Cruzex V - Os Rafales combatem no Brasil PDF Print E-mail
Written by Felipe Salles   
Monday, 09 May 2011 00:00




Pela segunda vez seguida, a Base Aérea de Natal foi escolhida para a realização do exercício Cruzeiro do Sul. O Exercício se iniciou no dia 06 de novembro de 2010 e se encerrou no dia 19 de novembro. Desta vez houve uma série de novidades, a maior delas a primeira participação do caça francês de nova geração Rafale da Força Aérea Francesa. Também houve a primeira participação dos F-16C/D chilenos e a primeira participação da Força Aérea Americana (USAF).

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Uma festa no “Trampolim para a Vitória”

A Base Aérea de Natal foi partícipe direta de um dos mais relevantes episódios da História da aviação brasileira. Ela foi grandemente ampliada pelos americanos, inicialmente pela companhia aérea Panair em 1941 e em seguida pelas FFAA americanas) em 1942. Durante a Segunda Guerra Mundial Natal acabou tornando-se um elo crucial da cadeia logística para a entrega em voo de caças fabricados nos EUA com destino ao Teatro de Operações no Norte da África. Sem a disponibilidade de Natal, ao esforço de guerra Aliado, possivelmente a destruição dos Afrika Korps de Rommel teria levado muito mais tempo o que consequentemente inviabilizaria a invasão da Europa pelo sul da Itália em 1943, atrasando perigosamente a conclusão da Guerra no continente europeu. A FAB apenas entraria na Guerra contra o Eixo 1944 meses depois de Getúlio Vargas ceder a base para os Aliados. Além desta unção logística Natal era também a base de uma unidade permanente da US Navy dedicada à Patrulha Marítima no esforço para eliminar os submarinos alemães do Atlântico Sul.

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Além de Natal a Cruzex, já ocorreu anteriormente nas Bases Aéreas de Canoas e Anápolis, mas a organização acabou descobrindo que nenhuma destas cidades dispõem da infraestrutura hoteleira para receber adequadamente os centenas de militares participantes. Além de já ser um grande destino turístico com uma série de atrativos próprios, outra vantagem-chave de Natal é a sua localização mais ao norte do território nacional que acaba assim se constituindo em um ponto mais “central” para os convidados estrangeiros.

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A guerra de mentira do exercício de verdade

Desta vez repetiu-se o cenário padrão de um hipotético país “Redland” que invade parte do território de “Yellowland” ameaça ainda o outro país vizinho “Blueland”. “Blueland”solicita à ONU uma coalizão internacional para garantir sua soberania de Yellowland” contra as ameaças “Vermelhas”. A ONU responde ao pedido com a montagem de uma unidade aérea internacional baseada em Natal. Esta unidade é composta por um helicóptero H-1H de SAR, Mirage F2000C, 5 F-5M, 9 A-1M, 4 Super Tucano A-29, 5 F-16 (Chile), 4 M-2000-5 (FRA), 4 Rafale (FRA), 6 F-16 (EUA), 3 A-37 (URU) e 3 IA-58 Pucará (URU). Na Base Aérea de Recife ficam os meios de apoio de Azul, compostos de 2 C-130, 1 KC-130,1 KC-137, 2 KC-135 (CHI e EUA), 4 E-99, 2 C-105 e 2 C-95. No aeródromo de Campina Grande foram, ainda, posicionados 3 helicópteros H-60L Blackhawk e um UH-14 da Marinha do Brasil. Toda esta considerável força aérea da ONU em apoio à “Azul” foi montada para enfrentar apenas 9 F-5Ms e um KC-130 baseados em Fortaleza, a importante cidade de “Vermelho”. Mossoró, no cenário a capital de “Yellowland”, no mundo real é uma cidade localizada bem no meio do trajeto entre Fortaleza e Natal, por questão de segurança do exercício, abrigou um helicóptero H-34 Super Puma e um SC-105 da FAB. Para tornar o cenário o mais verossímil ainda para os participantes, a FAB montou um grupo de estudantes de jornalismo e de letras da UFRN para produzir notícias imaginárias colocadas em tempo real na intranet do exercício mostrando a evolução passo a passo da crise internacional e do conflito que segue assim como o resultado das missões realizadas pelos membros da coalizão.

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Ensinando a embalar os “pacotes”

A Cruzex usa técnicas padrão da OTAN para gerenciar o trabalho das operações multinacionais. No coração desta operação está o ataque por “pacotes” de aeronaves distintas, organizadas por função, caça, guerra eletrônica, reabastecimento, etc. dispostas fisicamente ao redor da unidade principal de ataque. Este tipo de ataque é muito complexo de ser planejado pois deve levar em conta todas as características e restrições de cada tipo de aeronave e de treinamento dos pilotos de cada força aérea envolvida. Devido ao grande número de aeronaves no ar durante cada ataque é fundamental se precaver contra panes secas dos aviões de menor alcance assim como o sempre presente risco involuntário de se produzir engajamento fratricidas. Este risco é agravado pelo fato de tanto as forças vermelhas quanto as azuis operarem caças F-5EM. Uma das poucas noticias controversas que vazaram durante a Cruzex dizia respeito a um abate de dois Rafales franceses por dois F-5 vermelhos. Em sua defesa os franceses sempre podem alegar que sua atividade, dentro do “pacote” é muito restrita por estarem sendo monitorados e dirigidos bem de perto pelos controladores dos E-99 da FAB operados em proveito das forças azuis.

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F-X2: uma oportunidade de ouro perdida

Antes da realização do evento de conclusão da Cruzex no dia 18 de novembro houve a visita o ficial do Ministro Jobim ao evento. Havia uma expectativa geral de que fosse para o Ministério da Defesa anunciar a escolha do avião vencedor do F-X2, poucas oportunidades seriam mais apropriadas do que uma festa com a presença de Rafales franceses em território brasileiro. No entanto, aparentemente o receio de que a decisão desta compra pudesse afetar o andamento da campanha eleitoral a poucos dias do segundo turno da votação, provavelmente levaram ao governo a paralisar todo o processo. Como nota a parte, é irônico ver que para apoiar a vinda de seus aviões a Força Aérea Francesa tenha alugado os serviços de um cargueiro gigante Antonov An-124 de propriedade da companhia Libyan Air Cargo. Logo do país que, poucos meses depois, se encontraria sob ataque cerrado dos mesmos Rafales e Mirages franceses que eles ajudaram a chegar a Natal.

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ALIDE tratou ainda de entrevistar em mais detalhe dois dos novatos presentes na Cruzex, os americanos da Air National Guard do Colorado e os chilenos do 3º Grupo Aéreo, não percam essas entrevistas e fotos exclusivas.

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Aeronaves participantes vistas em Natal e em Recife:

 

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FAB:

C-130: 1GT 2470 / 1GTT 2476

KC-130: GT 2461 e 2462

KC-137: 2402

E-99 2700 2701 2702 2704

C-97: 2ETA 2020

A29A: 5721

A-29B: 5901 5938 5944 5936 5951

A-1A: 3º/10º GAv: 5538 [5534 5542 5539 5515 5511 5519]

A-1B: 3º/10º GAv: 5655 [5658]

F-2000C: 1º GDA: 4945 4942 4947

F-5EM: 1º/14º GAv: 4870 4871 4862 4844

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FACh:

KC135: 981

F-16E Bl. 52: 856

F-15F Bl. 52: 859 860

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FAU:

Pucará: 222 223

A-37: 285 280

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Adl’A:

A-310: F-RADB

KC-135-FR 737

M2000C 102-EX/”40” 102-ME/”61” 102-EJ/”43” 102-EA/”49”

Rafale B 113-HC/”310” 113-HI/”313” 113HK/“315” 113-HN/”319”

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USAF:

KC135R: 14831

F-16C Bl.30: 86367 86338 87231 87227

 

Não deixe de ler a entrevista com a USAF e com a Fuerza Aérea Chilena sobre suas impressões em particvipar deste exercício.

 

 

 

Last Updated on Wednesday, 11 May 2011 01:22
 

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