tive a sorte de realizar dois deployments inteiros, além de ter participado também de um ‘mini-deployment’”.

 

 

Last Updated on Friday, 21 August 2009 22:16
 

Translate

Browse this website in:

Busca Rápida
Serial
(FAB, MB ou EB)


Copyright © 2018 Base Militar Web Magazine. All Rights Reserved. Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.