O USS Carl Vinson no Rio PDF Print E-mail
Written by Felipe Salles   
Thursday, 20 May 2010 15:38

 

 

 

CVN70 FS

Com um deslocamento de mais de 101.300 toneladas o USS Carl Vinson (CVN-70) é o terceiro dos super porta-aviões da classe Nimitz a ter entrado em operação na US Navy. São estes dez gigantes dos mares que sustentam, mais do que qualquer outra classe individual de navios da US Navy, a missão de garantir a projeção do poder militar americano ao redor do globo.

Desde o nascimento da ALIDE, em 2004, alguns navios-aeródromos americanos já passaram pelo Rio de Janeiro. Agora, uma vez mais, a vinda deste navio aeródromo de propulsão nuclear faz parte de uma transferência do navio de uma base naval no Atlântico para uma no Pacífico. Em 2004, o USS Reagan veio ao Rio, em sua viagem de entrega, do estaleiro Newport News para a Base Naval de San Diego na Califórnia. Quatro anos depois, foi a vez do USS George Washington trocar sua “casa” em Norfolk, na Virgínia, pela base naval avançada americana em Yokosuka, no Japão. Em ambas as ocasiões, os navios vieram com um contingente reduzido de aeronaves unicamente porque não se encontravam a caminho do Golfo Pérsico ou de qualquer outro “hotspot” global.

CVN-70 dentro do dique seco
CVN-70  dentro do dique secoCVN-70  dentro do dique seco
CVN-70 no processo de RCOH
CVN-70 no processo de RCOHCVN-70 no processo de RCOH
Lateral da ilha do cvn-70
Lateral da ilha do cvn-70Lateral da ilha do cvn-70
Casco do CVN-70
Casco do CVN-70Casco do CVN-70
Instalando módulos novos no mastro
Instalando módulos novos no mastroInstalando módulos novos no mastro

Reformando compartimentos no interior do Carl Vinson
Reformando compartimentos no interior do Carl VinsonReformando compartimentos no interior do Carl Vinson
Reformando compartimento
Reformando compartimentoReformando compartimento
Os novos hélices
Os novos hélicesOs novos hélices
Corte e solda!
Corte e solda!Corte e solda!
CVN-70 no mar
CVN-70 no mar CVN-70 no mar
 

CVN-70 no mar
CVN-70 no mar CVN-70 no mar
CVN-70 destaque para a vista do convôo
CVN-70 destaque para a vista do convôoCVN-70 destaque para a vista do convôo
Escoltas formando para Photex
Escoltas formando para PhotexEscoltas formando para Photex
CVN-70 no mar
CVN-70 no mar CVN-70 no mar
Fragata Niterói
Fragata NiteróiFragata Niterói
 

USS Bunker Hill
USS Bunker Hill USS Bunker Hill
USS Bunker Hill e atrás Fragata Constituição
USS Bunker Hill  e atrás Fragata ConstituiçãoUSS Bunker Hill  e atrás Fragata Constituição
Fragata Independência
Fragata IndependênciaFragata Independência
Fragata Niterói
Fragata NiteróiFragata Niterói
Passex
PassexPassex

Photex
PhotexPhotex
Vista do interior do SH-60 que fotografou a Passex
Vista do interior do SH-60 que fotografou a PassexVista do interior do SH-60 que fotografou a Passex
CVN-70 e escoltas
 CVN-70 e escoltas CVN-70 e escoltas
A Fragata Niterói vista do convoo do CVN-70
A Fragata Niterói vista do convoo do CVN-70A Fragata Niterói vista do convoo do CVN-70
Ao centro o CVN-70 e os escoltas
Ao centro o CVN-70 e os escoltasAo centro o CVN-70 e os escoltas
 

O período de “RCOH”

Imediatamente antes de passar pelo Brasil, o Carl Vinson completou um período de manutenção pesada de três anos, processo chamado na linguagem da US Navy de de “Refueling and Complex Overhaul - RCOH” (reabastecimento e manutenção complexa, em português)  no único estaleiro no planeta com capacidade de os acolher em seus diques secos, o Northrop Grumman Newport News Shipbuilding localizado às margens do Rio James, no estado americano  da Virgínia. Segundo o planejamento da US Navy, durante a sua vida útil, um navio da classe Nimitz deverá ser docado apenas quatro vezes, uma das quais será o RCOH.

A um custo de 3,1 bilhão de dólares, e demandando mais de 20 milhões de homens-hora, o programa RCOH normalmente ocorre bem no meio da vida útil de 50 anos de cada um destes navios-aeródromos nucleares, sendo o Carl Vinson o terceiro navio desta classe a passar por ele. No centro deste processo está a remoção das varas de combustível nuclear gastas (e, por isso, altamente radioativas) e sua substituição por combustível novo. Estes elementos sólidos, assim com a água usada dentro do núcleo devem ser removidos com o maior cuidado para não correr o risco de se criar um perigoso acidente de contaminação nuclear na região.

A Constituição, Bunker Hill e o CVN-70
A Constituição, Bunker Hill e o CVN-70A Constituição, Bunker Hill e o CVN-70
Ao centro o CVN-70 no Photex
Ao centro o CVN-70 no PhotexAo centro o CVN-70 no Photex
USS Bunker Hill e atrás Fragata Constituição
USS Bunker Hill e atrás Fragata ConstituiçãoUSS Bunker Hill e atrás Fragata Constituição
Fragata Independência
Fragata IndependênciaFragata Independência
C-2
  C-2   C-2
 

C-2 chegando no Galeão
 C-2 chegando no Galeão C-2 chegando no Galeão
C-2 chegando no Galeão
 C-2 chegando no Galeão C-2 chegando no Galeão
C-2 abrindo a rampa trazeira
 C-2 abrindo a rampa trazeira C-2 abrindo a rampa trazeira
C-2 pintura de alta visibilidade dos Rough Riders
 C-2 pintura de alta visibilidade dos Rough Riders C-2 pintura de alta visibilidade dos Rough Riders
Rampa de entrada do C-2
Rampa de entrada do  C-2Rampa de entrada do  C-2
 

Convôo de decolagem com os aviões ao lado
Convôo de decolagem com os aviões ao ladoConvôo de decolagem com os aviões ao lado
Ilha vista do convôo
Ilha vista do convôoIlha vista do convôo
Ilha
Ilha Ilha
Vista de vante da ilha
Vista de vante da ilhaVista de vante da ilha
E-2 sobrevoa luminarias do convôo existentes no teto da ilha
E-2 sobrevoa luminarias do convôo existentes no teto da ilha E-2 sobrevoa luminarias do convôo existentes no teto da ilha

Ilha
IlhaIlha
Ilha
IlhaIlha
Ilha
IlhaIlha
Covôo ao funda Ilha
Covôo ao funda IlhaCovôo ao funda Ilha
Ilha
IlhaIlha

Sensor AN/SPS-49
Sensor AN/SPS-49Sensor AN/SPS-49
CVN70--047
CVN70--047CVN70--047
Sensor AN/SPS-48
Sensor AN/SPS-48Sensor AN/SPS-48
CVN70--049
CVN70--049CVN70--049
Rampa de entrada do C-2
Rampa de entrada do  C-2Rampa de entrada do  C-2

Em paralelo à troca de combustível, inúmeros reparos, modernizações e substituições são realizados nos diversos sistemas do navio, propulsão, eletricidade, catapultas, aparelho de frenagem e, inclusive, mudanças de configuração no interior dos compartimentos, alterando, removendo e inserindo armários e divisórias. Desta vez a US Navy aproveitou para trocar por novos os quatro grandes hélices do navio. O Carl Vinson permaneceu docado em Newport News por mais de um ano, as demais alterações sendo feitas com ele atracado naquele estaleiro. Apenas o período de testes do fabricante e as avaliações de aceitação pela US Navy exigiram mais de um ano para serem completados. Os dois conveses superiores da ilha foram removidos por completo e substituídos neste período junto com as antenas dos radares e de guerra eletrônica do navio. No Centro de Operações de Combate do navio, tanto o software quanto o hardware do sistema de combate foram trocados por versões mais modernas e de melhor desempenho.

O Carl Vinson no Brasil

Ha anos que o governo americano busca maneiras de compensar políticamente o “surto” de governos abertamente antiamericanos na América do Sul. Neste cenário, uma maior aproximação com o Brasil, o maior e mais importante pais do continente e que preserva uma posição politicamente pragmática na sua relação com os EUA, é um caminho natural. A US Navy, através do Southern Command e da recém recriada Quarta Frota, tem sido uma das pontas de lança diplomáticas neste processo de reaproximação. Ao atribuir um maior valor político internacional aos eventos militares regionais regulares, como a importante UNITAS Gold do ano passado, a US Navy propaga a mensagem de que sempre houve, e sempre haverá, um grande respeito mútuo e sinergia entre ela e as diversas marinhas da nossa região. Aproveitando da necessidade de transferência de uma costa para a outra do porta aviões americano foi montado um programa de integração com a Marinha do Brasil que permitiu seu uso para o treinamento dos pilotos do seu esquadrão VF-1. Esta unidade, a única operadora de caças de asa fixa embarcados do Brasil, no momento se encontra limitada pelo atraso na modernização dos seus aviões e na prolongada recuperação do navio-aerodromo brasileiro, o São Paulo. Para poder acompanhar estes testes dos aviões brasileiros de perto, a US Navy recebeu, por alguns dias, mais de 30 oficiais e praças da nossa aviação naval e da tripulação do São Paulo. Para eles esta foi uma oportunidade de ouro no seu processo de preparação de pessoal para a volta em serviço do São Paulo, prevista para a segunda metade deste ano.

C-2
 C-2 C-2
Covôo
 Covôo Covôo
Covôo ao fundo Ilha
 Covôo ao fundo Ilha Covôo ao fundo Ilha
Aviões de caça
Aviões de caçaAviões de caça
CVN70--055
CVN70--055CVN70--055
 

Vista para as aeronaves a bordo no CVN-70
Vista para as aeronaves a bordo no CVN-70Vista para as aeronaves a bordo no CVN-70
Covôo
CovôoCovôo
C-2
 C-2 C-2
C-2
 C-2 C-2
E- 2C Hawkeye
E- 2C Hawkeye E- 2C Hawkeye

F-18 de Lado
F-18 de LadoF-18 de Lado
C-2 Taxiando no covôo
 C-2 Taxiando no covôo C-2 Taxiando no covôo
C-2
C-2C-2
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
CVN70--065
CVN70--065CVN70--065
 

E-2C Hawkeye de lado
E-2C Hawkeye de ladoE-2C Hawkeye de lado
CVN70--067
CVN70--067CVN70--067
E-2C Hawkeye lado esquerdo e do lado direito C-2
E-2C Hawkeye lado esquerdo e do lado direito  C-2E-2C Hawkeye lado esquerdo e do lado direito  C-2
C-2
 C-2 C-2
C-2 sobrevoando o mar
C-2 sobrevoando o mar C-2 sobrevoando o mar
 

C-2 decolando
 C-2 decolando C-2 decolando
Exercício de Postos de Combate dentro do Hangar
Exercício de Postos de Combate dentro do HangarExercício de Postos de Combate dentro do Hangar
Exercício de Postos de Combate dentro do Hangar
Exercício de Postos de Combate dentro do HangarExercício de Postos de Combate dentro do Hangar
Símbolo do navio
Símbolo do navioSímbolo do navio
Pilotos do VF-1 no refeitório de oficiais do CVN-70
Pilotos do VF-1 no refeitório de oficiais do CVN-70Pilotos do VF-1 no refeitório de oficiais do CVN-70
 

O navio americano entrou na baía da Guanabara no dia 26 de fevereiro e, como de praxe, ficou fundeado em frente ao Porto do Rio, por não ter como passar por baixo da Ponte Rio-Niterói. Após um brevíssimo período de descanso e turismo para a tripulação, no dia 1º de março, ele partiu para realizar um exercício PASSEX junto com navios e um submarino da Marinha do Brasil. Sob o comando da DIV-2 da MB fizeram parte desse evento operacional simplificado as fragatas Niterói (F-40), Constituição (F-42) e Independência (F-44), além do submarino Tikuna (S-34).

A importância do “Air Power Demonstration”

A US Navy preparou um grande evento para a imprensa brasileira no próprio dia 1º de março. Pela primeira vez, dois aviões de transporte logístico embarcados C-2 Greyhound do navio vieram até a Base Aérea do Galeão apenas para apanhar os repórteres da imprensa nacional. Estavam presentes jornalistas e cinegrafistas tanto das mídias a especializada em temas de Defesa quanto da imprensa mais generalizada. A este grupo se agregaram alguns convidados VIPs para uma visita ao navio.

Os dois C-2 se aproximaram do pátio da Base Aérea do Galeão onde seus passageiros os aguardavam. Ao cortar a potência dos motores, um após o outro, executaram uma curva apertada de 180 graus, deixando a sua porta de carga e rampa traseiras de frente para nós. Ao entrar no avião o mais surpreendente é que os assentos, por sinal, de uma construção muito mais robusta do que os usados nas aeronaves civis comuns, ficavam inusitadamente voltados para a ré do avião. Segundo comentado era uma maneira de reduzir o impacto da operação embarcada nos passageiros. Entre a cabine de passageiros e a cabine de pilotagem existe um compartimento com paredes de metálicas e grades que é usada para colocar nossas malas e mochilas, absolutamente nada pode ficar solto sem ser perigosamente lançado sem controle durante o pouso ou na decolagem.  Apenas uma fileira de cadeiras tinha suas (pequeninas) janelas, para as demais, nada mais do a parede metálica. Todos os passageiros receberam capacetes, os chamados “cranials”, e coletes infláveis que pertencem ao próprio avião. O taxi ainda no Galeão foi longo e, tendo em vista o aspecto maciço da sua estrutura, como o trem de principal são instalados sob as naceles dos motores, ao passar pelas depressões no asfalto surpreendentemente a cabine sacoleja um pouco no plano lateral. Os dois C-2 que estavam a bordo do Carl Vinson pertenciam ao 5º Destacamento do Esquadrão VRC-40 conhecido como os “Low Riders” e apresentam na empenagem vertical uma vistosa pintura de alta visibilidade em laranja e amarelo.

Oficiais do CVN-70 acompanhando o resultado do exercício de postos de combate
Oficiais do CVN-70 acompanhando o resultado do exercício de postos de combateOficiais do CVN-70 acompanhando o resultado do exercício de postos de combate
Grupo de reporteres brasileiros recebem boas vindas a bordo
Grupo de reporteres brasileiros recebem boas vindas a bordoGrupo de reporteres brasileiros recebem boas vindas a bordo
CA Branch dando boas vindas aos covidados brasileiros
CA Branch dando boas vindas aos covidados brasileirosCA Branch dando boas vindas aos covidados brasileiros
O Senador Eduardo Azeredo um dos VIPs na recepção do CVN-70
O Senador Eduardo Azeredo um dos VIPs na recepção do CVN-70O Senador Eduardo Azeredo um dos VIPs na recepção do CVN-70
Mísseis AIM-9 armazenados na lateral do covôo
Mísseis AIM-9 armazenados na lateral do covôoMísseis AIM-9 armazenados na lateral do covôo

CVN70--081
CVN70--081CVN70--081
F-18
F-18F-18
F-18
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F-18
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CVN70--085
CVN70--085CVN70--085
 

F-18
F-18F-18
F-18
F-18F-18
F-18
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CVN70--089
CVN70--089CVN70--089
CVN70--090
CVN70--090CVN70--090

CVN70--091
CVN70--091CVN70--091
CVN70--092
CVN70--092CVN70--092
CVN70--093
CVN70--093CVN70--093
CVN70--094
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CVN70--095
CVN70--095CVN70--095
 

CVN70--096
CVN70--096CVN70--096
CVN70--097
CVN70--097CVN70--097
CVN70--098
CVN70--098CVN70--098
CVN70--099
CVN70--099CVN70--099
CVN70--100
CVN70--100CVN70--100

A decolagem, às 14h30, foi como é de se esperar para um turboélice, tranqüila mas barulhenta. A rotação da aeronave, tendo em vista a posição dos passageiros, é que nos aparentou ocorrer “ao contrário”. Quarenta minutos depois soou o sinal de pouso iminente e acelerando a expectativa pelo desconhecido. A esperada “violência” do pouso no gancho e da decolagem na catapulta era o tema que mais mexia com a imaginação dos visitantes, tanto dos civis quanto dos militares.

A frenagem após engancharmos no cabo foi muito brusca, agravada pela falta de qualquer referência visual do exterior, mas não foi nada que pudesse machucar ou ferir o passageiro que se encontra adequadamente afivelado no seu assento. Minha sensação foi como se a fuselagem do avião em vôo estivesse sustentada por dois cabos de aço, um no nariz e outro no rabo, e que este último tivesse se rompido subitamente me deixando “dependurado no vazio” sustentado apenas pelo meu cinto de segurança de quatro pontos. Somente a abertura da porta traseira (ou “frontal”, na nossa perspectiva invertida) pode nos restabelecer a orientação espacial. Ainda assim, vários dos passageiros saíram reclamando do “desconforto” da experiência. Nosso avião, com o número “40” na fuselagem foi o primeiro dos Greyhound a pousar, e, ao sairmos do seu interior, o segundo avião já se encontrava com as asas totalmente dobradas, recolhendo o gancho e taxiando para longe do cabo que o permitiu pousar no porta-aviões.

Sala de comando
Sala de comando Sala de comando
Fotos da operação de ajuda humanitária realizada no Haiti
Fotos da operação de ajuda humanitária realizada no HaitiFotos da operação de ajuda humanitária realizada no Haiti
CVN70--103
CVN70--103CVN70--103
CVN70--104
CVN70--104CVN70--104
CVN70--105
CVN70--105CVN70--105
 

CVN70--106
CVN70--106CVN70--106
CVN70--107
CVN70--107CVN70--107
CVN70--108
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Capitão Comandante do CVN-70 Bruce H. Lindsey
 Capitão Comandante do CVN-70 Bruce H. Lindsey Capitão Comandante do CVN-70 Bruce H. Lindsey
CVN70--110
CVN70--110CVN70--110

CVN70--111
CVN70--111CVN70--111
CVN70--112
CVN70--112CVN70--112
CVN70--113
CVN70--113CVN70--113
CVN70--114
CVN70--114CVN70--114
CVN70--115
CVN70--115CVN70--115

CVN70--116
CVN70--116CVN70--116
CVN70--117
CVN70--117CVN70--117
CVN70--118
CVN70--118CVN70--118
CVN70--119
CVN70--119CVN70--119
Bandeira do navio e atrás bandeira americana
Bandeira do navio e atrás bandeira americanaBandeira do navio e atrás bandeira americana

Lateral do navio
Lateral do navioLateral do navio
Demostração de Tiro
Demostração de TiroDemostração de Tiro
F-18
F-18F-18
F-18
F-18F-18
F-18
F-18F-18

Rapidamente, todo o grupo foi levado para dentro do navio para retornar o equipamento de proteção individual usado no vôo e para encontrar o oficial mais graduado do GT americano, o Comandante do Carrier Strike Group 1, Almirante Ted Branch. Foram visitados pelo grupo brasileiro o hangar e a Air Bridge do navio. É na Air Bridge onde o “Air Boss”, assistido pelo “Mini Boss”, controla a movimentação dos pousos e decolagens das aeronaves no navio.

O plano era fazer uma exibição pública das capacidades aéreas do Carl Vinson seguido por uma seqüência de aproximações dos aviões de caça da MB no NAe americano. Mas, infelizmente, o tempo no mar não colaborou, e devido à alta nebulosidade, os dois eventos tiveram que ser adiados para o dia seguinte. Um típico almoço americano foi o consolo que restou para a maioria dos repórteres. Como, nesta ocasião, ALIDE afortunadamente tinha sido convidada pela Marinha Americana para pernoitar por uma noite a bordo do Carl Vinson, para nós, nem tudo estava perdido! Levando em conta o horário previsto para o por do sol, os visitantes foram logo reequipados e conduzidos de volta aos Greyhound para seu retorno ao Rio.

F-18
F-18F-18
F-18
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F-18 voando
F-18 voando F-18 voando
F-18 voando
F-18 voando F-18 voando
F-18 voando
F-18 voando F-18 voando

F-18 voando
F-18 voando F-18 voando
CVN70--137
CVN70--137CVN70--137
F-18 Levantando vôo
F-18 Levantando vôoF-18 Levantando vôo
F-18 voando
F-18 voandoF-18 voando
F-18 fazendo um Tunô
F-18 fazendo um TunôF-18 fazendo um Tunô

covôo
covôocovôo
CVN70--142
CVN70--142CVN70--142
CVN70--143
CVN70--143CVN70--143
F-18 de costa
F-18 de costaF-18 de costa
F-18 de costa
F-18 de costaF-18 de costa

F-18 de lado
F-18 de lado F-18 de lado
F-18 de costa
F-18 de costaF-18 de costa
F-18
F-18 F-18
F-18
F-18F-18
F-18 levantando vôo
F-18 levantando vôoF-18 levantando vôo

Um navio Aeródromo americano por doutrina jamais navega sozinho, nesta viagem ele foi acompanhado pelo cruzador AEGIS Bunker Hill (CG52), da classe Ticonderoga. Uma ausência marcante nesta visita foi a de um submarino nuclear de ataque (SSN), navios que normalmente são a principal defesa anti-submarina dos Carrier Strike Groups da US Navy. Se é que um SSN americano realmente veio, desta vez ele não entrou na Baía da Guanabara, nem foi formalmente apresentado.

Algumas semanas atrás ALIDE mostrou dezenas de fotos da chegada do CVN-70 e do Bunker Hill ao Rio nesta nota (colocar o link para a nota!)

No dia seguinte

Com a chegada de uma nova leva de repórteres e de VIPs nos dois C-2 Greyhound, e com uma pequena clareada no tempo, finalmente ocorreu o grande show da US Navy. O “Air Power Demonstration” consistiu na decolagem de vários F-18, de um E-2 e de dois helicópteros SeaHawk (615 e 616) para através de suas manobras ao redor do navio demonstrar a importância e a relevância do poder aéreo embarcado dos EUA. Os convidados foram dispostos no convôo do navio de onde puderam ver de perto o taxi, posicionamento dos aviões nas catapultas de vante e sua decolagem em rápida sucessão.  O E-2 Hawkeye é sempre o primeiro avião de asa fixa a decolar, e o ultimo a pousar, uma vez que ele também é o responsável para garantir que nenhuma aeronave o navio estranho se aproxime demais do NAe americano.

F-18
F-18F-18
F-18
F-18F-18
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F-18
F-18F-18

CVN70--161
CVN70--161CVN70--161
F-18 de costas
F-18 de costasF-18 de costas
F-18
F-18F-18
F-18
F-18F-18
F-18 vista lateral
F-18 vista lateralF-18 vista lateral

SH-60 dvista lateral
SH-60 dvista lateralSH-60 dvista lateral
HH-60H
HH-60HHH-60H
SH-60 de costas
SH-60 de costasSH-60 de costas
HH-60H de costas
HH-60H de costasHH-60H de costas
CVN70--172
CVN70--172CVN70--172

SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
HH-60H
HH-60H HH-60H
HH-60H vista lateral
HH-60H vista lateralHH-60H vista lateral

Os helicópteros realizaram vôos em formatura, lançaram granadas de fumaça no mar e lançaram e resgataram um mergulhador, simulando uma operação SAR. Os sete F-18 se exibiram em formação e também em uma manobra solo com subidas verticais, tunôs, passagens em faca e mergulhos acentuados. Puxando curvas fechadas e produzindo grandes forças G era fácil perceber o surgimento imediato de vortex (espiral de ar em alta velocidade) sobre as extensões das raízes das asas do Super Hornet.

Como uma gentileza aos anfitriões brasileiros, um dos SH-60 em vôo pairado arriou uma bandeira do Brasil no seu guincho e parou defronte o público de convidados e fez a tradicional manobra de “saudação” dos pilotos de helicóptero, abaixando o nariz da aeronave por duas vezes em rápida sequencia.

Flir Sensor infra vermelho de TV
Flir Sensor infra vermelho de TVFlir Sensor infra vermelho de TV
Flir Sensor infra vermelho de TV
Flir Sensor infra vermelho de TVFlir Sensor infra vermelho de TV
Simbolo do esquadrão HS-15
Simbolo do esquadrão HS-15Simbolo do esquadrão HS-15
Painel dentro do HH-60H
Painel dentro do HH-60HPainel dentro do HH-60H
Detalhe do trem de pouso do HH-60H
Detalhe do trem de pouso do HH-60HDetalhe do trem de pouso do HH-60H

Interior do HH-60H
Interior do HH-60HInterior do HH-60H
Interior do HH-60H
Interior do HH-60HInterior do HH-60H
Sala de Briefing do esquadrão HS-15
Sala de Briefing do esquadrão HS-15Sala de Briefing do esquadrão HS-15
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60

SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60

SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
SH-60
SH-60SH-60
HH-60H de costas
HH-60H de costas HH-60H de costas

SH-60 e um HH-60h
SH-60 e um HH-60hSH-60 e um HH-60h
HH-60H
HH-60HHH-60H
HH-60H
HH-60HHH-60H
HH-60H
HH-60HHH-60H

Encerrada a exibição das aeronaves americanas os convidados foram retirados da área no final da pista lateral e na sequencia uma a uma foram retornando para o pouso enganchado nos cabos de aço de frenagem do navio. O ciclo é muito rápido quando um avião toca na pista o próximo já se encontra na perna do vento se alinhando para o pouso. Ao agarrar no cabo o avião para em XX segundos sendo imediatamente taxiado para fora da pista de pouso, enquanto, simultaneamente, o cabo distendido vai sendo recolhido até estar esticado adequadamente para agarrar o próximo avião.

Para acomodar o exercício a ser executado com os aviões brasileiros os C-2 teriam que partir antes da chegada dos A/F-1, assim, todos nos preparamos para partir quando faltou lugar nos aviões e ALIDE se voluntariou para passar uma noite a mais a bordo do Carl Vinson. Desta forma, obtivemos o furo exclusivo da documentação fotográfica das aproximações dos dois aviões do VF-1 (colocar link da nota) e, em seguida, a partida para São Pedro d’Aldeia da equipe a bordo da MB em um helicóptero SH-3 do Esquadrão HS-1 da Marinha do Brasil, os Guerreiros.

HH-60H
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SH-60
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CVN70--213
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CVN70--214
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CVN70--215
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SH-60
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CVN70--218
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CVN70--219
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E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
F-18 voando
F-18 voandoF-18 voando

E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye

Para evitar riscos de um enganchamento involuntário os marinheiros do Carl Vinson removeram e recolheram cada um dos cabos antes da chegada dos Skyhawks brasileiros. Encerrado o exercício esta faina foi devidamente invertida e o NAe americano retomou a sua capacidade de receber aeronaves.

As catapultas do Carl Vinson

Aproveitando uma pausa nas atividades aéreas do navio ALIDE visitou o departamento das catapultas do Carl Vinson para entender como funciona este sistema crítico dos porta-aviões. O vapor das caldeiras nucleares do navio é acumulado e usado para arremessar para frente os aviões que precisam decolar do NAe.

O sistema da catapulta permite variar sua força de acordo com o peso de cada modelo de aeronave a ser lançado variando ainda com a carga de bombas e tanques de combustível instalado nele. A peça central deste sistema é CSU (ou Capacity Selector Valve) a grande válvula que rapidamente abre e fecha a passagem do vapor propelindo os aviões adiante no convés de vôo. Os período de dois minutos decorridos entre cada lançamento depende unicamente da recomposição da pressão de vapor nos sistema após cada catapultagem. Normalmente três, das quatro catapultas, operam simultaneamente a qualquer momento, uma vez que o uso das catapultas laterais inviabiliza as operações de pouso do navio. Um sistema pneumático, com tanque acumulador e compressores próprios é usado para operar a CSU que, naturalmente, fica sempre submetida a pressões tremendas do vapor das caldeiras. Outro componente importante da catapulta é o “retraction engine”, um motor hidráulico que através de um cabo de aço recolhe o gancho deslizante (e o êmbolo do pistão a vapor a que ele está conectado) que se prende ao trem de pouso dianteiro dos aviões embarcados.

O aparelho de frenagem

Uma vez lançado o avião ele precisa ser recolhido.

Para isso existe o aparelho de frenagem que permite o desenrolar dos cabos de aço estendidos na superfície do convoo. Na US Navy estes cabos recebem o elegante nome de “Cross-deck pendant” Cada um destes cabos está ligado de um lado à estrutura do navio e do outro a um cabo de aço que se movimenta verticalmente em direção ao interior do casco do navio até chegar num compartimento onde ele se enrola nove vezes ao redor das roldanas da máquina de frenagem. Esta é uma máquina composta de um grande pistão hidráulico posicionado entre dois grandes conjuntos de roldanas. Quando o avião ao pousar engata seu gancho no cabo, este se destende forçando que os dois conjuntos de roldanas se movam um em direção do outro gerando uma pressão de perto de 10000 PSI (pés por polegada quadrada) que expulsa o liquido hidráulico em seu interior para um receptáculo de acumulação. É justamente esta taxa de saída do óleo de dentro deste pistão que determina a precisa força de resistência que o cabo transmitirá à aeronave.

F-18
F-18F-18
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye
E-2C Hawkeye E-2C Hawkeye
CVN70--231
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Em destaque o número no casco do navio
Em destaque o número no casco do navioEm destaque o número no casco do navio

Marinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MB
Marinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MBMarinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MB
Marinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MB
Marinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MBMarinheiros americanos desconectando o cabo de pouso antes da chegada dos AF-1 da MB
Cabo desconectado
Cabo desconectadoCabo desconectado
Contener de doações dentro do hangar
Contener de doações dentro do hangarContener de doações dentro do hangar
Contener de doações dentro do hangar
Contener de doações dentro do hangarContener de doações dentro do hangar

CVN70--238
CVN70--238CVN70--238
CVN70--239
CVN70--239CVN70--239
CVN70--240
CVN70--240CVN70--240
Tanques de reabastecimento Buddy-Buddy
Tanques de reabastecimento Buddy-BuddyTanques de reabastecimento Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-BuddySistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy

Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-BuddySistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-BuddySistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
Sistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-BuddySistema de enrolamento de mangueira do sistema Buddy-Buddy
E-2C Hawkeye de costas
E-2C Hawkeye de costasE-2C Hawkeye de costas
SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1SH-3 do esquadrão HS-1

SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1
SH-3 do esquadrão HS-1SH-3 do esquadrão HS-1
CVN70--251
CVN70--251CVN70--251
CVN70--252
CVN70--252CVN70--252

A capacidade de variar esta força de resistência permita aos controladores do sistema de frenagem garantir que todas as aeronaves, independente de seu tamanho ou peso, ao pousar deslizarão exatamente a mesma distância sobre o convés de vôo. É assim esta certeza o que viabiliza que outras pessoas trabalhem simultaneamente , com total segurança, em outras partes do convôo mesmo quando aeronaves estão sendo recolhidas. Completado cada ciclo de pouso, uma bomba hidráulica restaura o pistão à sua posição inicial pronto para receber mais um avião.

Uma central de notícias no mar

Um porta aviões como Carl Vinson é uma verdadeira cidade flutuando no mar. Se somarmos os tripulantes do navio com os da Ala Aérea Embarcada o número de pessoas passa das 6000. Além de entretenimento esta massa de gente precisa ser informada notícias, para saberem de tudo que está se passando no mundo e nas suas casas. Para isso a marinha Americana montou dentro do Carl Vinson uma completíssima gráfica/estúdio digital, com uma equipe permanente e dedicada de 25 oficiais e praças, que não deve nada a grande maioria de jornais das pequenas cidades dos EUA.

E-2C Hawkeye de costas
E-2C Hawkeye  de costas E-2C Hawkeye  de costas
Os passageiros do C-2 ficam voltados para a ré
Os passageiros do C-2 ficam voltados para a réOs passageiros do C-2 ficam voltados para a ré
Rampa de carga do C-2 fechada
Rampa de carga do C-2 fechada Rampa de carga do C-2 fechada
Tripulante realiza cheque antes da decolagem
Tripulante realiza cheque antes da decolagemTripulante realiza cheque antes da decolagem
Tripulante equipado com equipamento de proteção individual
Tripulante equipado com equipamento de proteção individual Tripulante equipado com equipamento de proteção individual

Vista dentro C-2 ocenao Atlântico
Vista dentro C-2 ocenao AtlânticoVista dentro C-2 ocenao Atlântico
Estrutura interna da cabine do C-2
Estrutura interna da cabine do C-2Estrutura interna da cabine do C-2
Painel do C-2
Painel do C-2Painel do C-2
Cabine de passageiros do C-2
Cabine de passageiros do C-2Cabine de passageiros do C-2
Vista da janela do C-2
Vista da janela do C-2Vista da janela do C-2

os passageiros do C-2 também tem direito a luz e ventilação individual
os passageiros do C-2 também tem direito a luz e ventilação individualos passageiros do C-2 também tem direito a luz e ventilação individual
Detalhe da estrutura robusta do C-2
Detalhe da estrutura robusta do C-2Detalhe da estrutura robusta do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2
Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2Costa do Rio de Janeiro vista dentro do C-2

Cause tocando a pista do Galeão
Cause tocando a pista do GaleãoCause tocando a pista do Galeão
Taxianado no Galeão
Taxianado no GaleãoTaxianado no Galeão
Comandante do Nae São Paulo observando o Air Power Demonstrantion
Comandante do Nae São Paulo observando o Air Power DemonstrantionComandante do Nae São Paulo observando o Air Power Demonstrantion
FOD Walk
FOD Walk FOD Walk
Apresentação do F-18
Apresentação do F-18Apresentação do F-18

Apresentação do F-18
 Apresentação do F-18   Apresentação do F-18
Apresentação do F-18
Apresentação do F-18Apresentação do F-18
Apresentação do F-18
Apresentação do F-18Apresentação do F-18
Apresentação do F-18 e E-2C Hawkeye
 Apresentação do F-18    e E-2C Hawkeye  Apresentação do F-18    e E-2C Hawkeye
Apresentação do F-18 e E-2C Hawkeye
 Apresentação do F-18  e E-2C Hawkeye  Apresentação do F-18  e E-2C Hawkeye

O CVN70 é o primeiro dos supercarriers americanos a converter seu laboratório tradicional de fotografia para o novo patamar 100% digital. É neste espaço, também, que trabalha o pessoal de comunicação social do Navio produzindo conteúdo para o site Navy Newstand e recebendo e apoiando repórteres locais como nós da ALIDE. O investimento realizado aqui demonstra a importância que a Marinha Americana devota atualmente ao tema relações públicas. Diariamente esta gráfica digital imprime uma resenha condensada de notícias do jornal New York Times para toda a tripulação. Em paralelo, três vezes por semana, eles escrevem, editam e imprimem uma edição de 400 unidades do jornal do próprio navio, o Carl Vinson Voice.

Voltando para casa

No dia seguinte, bem cedo, ALIDE deixou o USS Carl Vinson a bordo do C-2 na companhia do pessoal do Navio Aeródromo São Paulo, inclusive com a presença do Cte José Renato, seu atual comandante.

 A catapultagem desde um NAe é um processo inegavelmente “intenso”, mas, sem dúvida, menos impactante do que o pouso tinha sido. Quando cessam os poucos segundos da aceleração da catapulta os motores do avião o mantém em vôo sem maiores dificuldades naquela mesma velocidade. Francamente, a decolagem é uma experiência pouco mais forte do que a primeira queda de uma montanha-russa de parque de diversão.

Seguindo no nosso vôo, cruzamos a orla do Rio de Janeiro na altura da Zona Oeste onde seguimos num curso perpendicular ao mar até alcançarmos a pista do Aeroclube de Nova Iguaçu onde o avião virou 90 graus à direita e se dirigiu diretamente para o pouso no Galeão.

Apresentação do F-18
 Apresentação do F-18   Apresentação do F-18
Apresentação do F-18
 Apresentação do F-18   Apresentação do F-18
Equipes de bombeiros se possicionam para decolagem
Equipes de bombeiros se possicionam para decolagemEquipes de bombeiros se possicionam para decolagem

Para conhecer mais sobre a Ala Aérea Embarcada 17 (Carrier Air Wing 19) que estava operando parcialmente mobiliada no Carl Vinson não deixe de ler o artigo seguinte da ALIDE que explora a Ala Aérea Embarcada 17, o CVW17 .

Conclusão

Não existe máquina tão complexa e detalhada como os navios de um Carrier Strike Group da US Navy, mesmo tendo embarcado duas vezes no mar ALIDE reconhece que ainda falta muito a ser explorado neste mundo, quem sabe na próxima vez não podemos contar esta história em algum teatro real de operações. Aguardem!

 

Last Updated on Monday, 28 June 2010 12:19
 

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