STX Saint-Nazaire, a 150 anos, o berço de gigantes PDF Print E-mail
Written by Felipe Salles   
Monday, 09 May 2011 00:00



Atualmente no Brasil a idéia de “indústria naval francesa” sempre é equacionada com a grande empresa DCNS, que já se preparara para fabricar quatro submarinos SBR no Brasil, além de um casco para o primeiro submarino nuclear nacional. A DCNS ainda e disputa a concorrência dos onze navios de superfície recentemente aberta pela MB. Porém, lá nas terras de Asterix existem outras empresas grandes atuando no segmento de construção naval, cada uma com capacidades especializadas que as permitem competir, ou mesmo superar, à DCNS nas suas áreas de atuação específicas.

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Para conhecer a maior delas, a STX Europe, ALIDE foi a uma das mais tradicionais cidades portuárias francesas, Saint-Nazaire, para conhecer a empresa e seus produtos de perto. Neste momento a STX está prestes a entregar para a Marinha francesa o terceiro navio de Projeção e Comando (BPC na sigla em francês) da classe  Mistral e deve ‘fazer história’ ao construir mais dois navios desta classe para a Marinha Russa. Mais adiante, quem sabe, também poderá estar envolvida na construção de pelo menos um dos quatro Navios de Propósitos Múltiplos ambicionados pela Marinha do Brasil no seu Plano de Equipamento e Articulação.

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O estaleiro Chantiers de l’Atlantique: tradição centenária na construção naval

A origem do moderno estaleiro STX de Saint-Nazaire remonta longe, a cerca de 150 anos, passando pelo rico legado do estaleiro Chantiers de l’Atlantique, que por sua vez foi o fruto da fusão em 1955 dos estaleiros Ateliers et Chantiers de la Loire com os Chantiers de Penhoët. No ano de 1976, no rastro de uma nova onda de consolidação industrial global, a corporação francesa de engenharia pesada Alsthom virou a proprietária do Chantier de l’Atlantique, operando agora sob o nome Alsthom Marine.

Quase trinta anos depois, em março de 2006, a sociedade de construção naval norueguesa Aker Yards comprou 75% das ações da Alsthom Marine se tornando o proprietário dos estaleiros de Saint-Nazaire e de Lorient. Em 3 de novembro de 2008 foi a vez da sociedade sul coreana STX Shipbuilding comprar as atividades fabris  da AkerYards renomeando-a “STX Europe”. Nesta última mudança acionária, o governo francês acabou acionista minoritário ao adquirir 33,34% das ações da STX France. No total, o grupo STX ao redor do mundo, emprega de 54.000 pessoas.

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O número de funcionários de um estaleiro é muito flutuante, atualmente o Chantier de l’ Atlantique emprega perto de 2070 empregados, mas, durante a construção do Queen Mary 2, por exemplo, este número era de 5000 empregados próprios com mais 7000 trabalhadores de empresas terceirizadas. Dos atuais trabalhadores, cerca de 15% são mulheres e a idade média da força de trabalho, como um todo, é de 41 anos.

A cidade de Saint-Nazaire, localizada na costa oeste da França ao lado do estuário do Rio Loire, conta com duas enormes “bassins”, lagoas artificiais com saída controlada para o mar, onde se abrigam os navios pesqueiros e onde são finalizados os navios construídos no estaleiro local, sem que sejam afetados pela variação das marés e pelas ondas. Mas o Estaleiro de Saint-Nazaire usa primariamente dois grandes diques secos, o maior deles conhecido como a “Forme de Construction”, medindo perto de 900 metros de comprimento, por 70 metros de largura. Este dique seco apresenta diferentes profundidades para serem usadas por navios que se encontram em diferentes estágios de sua construção. Ali, podem ser encontrados três grandes navios, simultaneamente, em construção. O outro dique, é a “Forme d´Armement” onde os navios que já flutuam independentemente recebem os mastros, chaminés e detalhes exteriores e interiores. Foi ali mesmo em Saint-Nazaire que foi construído o FS Foch, navio que viria a ser vendido ao Brasil muitos anos depois sob o nome de “NAe São Paulo”.

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O Estaleiro STX Lorient

Se o Chantier de l’Atlantique tem um DNA essencialmente civil, o outro estaleiro da STX na França é praticamente dedicado ao mundo militar, pois é aqui onde são construídos os demais projetos de defesa do grupo. Navios militares têm muitas diferenças de projeto em relação aos modelos civis, como, por exemplo, a preparação para poder resistir o melhor possível a um alagamento e incêndio que normalmente se seguem a um ataque de mísseis. Mas, para Neri, “uma das principais diferenças em os dois tipos de programas reside no pesado esforço burocrático que tem que ser dedicado ao acompanhamento da construção dos navios militares pelas marinhas clientes. Este processo é muito mais exigente e redundante do que o controle exigido pelos armadores civis”.

Em 25 de agosto de 2010 o estaleiro lançou ao mar o primeiro patrulheiro do tipo OPV70 construído para a Marinha do Marrocos. Este modelo foi vendido à marinha norte-africana pela empresa Raidco Marine para ser construído pela STX. As duas empresas, agora, desejam assinar um aditivo de contrato para a construção mais cinco unidades deste tipo de navio patrulha oceânico para aquela marinha.

O grupo STX em números

A STX Europe conta com 15.000 empregados em quinze estaleiros localizados na Finlândia, França, Noruega, Brasil, Romênia e no Vietnam. Na França, além do estaleiro “civil” em Saint-Nazaire, o STX Europe é também dono do STX France Lorient, o novo nome do antigo “Alstom Leroux Naval”, um pequeno estaleiro militar nas margens do Rio Scorff, posicionado bem diante do estaleiro da sua rival/parceira DCNS.

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A STX no programa Mistral

Jacques Hardelay, o Gerente Geral do STX France, comentou com ALIDE que: “a associação da sua empresa com a DCNS no programa BPC Mistral deriva diretamente da grande experiência que a STX têm na construção de grandes navios de passageiros e de ferrys: “Aqui fabricamos tudo que é grande, e para nós o BPC é apenas mais um ferry Ro-Ro ( sigla que quer dizer ‘Roll On/Roll Off’) pintado de cinza”, esclareceu o executivo. “O negócio de navios militares para nossa empresa representa normalmente entre zero e vinte por cento das nossas receitas”, completou ele comentando que além da construção naval o estaleiro também presta serviços para a Marine Nationale, como o contrato de manutenção regular dos atuais navios tanques franceses da classe Durance”.

Segundo Philippe Neri, vice-presidente comercial do STX, o projeto básico proposto pela STX foi selecionado pela Marinha Francesa e hoje ele é compartilhado entre a DCNS e a STX. Nos primeiros dois navios, coube à DCNS o papel de “prime contractor”, além disso, a DCNS é responsável pela venda destes navios para clientes no estrangeiro por ela já contar com uma ampla rede de escritórios próprios e representantes ao redor do planeta.

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Jacques Hardelay continua: “o STX France é especialmente competente na construção de navios sob padrões civis de construção naval”. Perguntado sobre até que ponto interessa à empresa a construção de navios como os Mistral fora da França, especialmente, para poder atender aos requerimentos brasileiros de conteúdo local, Hardelay respondeu que: “Em muitos segmentos o negócio exige que fabriquemos fora da França, neste caso nosso papel é o de apoiar o construtor local, mas às vezes são situações em que não podemos nos recusar a participar. Lá no Brasil nós já temos um estaleiro em Niterói, quem sabe, talvez seja através dele que nós participemos de uma concorrência que venha a ser aberta pela Marinha do Brasil”. Ele continuou: “Nós temos uma ótima relação com a DCNS devido ao sucesso do programa Mistral, somos bons parceiros, apesar de eles não estarem diretamente envolvidos na construção do terceiro navio da classe Mistral para a França, o FS Dixmude”.

Para Jacques Hardelay a indústria de navios de alto luxo é critica para à subsistência da industria naval européia, “se não mantivermos nossa competitividade industrial rapidamente seremos espremidos entre os americanos no plano militar e pelos chineses no flanco civil. Nossos estaleiros têm que estar próximos dos seus clientes, é por isso que estamos no Brasil. Agora, não podemos deixar de lembrar que apenas grandes estaleiros tem a capacidade de construir grandes navios, especialmente dentro da tecnologia modular preponderante hoje em dia, pois, a disponibilidade de guindastes e pontes rolantes de grande capacidade permite que blocos maiores e mais pesados possam ser construídos pelo estaleiro.

Foram construídos no estaleiro de Saint-Nazaire alguns dos navios mais famosos da atualidade como o SS Normandie de 1935, o SS France, lançado em 1961, o MS Renaissance, que entrou em serviço em 1966 e o Queen Mary 2 de 2003 entre muitíssimos outros. No mercado de navios civis o maior concorrente atual da STX France é o estaleiro alemão Meyer Werft localizado na cidade de Papenburg.

Philippe Neri disse, também, que “as tropas que embarcam nos BPC da Marinha da França, e a Legião Estrangeira em particular, sempre elogiam o nível superior de conforto que encontram ali. Ele falou ainda que “muitas das soluções ‘revolucionárias’ que a STX colocou nos BPC Mistral eram ‘corriqueiras’ nos navios de cruzeiro que estamos acostumados a construir aqui, por isso estes navios são fáceis de construir e fáceis de manter”.

Vendendo navios para a Marinha Russa

Sobre a controversa venda de quatro navios da classe Mistral para a Rússia, Hardelay comentou que: “Para a França a Rússia se configura como um grande parceiro para a Europa, do ponto de vista de negócios a Rússia realmente representa uma imensa oportunidade para toda a Europa”. Quando foi inicialmente anunciada a possibilidade deste negócio, os EUA e os países que antes faziam parte da União Soviética e do Pacto de Varsóvia rapidamente questionaram a “razoabilidade” de a França fornecer tecnologia moderna de construção naval para a Federação Russa, retirando seus estaleiros militares de décadas de estagnação tecnológica.  O governo da Geórgia, tendo se envolvido num conflito militar contra a Rússia em 2008 tem sido um dos críticos mais vocais. Em janeiro de 2011 o ministro das relações exteriores georgiano, Grigol Vashadze, disse que “vendas como esta poderiam levar a passos ainda mais desestabilizantes na região do Mar Negro”.

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 “Pré-outfitting”, o pulo do gato da eficiência

O chamado processo de “pre-outfiting” promete uma grande aceleração e redução de custos na construção naval. Ele começa com a divisão do navio em grandes blocos estruturais já incluindo, internamente, o máximo de tubulações, conveses, e equipamentos diversos possível. Os benefícios surgem da possibilidade de construção em paralelo dois módulos e da simplificação do processo devido ao grande numero de amplos acessos existentes nas laterais dos módulos antes de sua união final. No entanto, quanto maior o nível de pre-outfitting empregado mais pesado fica o módulo. Se o estaleiro realizando a obra não dispuser de guindastes de grande capacidade, o tamanho máximo do módulo terá de ser diminuído anulando parte das vantagens prometidas pelo emprego deste sistema.

Uma solução de produtividade desenvolvida dentro do Chantier de l’Atlantique foi a de se proceder ao pre-outfitting de cada módulo com eles posicionados um ao lado do outro fora do dique seco antes mesmo de chegar a hora da união definitiva dos blocos. Desta forma, qualquer potencial discrepância de alinhamento de tubulações e estruturas internas nos dois módulos vizinhos fica muito óbvia aos trabalhadores, permitindo o seu conserto antecipado e sem o custo do retrabalho.

Seguindo Neri, os guindastes existentes nos estaleiros brasileiros permitem o manuseio de módulos que podem alcançar um máximo de 100 toneladas cada. A ponte rolante atual do estaleiro em Saint-Nazaire pode erguer e transportar módulos de até 750 toneladas, mas em janeiro deste ano a STX France deu um importante passo adiante ao  encomendar a outro estaleiro da STX em Dalian na China uma nova ponte rolante capaz de erguer até 1400 toneladas de uma só vez.

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Nos navios de passageiros feitos aqui, por exemplo, as cabines vêm quase que 100% completas, de caminhão, da fábrica própria do grupo STX localizada na cidade de Montoir de Bretagne, para o estaleiro. Elas são erguidas, uma a uma, por guindastes e instaladas no interior do navio em construção, o que reduz imensamente o tempo de construção total. O recente navio de passageiros NCL Epic inovou ainda mais na indústria ao introduzir o uso de módulos de cabines pré-montadas com paredes exteriores marcadamente curvas usando esta tecnologia de montagem.

O FS Dixmude na sua reta final para a entrega

A mais recente adição à família de navios de múltiplas finalidades Mistral acaba, nesta terça feira 26 de abril, de partir na sua primeira saída ao mar para os testes de propulsão e de flutuabilidade. Os resultados desta primeira saída foram tão satisfatórios que não haverá outra antes da entrega do navio em Toulon. O Dixmude não é apenas mais uma cópia carbono de seus dois antecessores, várias mudanças foram introduzidas nele como as janelas de observação maiores no convés localizado sobre o passadiço e na adição de um segundo bow thruster na proa, o que permite aumentar a segurança durante as manobras de entrada e saída do porto. Um dos segredos por trás do preço extremamente acessível desta classe de navios franceses está no uso ao máximo possível de regras de construção idênticas às estipuladas pelos institutos internacionais de certificação para navios civis. No entanto, existem aspectos nos BPC Mistral que não tem qualquer paralelo na operação civil, assim, regras militares tradicionais precisam ser empregadas pontualmente, como nas áreas de armazenamento e manuseio de munições e de material explosivo, por exemplo.

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Sobre o sistema de propulsão do navio, Philippe Neri contou que: “o Mistral surpreendeu muito favoravelmente os russos por sua capacidade de girar em minutos ao invés de horas na correnteza do rio Neva, em São Petersburgo, sem precisar de qualquer auxílio de rebocadores”. Os dois “pods” giratórios da propulsão elétrica principal do Mistral, Rolls-Royce Alstom “Mermaid” de 7MW cada, não apresentam quaisquer dos problemas verificados nas versões de maior porte (20MW) empregados nos grandes navios civis de cruzeiro.

A decisão de se construir o terceiro navio desta classe neste momento foi, na realidade, adiantada em relação ao cronograma planejado devido ao surgimento de uma brecha no plano de construção da empresa que poderia desestruturar por completo a disponibilidade mão de obra especializada da empresa. Esta decisão do governo Sarkozy foi uma das principais respostas econômicas francesas para se contrapor ao início da crise internacional de 2008. O Dixmude foi encomendado ao estaleiro em abril 2009, teve sua quilha batida em janeiro de 2010 e deve ser entregue em Toulon em julho deste ano. Lá ele irá receber da DCNS os componentes que ainda faltam instalar: o seu sistema de combate, de armamento e de comunicações. A previsão é que ele seja comissionado no início de 2012. O quarto navio desta classe a ser construído para a França ainda não foi encomendado, mas, precisa entrar em serviço entre 2019 e 2020 para substituir o NDD Siroco, que então vai dar baixa. Muito em breve, o TCD (NDD) Foudre, o outro NDD francês, será substituído na ativa pelo próprio Dixmude.

Last Updated on Sunday, 15 May 2011 22:53
 

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