NATO Noble Mariner - España 2011 PDF Print E-mail
Saturday, 13 August 2011 11:48

 

Realizado entre os dias 28 de fevereiro e 9 de março, o Exercício Noble Mariner 2011 (NM2011) da OTAN reuniu na costa mediterrânea da Espanha 21 navios e 3500 militares de 11 marinhas européias e dos EUA.

NAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em Cartagena
NAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em CartagenaNAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em Cartagena
NAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em Cartagena
NAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em CartagenaNAe STOVL espanhol Principe de Astúrias em Cartagena
Sikorsky SH-3 da Arma Aeréa de la Armada baseado em Rota
Sikorsky SH-3 da Arma Aeréa de la Armada baseado em RotaSikorsky SH-3 da Arma Aeréa de la Armada baseado em Rota
Ilha e mastro do Principe de Asturias
Ilha e mastro do Principe de AsturiasIlha e mastro do Principe de Asturias
Ilha e mastro do Principe de Asturias
Ilha e mastro do Principe de AsturiasIlha e mastro do Principe de Asturias

 

Ilha e mastro do Principe de Asturias
Ilha e mastro do Principe de AsturiasIlha e mastro do Principe de Asturias
Lancha de serviço do Principe de Asturias
Lancha de serviço do Principe de AsturiasLancha de serviço do Principe de Asturias
Nome do navio
Nome do navioNome do navio
NAe aberto à visitação popular
NAe aberto à visitação popularNAe aberto à visitação popular
MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.
MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.

O NATO Response Force (NRF) no mar é uma unidade de emprego imediato composta pela soma dos dois grupos permanentes da OTAN, o primeiro de navios de escolta (SNMG1 - Standing NATO Maritime Group 1) e o primeiro de contra-medidas de minas (SNMCMG1). Durante o Noble Mariner 2011, os navios do SNMG1 se juntaram ao do SNMCMG 1 e aos navios da Esquadra Espanhola para atestar a capacitação operacional do NRF 17 para o próximo período de seis meses. O comando do exercício ficou embarcado no NDD Castilla (L-52), enquanto o comando do SNMG1 permaneceu no navio logístico italiano, Etna (A5326).

 

A “NATO Response Force”

A OTAN, foi criada no pós-guerra como uma aliança militar para proteger a Europa Ocidental e desencorajar qualquer ação militar por parte da URSS.

MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.
MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.MDD EAV-8B+ da 9 Escuadrilla apeiado no convés.
Uma LONGA fila para poder ver os EAV-8Bs
Uma LONGA fila para poder ver os EAV-8BsUma LONGA fila para poder ver os EAV-8Bs
Uma LONGA fila para poder ver os EAV-8Bs
Uma LONGA fila para poder ver os EAV-8BsUma LONGA fila para poder ver os EAV-8Bs
Gente interessada por todo o lado
Gente interessada por todo o ladoGente interessada por todo o lado
Dois EAV-8Bs no Principe de Astúrias
Dois EAV-8Bs no Principe de AstúriasDois EAV-8Bs no Principe de Astúrias

 

Principe de Astúrias visto pela popa.
Principe de Astúrias visto pela popa.Principe de Astúrias visto pela popa.
Principe de Astúrias visto pela popa.
Principe de Astúrias visto pela popa.Principe de Astúrias visto pela popa.
Marques de la Ensenada A11, Victória F82 e Reina Sofía F84
Marques de la Ensenada A11, Victória F82 e Reina Sofía F84Marques de la Ensenada A11, Victória F82 e Reina Sofía F84
SPS NDD Castilla L52
SPS NDD Castilla L52SPS NDD Castilla L52
SPS NDD Castilla L52
SPS NDD Castilla L52SPS NDD Castilla L52

 

Todavia, com o fim da Guerra Fria, a OTAN passou (ou vem passando) por um complexo e demorado processo de reestruturação, tanto do ponto de vista dos seus objetivos, quanto do organizacional. Em resposta a essa demanda por uma nova organização foi criada a NATO Response Force (NRF).

Em 2002, na Reunião de Cúpula de Praga, os Chefes de Estado da OTAN expressaram a vontade de criar a NRF.

SPS Castilla L52
SPS Castilla L52SPS Castilla L52
SPS Castilla L52 e sua fila de visitantes
SPS Castilla L52 e sua fila de visitantesSPS Castilla L52 e sua fila de visitantes
Porta na popa do Castilla L52
Porta na popa do Castilla L52Porta na popa do Castilla L52
A doca fica atrás desta porta
A doca fica atrás desta portaA doca fica atrás desta porta
A fragata Alvaro de Bazan F101
A fragata Alvaro de Bazan F101A fragata Alvaro de Bazan F101

Fila! Fila! Fila
Fila! Fila! FilaFila! Fila! Fila
Castlla atrás de veleiros
Castlla atrás de veleirosCastlla atrás de veleiros
Fragata SPS Navarra F85
Fragata SPS Navarra F85Fragata SPS Navarra F85
Fragata SPS Navarra F85
Fragata SPS Navarra F85Fragata SPS Navarra F85
As inconfundíveis linhas achatadas das fragatas da classe Oliver Hazard Perry.
As inconfundíveis linhas achatadas das fragatas da classe Oliver Hazard Perry.As inconfundíveis linhas achatadas das fragatas da classe Oliver Hazard Perry.

Sua criação foi efetivada no ano seguinte, 2003, pelos Ministros da Defesa dos países membros. A idéia por trás da criação da NRF é acabar com as forças maciças permanentemente mobilizadas, da época da Guerra Fria, que são extremamente custosas e não atendem às especificidades das novas operações em que se engajam as forças armadas ocidentais (combate à pirataria, ao terrorismo, auxílio humanitário, evacuação de áreas de risco entre uma série de outras).

Deixando o porto de Cartagena para o Mediterrâneo
Deixando o porto de Cartagena para o MediterrâneoDeixando o porto de Cartagena para o Mediterrâneo
A proa do Etna aponta para o farol na saída do porto de Cartagena
A proa do Etna aponta para o farol na saída do porto de CartagenaA proa do Etna aponta para o farol na saída do porto de Cartagena
Rebocador volta para apanhar outro cliente
Rebocador volta para apanhar outro clienteRebocador volta para apanhar outro cliente
Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853
Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853
Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853
Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853Sai para o mar o varreminas da classe Tripartite HNLMS Haarlem da Holanda M853

Vista da proa da Fragata alemã Lübeck F214
Vista da proa da Fragata alemã Lübeck F214Vista da proa da Fragata alemã Lübeck F214
Segurança contra ameaças assimétricas ao fundo o RoRo SPS Martín Posadillo A04
Segurança contra ameaças assimétricas ao fundo o RoRo SPS Martín Posadillo A04Segurança contra ameaças assimétricas ao fundo o RoRo SPS Martín Posadillo A04
Segurança é feita por lanchas
Segurança é feita por lanchasSegurança é feita por lanchas
Fragata SPS Victoria 82
Fragata SPS Victoria 82Fragata SPS Victoria 82
Fragata SPS Victoria 82
Fragata SPS Victoria 82Fragata SPS Victoria 82

 

Pretende-se assim criar uma força de emprego rápido, capaz de ser mobilizada e posta em operação dentro de  cinco dias, no máximo, e apta a desempenhar qualquer tipo de função, seja guerra convencional ou seja de outro espectro, em qualquer lugar em que haja uma ameaça à segurança dos países membros.

A NRF inclui um componente terrestre do tamanho de uma brigada, um componente aéreo, um naval (nosso foco), um de operações especiais e uma força tarefa de combate a ameaças CBRN (química, biológica, radiológica e nuclear; em inglês). A organização da força funciona em sistema de rodízio: Os países designam voluntariamente, e em assembléia, os meios que comporão a NRF. Os componentes designados passam por um treino de um ano, seis meses de treino sobre operações OTAN em seus países, e seis meses treinando sob a tutela do país que assumirá o comando da força.

Proa da fragata Fragata SPS Victoria 82
Proa da fragata Fragata SPS Victoria 82Proa da fragata Fragata SPS Victoria 82
Hora da Lübeck partir também
Hora da Lübeck partir tambémHora da Lübeck partir também
Etna será um dos últimos a partir
Etna será um dos últimos a partirEtna será um dos últimos a partir
O farol que marca a entrada do porto de Cartagena
O farol que marca a entrada do porto de CartagenaO farol que marca a entrada do porto de Cartagena
Cartagena ficou pra trás
Cartagena ficou pra trásCartagena ficou pra trás

Cartagena ficou pra trás
Cartagena ficou pra trásCartagena ficou pra trás
Castilla L52 e Principe de Asturias no fundo da Baía de Cartagena
Castilla L52 e Principe de Asturias no fundo da Baía de CartagenaCastilla L52 e Principe de Asturias no fundo da Baía de Cartagena
Construções fora da Baía
Construções fora da BaíaConstruções fora da Baía
A fragata Alvaro de Bazan F101
A fragata Alvaro de Bazan F101A fragata Alvaro de Bazan F101
Rebocador visto da proa da Lübeck
Rebocador visto da proa da LübeckRebocador visto da proa da Lübeck

Após esse período, a força conjunta é avaliada e, se considerada capaz, será efetivada como NRF por um período de seis meses, após o qual será substituída por outro contingente multinacional. O componente maritimo do NRF foi assumido agora pelo Vice-Almirante espanhol Juan A Cuadrillero Pinilla que o comandará pelos próximos seis meses. Noble Mariner contou ainda com a presença do Almirante britânico e comandante da NATO Maritime Force, Sir Trevor Soar, que veio ao sul da Espanha unicamente para inspecionar o rendimento dos navios da Aliança Atlântica no início de seu novo período de atividade. O Almirante Soar é também o comandante da Royal Navy.

A NRF foi testada em vários exercícios, até que atingisse os estágios de IOC (initial operational capability) e FOC (full operational capability).

Farol menor na saída de Cartagena
Farol menor na saída de CartagenaFarol menor na saída de Cartagena
Deixando Cartagena
Deixando CartagenaDeixando Cartagena
Deixando Cartagena
Deixando CartagenaDeixando Cartagena
Deixando Cartagena
Deixando CartagenaDeixando Cartagena
Um dos dois canhões Rheinmetall 20 mm
Um dos dois canhões Rheinmetall 20 mmUm dos dois canhões Rheinmetall 20 mm

OHP espanhola adiante da Lübeck
OHP espanhola adiante da LübeckOHP espanhola adiante da Lübeck
Principe de Asturias escondido na neblina
Principe de Asturias escondido na neblinaPrincipe de Asturias escondido na neblina
Principe de Asturias
Principe de AsturiasPrincipe de Asturias
Fragata antiaérea Alvaro de Bazan
Fragata antiaérea Alvaro de BazanFragata antiaérea Alvaro de Bazan
Fragata antiaérea Alvaro de Bazan, finalmente no sol!
Fragata antiaérea Alvaro de Bazan, finalmente no sol!Fragata antiaérea Alvaro de Bazan, finalmente no sol!

Esta última foi obtida em 2006, com exercício Steadfast Jaguar, o primeiro a conjugar todos os componentes da NRF. A força já foi testada em diversas ocasiões: foi ela quem fez a segurança das Olimpíadas de Atenas; esteve presente no Afeganistão, em apoio ao ISAF; entregou auxílio às vítimas do furacão Katrina nos EUA e, em 2005 e 2006, levou auxílio aos paquistaneses vitimados pelo terremoto ocorrido no país.

 

NRF – Maritime Component

 

Quem efetivamente participou do Noble Mariner 2011 foi o componente marítimo da NRF. Ele é composto por duas forças permanentes da OTAN que existem desde a Guerra Fria, a Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1) e a Standing Nato Mine Countermeasure Group 1 (SNMCG1), que, embora sejam forças permanentemente mobilizadas, são extremamente reduzidas e de configuração flexível.

O Killer Tomato é usado para tiro contra alvo de superfície
O Killer Tomato é usado para tiro contra alvo de superfícieO Killer Tomato é usado para tiro contra alvo de superfície
Navarra F85 passa diante do Etna
Navarra F85 passa diante do EtnaNavarra F85 passa diante do Etna
Vista dianteira da fragata Navarra
Vista dianteira da fragata NavarraVista dianteira da fragata Navarra
A OHP espanhola é uma fragata de design clássico
A OHP espanhola é uma fragata de design clássicoA OHP espanhola é uma fragata de design clássico
O mastro em forma de treliça é leve contribuindo para a estabilidade
O mastro em forma de treliça é leve contribuindo para a estabilidadeO mastro em forma de treliça é leve contribuindo para a estabilidade

Preocupações com o eco radar só viriam décadas depois das OHP
Preocupações com o eco radar só viriam décadas depois das OHPPreocupações com o eco radar só viriam décadas depois das OHP
Navarra F85
Navarra F85Navarra F85
Navarra F85
Navarra F85Navarra F85
Principe de Asturias com EAV-8Bs e SH-3H
Principe de Asturias com EAV-8Bs e SH-3HPrincipe de Asturias com EAV-8Bs e SH-3H
NDD Castilla L52 à distancia
NDD Castilla L52 à distanciaNDD Castilla L52 à distancia

Exemplo disso é que a SNMG1 que era, à época do exercício, composta de apenas dois navios, a fragata alemã Lübeck (F224) (na qual ALIDE também embarcou e que, em breve, nossos leitores conhecerão em detalhe) e o navio tanque italiano Etna, capitânia do comandante da SNMG1.

O SNMCG1 é composto por alguns navios varredores, alguns de patrulha e um navio de apoio logístico. Para formar o componente naval efetivo da NRF somaram-se ao SNMG1 e o SNMCMG1 vários navios da Armada Española: O NAe STOVL Príncipe de Astúrias (R11), as Fragatas Álvaro de Bazán (F101), Navarra (F85) e duas fragatas da classe Baleares e o NDD Castilla, nau capitânia do exercício e centro de Comando e Controle da NRF. Além desses meios, juntaram-se ainda à Response Force quatro submarinos; um alemão, um italiano, um português e um espanhol. Um navio tanque americano (o USNS Kanawha  - T-AO-196) e um espanhol (Marques de La Ensenada – A11) entre outros.

Esse arranjo já estava, quando do NM2011, certificado pela OTAN. Isto quer dizer que ele havia passado pelo ano de treino e certificação mencionado no item anterior, compondo a 17ª NRF, ou seja, era o décimo sétimo arranjo de meios a compor a Response Force, que será desmobilizada em Junho próximo e será substituída pela 18ª NRF.

O Pizarro L42 é um gêmeo do NDCC Matoso Maia
O Pizarro L42 é um gêmeo do NDCC Matoso MaiaO Pizarro L42 é um gêmeo do NDCC Matoso Maia
O Navio-Tanque Marques de la Ensenada A11 contra o sol
O Navio-Tanque Marques de la Ensenada A11 contra o solO Navio-Tanque Marques de la Ensenada A11 contra o sol
Castilla e Etna se mesclam na neblina
Castilla e Etna se mesclam na neblinaCastilla e Etna se mesclam na neblina
O perfil inconfundível do Castilla
O perfil inconfundível do CastillaO perfil inconfundível do Castilla
O NDCC Pizarro L42
O NDCC Pizarro L42O NDCC Pizarro L42

O Pizarro tem uma pequena doca localizada a ré
O Pizarro tem uma pequena doca localizada a réO Pizarro tem uma pequena doca localizada a ré
A doca do Castilla é substancialmente maior
A doca do Castilla é substancialmente maiorA doca do Castilla é substancialmente maior
O Marques de la Ensenada A11 tem casco simples e será substituido em breve
O Marques de la Ensenada A11 tem casco simples e será substituido em breveO Marques de la Ensenada A11 tem casco simples e será substituido em breve
O italiano Etna, apresentando o mesmo porte, é mais polivalente que o A11
O italiano Etna, apresentando o mesmo porte, é mais polivalente que o A11O italiano Etna, apresentando o mesmo porte, é mais polivalente que o A11
O USNS Kanawha, da classe Henry J. Kaiser, desloca 31000 toneladas.
O USNS Kanawha, da classe Henry J. Kaiser, desloca 31000 toneladas.O USNS Kanawha, da classe Henry J. Kaiser, desloca 31000 toneladas.

 

É a política da OTAN não substituir inteiramente os meios de uma Response Force para outra. A intenção é de que essa substituição ocorra gradualmente, de modo que os navios recém-chegados já encontrem um grupo multinacional mais coeso, o que facilita a adaptação mútua e aumenta a eficácia e eficiência operacional dos grupo-tarefa. Isso garante que as transições entre as RFs não sejam conturbadas e não comprometam sua capacidade operacional.Além dos navios havia ainda os McDonnell Douglas AV-8B Harrier II do 9o Esquadrão da Marinha Espanhola baseados a bordo do NAe Principe de Astúrias e outras quatro aeronaves de patrulha marítima da Espanha, França, EUA e Noruega operando de terra.

O cenário

Visando dar maior realismo ao exercício a Península Ibérica foi "transformada" na zona leste da Cerásia, uma região conflagrada do planeta onde ficam varios países em estado de crise internacional. Um deles, Tytan, solicita à comunidade internacional a montagem de um Grupo Tarefa para a proteção de seu território contra a potencial agressão do país vizinho Kamon.

NAe Principe de Asturias na costa de Almeria no sul da Espanha
NAe Principe de Asturias na costa de Almeria no sul da EspanhaNAe Principe de Asturias na costa de Almeria no sul da Espanha
A lübeck F214 é uma fragata da classe Bremen
A lübeck F214 é uma fragata da classe BremenA lübeck F214 é uma fragata da classe Bremen
Principe de Asturias
Principe de AsturiasPrincipe de Asturias
Principe de Asturias
Principe de AsturiasPrincipe de Asturias
Principe de Asturias
Principe de AsturiasPrincipe de Asturias

EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de AstúriasEAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de AstúriasEAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de AstúriasEAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
EAV-8B se aproxima para pouso no Principe de AstúriasEAV-8B se aproxima para pouso no Principe de Astúrias
Como as OHP suas contemporâneas as Bremen usam mastros em treliça.
Como as OHP suas contemporâneas as Bremen usam mastros em treliça. Como as OHP suas contemporâneas as Bremen usam mastros em treliça.

 

Milicias paramilitares apoiadas por Kamon estão realizando ataques dentro do território de Tytan criando uma séria situação humanitária. Em paralelo, a falta de ordem leva a um aumento dos casos de pirataria na região, inclusive, com o ataque a comboios de navios transportando ajuda humanitária. Armas também estão sendo contrabandeadas para os rebeldes a partir de um outro país chamado Stellaria, o que promete agravar ainda mais a situação. O Conselho de Segurança da ONU em resposta à solicitação de Tytan emite uma resolução que solicita à OTAN a montagem de uma força aero-naval e terrestre que seja capaz de controlar o espaço marítimo, garantir a livre navegação, promover a estabilidade na região e deter qualquer agressão contra Tytan, até que outra força mais definitiva possa substituí-la nestas funções.

Um “Diário de Bordo” sobre o Noble Mariner 2011

ALIDE participou durante quase todo o Noble Mariner desde a fragata portuguesa D. Francisco de Almeida (F334).

FGS Lübeck F214
FGS Lübeck F214FGS Lübeck F214
O passadiço da Fragata NRP D. Francisco de Almeida F333
O passadiço da Fragata NRP D. Francisco de Almeida F333O passadiço da Fragata NRP D. Francisco de Almeida F333
Lanchas de desembarque do Castilla vêm a Almeria para apanhar os repórteres
Lanchas de desembarque do Castilla vêm a Almeria para apanhar os repórteresLanchas de desembarque do Castilla vêm a Almeria para apanhar os repórteres
As LCM-1E foram projetadas e constridas na Espanha entre 2001 ve 2008
As LCM-1E foram projetadas e constridas na Espanha entre 2001 ve 2008As LCM-1E foram projetadas e constridas na Espanha entre 2001 ve 2008
A Armada Espanhola adquiriu 14 unidades das LCM-1E
A Armada Espanhola adquiriu 14 unidades das LCM-1EA Armada Espanhola adquiriu 14 unidades das LCM-1E

Embora um desenho exterior cássio por dentro as LCM-1E são super modernas
Embora um desenho exterior cássio por dentro as LCM-1E são super modernasEmbora um desenho exterior cássio por dentro as LCM-1E são super modernas
Hughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanhola
Hughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanholaHughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanhola
Hughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanhola
Hughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanholaHughes 369 HM da sexta Escuadrilla da aviação naval espanhola
Lancha rápida das forças especiais
Lancha rápida das forças especiaisLancha rápida das forças especiais
Lancha rápida escoltou a LCM com os jornalistas
Lancha rápida escoltou a LCM com os jornalistasLancha rápida escoltou a LCM com os jornalistas

 

Acompanhamos tanto os exercícios da OTAN quanto o internos do navio, e estes, especificamente serão descritos em detalhes no artigo sobre este navio português.

O exercício começou no dia 28 de fevereiro de 2011, quando todos os navios deixaram o porto de Cartagena. Primeiro saíram os varredores, depois as fragatas e, por último, os navios maiores; o NDD Castilla e o NAe Príncipe de Astúrias (PdA). Neste mesmo dia houve um exercício de trânsito sob ameaça aérea. Do PdA partiram helicópteros Sea King e caças Harrier que sobrevoavam toda a área do exercício em missão de defesa do Grupo Tarefa.

Nenhuma fragata atual da MB consegueria operar o SH-3H
Nenhuma fragata atual da MB consegueria operar o SH-3HNenhuma fragata atual da MB consegueria operar o SH-3H
O SeaKing voou!
O SeaKing voou!O SeaKing voou!
Os SH-3H receberam um sistema FLIR na dianteira
Os SH-3H receberam um sistema FLIR na dianteiraOs SH-3H receberam um sistema FLIR na dianteira
Solicitado um pouso no Etna para apanhar um "ferido"
Solicitado um pouso no Etna para apanhar um Solicitado um pouso no Etna para apanhar um
Etna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonês
Etna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonêsEtna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonês

Aguardando autorização de pouso no Etna
Aguardando autorização de pouso no EtnaAguardando autorização de pouso no Etna
FGS Lübeck
FGS LübeckFGS Lübeck
Etna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonês
Etna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonêsEtna, Castlla, Álvaro de Bazán e o polonês
Etna, Castlla e a Álvaro de Bazán
Etna, Castlla e a Álvaro de BazánEtna, Castlla e a Álvaro de Bazán
SH-3Hem voo
SH-3Hem vooSH-3Hem voo

 

O intento então era sempre conhecer o azimute em que estavam, tarefa muito dinâmica dado que sua movimentação era constante. A transmissão de informação era constante; dos observadores das asas do passadiço para os navegadores, dos operadores do COC para o passadiço, de todos eles para os fuzileiros operando as metralhadoras de 30mm. O exercício durou em torno de três horas, durante as quais a movimentação da guarnição era constante, ainda que irregular. Durante essas horas sempre há um fuzileiro operando a metralhadora e nunca cessa a troca de informações. Como os navios portugueses não chegaram a atracar em Cartagena,  eles se juntaram ao Grupo Tarefa apenas no mar. O correspondente da ALIDE deixou o porto a bordo da fragata alemã Lübeck, transferindo ao seu navio de destino numa lancha ainda no primeiro dia.

Nesse mesmo dia houve um exercício de tiro com o canhão principal (de 76 mm no caso do NRP). Por questões de segurança o exercício sofreu sucessivos atrasos em função da presença de um navio pesqueiro na área de tiro. Quando este se retirou o exercício contra o alvo de superfície retomou seu curso. Quatro navios dispararam três vezes contra o alvo, nenhum dos quais o acertou.

No dia 1º de março ocorreu a visita do Vice-Almirante espanhol Juan A Cuadrillero Pinilla, comandante do exercício e da 17ª NRF. Ele veio de helicóptero do Castilla para conhecer o navio português. Foi até ao Centro de Operações de Combate, onde recebeu um briefing, e conheceu e conversou brevemente com o Comandante do navio. Depois, na melhor tradição naval recebeu uma placa com o brasão de armas do navio e seguiu sua visita aos outros navios da NRF.

Ainda neste dia ocorreu um exercício de abordagem. No seu início o navio português passa a simular um navio cargueiro suspeito. Chegam mensagens de rádio da Navarra, uma fragata da Armada Española, mandando-nos reduzir a velocidade e assumir um novo curso sob a justificativa de que éramos suspeitos de transportar carga ilegal. Para adicionar maior realismo, o oficial encarregado de representar o comandante do cargueiro oferece alguma resistência, recusa-se a reduzir a velocidade ao nível indicado pelo navio, não vai exatamente para o rumo que lhe ordenam e assim por diante. Por fim, ele consente com uma abordagem.

A LCM-1E é bem motorizada
A LCM-1E é bem motorizadaA LCM-1E é bem motorizada
OHP espanhola
OHP espanholaOHP espanhola
OHP espanhola
OHP espanholaOHP espanhola
Navarra com helicóptero Hughes no 'hover'
Navarra com helicóptero Hughes no 'hover'Navarra com helicóptero Hughes no 'hover'
Diferente das OHP americanas, as espanholas ainda tem seu lançador de missil Standard 1
Diferente das OHP americanas, as espanholas ainda tem seu lançador de missil Standard 1Diferente das OHP americanas, as espanholas ainda tem seu lançador de missil Standard 1

Para alagar a doca a popa do Castilla afunda no mar
Para alagar a doca a popa do Castilla  afunda no marPara alagar a doca a popa do Castilla  afunda no mar
Helicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GT
Helicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GTHelicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GT
Portão de ré aberto e doca alagada no Castilla
Portão de ré aberto e doca alagada no CastillaPortão de ré aberto e doca alagada no Castilla
ORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da Polônia
ORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da PolôniaORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da Polônia
O Etna é um Logistics Support Ship, bem mais que um simples navio-tanque
O Etna é um Logistics Support Ship, bem mais que um simples navio-tanqueO Etna é um Logistics Support Ship, bem mais que um simples navio-tanque

 

Todo esse procedimento, e outros menos significantes, são necessários para se fazer a abordagem conforme a resolução da ONU que é usada como prerrogativa para justificar a interceptação Finda esta “negociação” via rádio, um grupo de fuzileiros espanhóis veio em uma lancha do Navarra, subiram por uma escada “quebra-peito” o costado do navio e começaram a vasculhar o “cargueiro”. Primeiro eles revistam os fuzileiros portugueses que vestidos a paisana simulam a tripulação do mercante, depois os detêm no convôo e seguem para passadiço. Lá, encontram e conversam com o “Comandante” do navio, conferem sua documentação e fazem uma revista que simula uma inspeção geral. Após isso, eles se dirigem de volta à sua lancha e retornam ao navio de origem, concluindo o exercício.

O dia seguinte começou com um exercício interno de “homem ao mar” seguindo-se um exercício de ameaça aérea. Desta vez apenas os Harrier do PdA estavam em ação. Nessa nova situação foi introduzida a possibilidade ataque com mísseis, o que exigia dos navios que estivessem com seus sistemas de defesa antimísseis sempre prontos. Adicionalmente, os caças não eram imediatamente identificados como amigos ou inimigos, tal qual numa situação real.

Helicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GT
Helicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GTHelicoptero AB-212 ASW da Tercera Escuadrilla voa sobre o GT
A imensa diferença de porte ente o Castilla e o navio polonês Czernicki
A imensa diferença de porte ente o Castilla e o navio polonês CzernickiA imensa diferença de porte ente o Castilla e o navio polonês Czernicki
Além da doca, o Castilla tem uma porta lateral no nível do mar
Além da doca, o Castilla tem uma porta lateral no nível do marAlém da doca, o Castilla tem uma porta lateral no nível do mar
ORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da Polônia
ORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da PolôniaORP Kontradmiral X. Czernicki 511 da Polônia
Fragata Álvaro de Bazan
Fragata Álvaro de BazanFragata Álvaro de Bazan

O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo
O navio polonês com o Etna ao fundo O navio polonês com o Etna ao fundo
Doca alagada: o bulbo da proa fica visível acima da linha d'agua
Doca alagada: o bulbo da proa fica visível acima da linha d'aguaDoca alagada: o bulbo da proa fica visível acima da linha d'agua

 

Sua identificação dependia do correto funcionamento do sistema IFF – Identification Friend/Foe. Das três aeronaves envolvidas neste exercício, duas eram amigas e apenas uma era “hostil”. Segundo o CheOp do navio português, uma vez reconhecida como tal, ela esteve sempre vigiada pelos sistema de defesa aérea da fragata. Ainda neste dia, ocorreu outro exercício de abordagem, desta vez o Grupo de Vistoria e Inspeção/Grupo de Presa seria portugues.

Castilla e Etna
Castilla e EtnaCastilla e Etna
O Etna era o navio capitânia do NATO Maritime Standing Group.
O Etna era o navio capitânia do NATO Maritime Standing Group.O Etna era o navio capitânia do NATO Maritime Standing Group.
O navio polonês
O navio polonês O navio polonês
A Alvaro de Bazan era a protetora do GT contra ataques aéreos
A Alvaro de Bazan era a protetora do GT contra ataques aéreosA Alvaro de Bazan era a protetora do GT contra ataques aéreos
FGS Lübeck vista de boreste
FGS Lübeck vista de boreste FGS Lübeck vista de boreste

O navio polonês cruza com a Álvaro
O navio polonês cruza com a ÁlvaroO navio polonês cruza com a Álvaro
Álvaro de Bazán
Álvaro de BazánÁlvaro de Bazán
SPS Castlla e Álvaro de Bazán
SPS Castlla e Álvaro de BazánSPS Castlla e Álvaro de Bazán
SPS Castlla e Álvaro de Bazán
SPS Castlla e Álvaro de BazánSPS Castlla e Álvaro de Bazán
Sikorsky SH-3H no convoo da Álvaro de Bazán
Sikorsky SH-3H no convoo da Álvaro de BazánSikorsky SH-3H no convoo da Álvaro de Bazán

 

Seguiu-se o mesmo procedimento anterior, com a comunicação via rádio, o pedido de autorização, a leitura via rádio da resolução da ONU, os pedidos de mudança de curso e redução de velocidade etc. Por questões de segurança, ALIDE não pôde embarcar na lancha dos fuzileiros para cobrir a abordagem do navio “mercante”. Na conclusão desse dia, foi realizado uma Transferência de Óleo no Mar (TOM) junto ao navio-tanque italiano Etna. Honrando as tradições de marinha, os italianos aproximaram-se tocando música em seus alto-falantes, mandaram um vinho de presente para o Comandante português e receberam um vinho do Porto em troca. O abastecimento durou desde antes do pôr do sol até o princípio da noite. Quando este foi concluído, foi a vez dos portugueses apresentarem sua canção. Encerrada a faina de TOM o estado do navio mudou para “cortinas abaixo” e não pudemos mais ocupar a área externa. Recolhemo-nos para a janta, encerrando o dia.

Na quinta-feira, 03 de março, se deu outro exercício de ameaça aérea. Como este era o único exercício programado pelo comando da missão para o dia, ele acabou sendo dedicado aos exercícios internos do navio.

O dia 04/03 foi reservado para a visita da imprensa espanhola e internacional ao GT que se encontrava ao largo da cidade espanhola de Almeria. Ele foi marcado pelo exercício de assistência a um navio sinistrado.

SH-3H pousa no Etna
SH-3H pousa no EtnaSH-3H pousa no Etna
A segurança era constante durante a exibição para a imprensa
A segurança era constante durante a exibição para a imprensaA segurança era constante durante a exibição para a imprensa
Hughes provavelmente com fotógrafos da Armada
Hughes provavelmente com fotógrafos da ArmadaHughes provavelmente com fotógrafos da Armada
O Kontradmiral Czernicki se fez passar por navio em chamas
O Kontradmiral Czernicki se fez passar por navio em chamasO Kontradmiral Czernicki se fez passar por navio em chamas
Briefing para imprensa no Castilla
Briefing para imprensa no CastillaBriefing para imprensa no Castilla

Lancha de forças especiais dentro da garagem do Castilla
Lancha de forças especiais dentro da garagem do CastillaLancha de forças especiais dentro da garagem do Castilla
Detalhe da lancha de FEs
Detalhe da lancha de FEsDetalhe da lancha de FEs
Detalhe da lancha de FEs
Detalhe da lancha de FEsDetalhe da lancha de FEs
Etna
EtnaEtna
Álvaro de Bazán
Álvaro de BazánÁlvaro de Bazán

 

O varredor polonês Kontradmiral Czernicki simulou um navio atingido por um míssil que, em conseqüência, estava sendo vitimado por um incêndio e um alagamento. Era necessário, portanto, enviar os grupos de combate a avarias; com treinamento para combate a incêndios, vedação de fissuras e socorrismo. A fragata alemã Lübeck também enviou uma lancha com um grupo de resgate, que, todavia, contava com oficias médicos. Um ocorrido neste evento mostra a importância da realização regular de exercícios conjuntos. O navio de desembarque anfíbio Castilla, por transportar o comandante da força naval da OTAN além dos jornalistas, navegava numa posição errada, e a uma velocidade mais alta do que deveria, impedindo o acesso seguro da lancha portuguesa ao navio sinistrado. Dentro do exercício Noble Mariner não houve qualquer prejuízo em função disso, mas, todavia, em uma situação real, essa falha poderia ter causado mais óbitos entre a guarnição do Czernicki e, até mesmo à perda do navio.

Aguardando o exercício de apoiode 3os contra incêndios
Aguardando o exercício de apoiode 3os contra incêndiosAguardando o exercício de apoiode 3os contra incêndios
Se alguem cair no mar estas vlanchas o resgatarão em minutos
Se alguem cair no mar estas vlanchas o resgatarão em minutosSe alguem cair no mar estas vlanchas o resgatarão em minutos
A defesa de curto alcance do Castilla são estas metralhadoras
A defesa de curto alcance do Castilla são estas metralhadorasA defesa de curto alcance do Castilla são estas metralhadoras
O Etna
O EtnaO Etna
Decolando do Etna com a 'vitima' a bordo
Decolando do Etna com a 'vitima' a bordoDecolando do Etna com a 'vitima' a bordo

O melhor hospital das redondezas é o Castilla
O melhor hospital das redondezas é o CastillaO melhor hospital das redondezas é o Castilla
'Paciente' a caminho
'Paciente' a caminho'Paciente' a caminho
SH-3H SeaKing em voo
SH-3H SeaKing em vooSH-3H SeaKing em voo
Álvaro de Bazán
Álvaro de BazánÁlvaro de Bazán
Etna
EtnaEtna

 

Na noite desse dia começou o exercício de ameaça submarina. ALIDE acompanhou o ocorrido de dentro do COC. Durante um bom tempo monitoramos a área do exercício sem qualquer leitura no sonar. Mas quando se localizava um submarino os operadores procuram mantê-lo dentro do acompanhamento sonar. Os passos seguintes eram preparar os torpedos e, então, entrar em contato com as embarcações. Naturalmente, por uma questão de brios, os submarinistas dificilmente respondiam a um primeiro contato. Segundo contaram a ALIDE, os submarinistas sabem que a leitura de seu barco é muito tênue, podendo ser facilmente perdida ou confundida com acidentes topográficos submarinos, objetos de dimensões razoáveis ou mesmo ruídos eletrônico. Assim, é necessário insistir no contato, alertando-os de que estão sob a mira dos torpedos.

O polonês
O polonêsO polonês
O Etna acompanha o Castilla
O Etna acompanha o CastillaO Etna acompanha o Castilla
A Álvaro na cobertura antiaérea
A Álvaro na cobertura antiaéreaA Álvaro na cobertura antiaérea
Staff do almirante Soar inpeciona a prontidão do NRF17
Staff do almirante Soar inpeciona a prontidão do NRF17Staff do almirante Soar inpeciona a prontidão do NRF17
Almirante Soar (com binóculo) observa o andamento dos exercícios
Almirante Soar (com binóculo) observa o andamento dos exercíciosAlmirante Soar (com binóculo) observa o andamento dos exercícios

Alvaro de Bazán
Alvaro de BazánAlvaro de Bazán
Lanchas rápidas
Lanchas rápidasLanchas rápidas
Lanchas rápidas
Lanchas rápidasLanchas rápidas
Lancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensaLancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensaLancha rápida se exibe para imprensa

 

Eles então recebem o comando para virem à superfície e identificar-se propriamente. Dos quatro submarinos presentes no NM2011, somente o alemão não foi detectado. A “caçada” durou a noite inteira e se estendeu pela madrugada. Infelizmente, por questões de sigilo, ALIDE não teve autorização para fotografar o COC durante o exercício, pudemos fazê-lo apenas quando não havia operações acontecendo.

O dia 05/03 foi marcado pelo exercício de tiro contra ameaça aérea. Aqui cabe uma nota. Em artigo anterior, ALIDE discorreu sobre sua experiência com a Álvaro de Bazán (F-101), a fragata AEGIS espanhola. Durante esse exercício, a F-101 foi a primeira a fazer seus disparos, abatendo os dois alvos e não deixando margem para nenhuma outra tentativa.

Este também foi o último dia da “Fase Seriada” do Noble Mariner. Isto é, da fase em que os exercícios são programados e seguem um cronograma. A partir de então começou a “Fase Real Life”, em que as ameaças e pedidos de socorro surgem sem aviso prévio ou programação, injetadas pelo Comando da missão, personalizado, como já foi dito antes, pelo Almirante Cuadrillero a partir do Castilla.

No dia seguinte foi feito um novo abastecimento. Dessa vez com o navio tanque americano USNS Kanawha. Os navios tanque da US Navy são operados por uma organização chamada Military Sealift Command, por isso não usam o prefixo normal “USS” e sim o “USNS”.

Lancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensaLancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensa
Lancha rápida se exibe para imprensaLancha rápida se exibe para imprensa
O 'navio incediado' visto do navio português
O 'navio incediado' visto do navio portuguêsO 'navio incediado' visto do navio português
Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional
Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional
Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional
Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional Lancha do navio portugues traz pessoal de CAv adicional

Simulação de combate a incêndio
Simulação de combate a incêndioSimulação de combate a incêndio
SH-3H pousando no Etna
SH-3H pousando no EtnaSH-3H pousando no Etna
No convoo do Etna
No convoo do EtnaNo convoo do Etna
Decolando uma vez mais
Decolando uma vez maisDecolando uma vez mais
Decolando uma vez mais
Decolando uma vez maisDecolando uma vez mais

 

Eles são propriedade da US Navy mas são tripulados primariamente por civis. Isso reduz a demanda por tripulantes militares preservando-os para os navios mais bélicos como os navios aeródromos, navios anfíbios escoltas e submarinos. Dois pontos contrastantes chamam a atenção. O primeiro, o fato de os americanos serem muito mais rápidos e diretos que os italianos. Eles respeitam, naturalmente, as tradições das marinhas; mandaram um presente para o Comandante, por exemplo. Mas são mais discretos com relação à música e são mais objetivos; vieram, conectaram rapidamente os cabos e mangotes de combustível, passaram o óleo, desconectaram e foram embora em pouco menos de uma hora. O segundo ponto que desperta interesse é a ostensiva presença de civis em um navio de guerra. Nós leitores poderão ver nas fotos, é ínfima a presença de militares no convés durante o abastecimento, os tripulantes são, em sua maioria, civis vestidos como se espera ver um trabalhador americano da construção civil.. Ainda nesse dia cruzamos o Estreito de Gibraltar, entrando no Oceano Atlântico e deixando o Mediterrâneo para trás.

O dia 8 de março 08/03 foi o único dia do NM2011 em que se tocou houve Postos de Combate. Simulou-se uma avaria provocada por míssil. ALIDE foi à Central da Plataforma (Centro de Controle de Máquinas nos navios portugueses) e de lá acompanhou os Hovers em todos os sinistros injetados; incêndios, fissuras no casco e feridos. Vimos a brigada de combate a incêndio combatendo seu sinistro justamente em uma reserva de Material de Combate de Chamas. Estivemos na casa de máquinas, onde foi simulada uma fissura e montada uma vedação. Por fim, acompanhamos a montagem das enfermarias de emergência, uma na Praça d’Armas e a outra na Sala de Estar dos cabos e marinheiros.

Os dias 08 e 09 de março foram dias de pouca atividade. Muitos exercícios já haviam sido feitos e todos estavam já um pouco exasperados.

Álvaro de Bazán
Álvaro de BazánÁlvaro de Bazán
SH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
SH-3H vem para pouso no convoo do CastillaSH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
SH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
SH-3H vem para pouso no convoo do CastillaSH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
SH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
SH-3H vem para pouso no convoo do CastillaSH-3H vem para pouso no convoo do Castilla
Pousados!
Pousados!Pousados!

Helicóptero apeiado no convoo
Helicóptero apeiado no convooHelicóptero apeiado no convoo
Almirante Soar o Comandante espanhol do NRF17 e o comandnte do Castilla
Almirante Soar o Comandante espanhol do NRF17 e o comandnte do CastillaAlmirante Soar o Comandante espanhol do NRF17 e o comandnte do Castilla
O Etna
O EtnaO Etna
Em voo 'paciente' entregue ao médico do Castilla
Em voo 'paciente' entregue ao médico do CastillaEm voo 'paciente' entregue ao médico do Castilla
Decolando
DecolandoDecolando

 

Não apenas isso, na noite do dia 07 o Comandante alertou a guarnição de que era possível que a NRF fosse destacada para se dirigir acosta da a Líbia. Nesse ponto a ONU ainda não havia emitido sua resolução em favor da constituição de uma zona de exclusão de aérea. Criou-se no navio uma grande expectativa em torno desse possível envio, que acabou não ocorrendo, embora o Noble Mariner tenha acabado no dia 09 na base naval de Rota na costa atlântica sul da Espanha, quando o programado era que ele se encerrasse apenas no dia 10. Da mesma forma que no seu início os navios portugueses não atracaram em Rota, deixando seu passageiro brasileiro aos cuidados do NDD Castilla retorná-lo a terra firme.

A NATO Response Force, a OTAN e uma visão estratégica

Além das questões de corte de custos e otimização de meios e pessoal, a NRF tem como diretriz deslocar todo o aparato necessário para garantir a segurança e/ou os interesses europeus em qualquer lugar do mundo, mais especificamente, na região que a doutrina da OTAN chama agora de “Europa extendida”. Essa região abarca, além da Europa, naturalmente, o Norte e o Chifre da África. Não é difícil entender o porquê de essas regiões periféricas terem sido incluídas nesta categoria; primeiro, pelo Chifre passa a importantíssima rota comercial para (e dos) mercados asiáticos, uma região ameaçada por piratas, cujas ações incorreram no abusivo aumento dos seguros cobrados sobre os navios e suas cargas. Segundo, o Norte da África é perigosamente próximo da Europa, e agora as questões de imigrações ilegais e de refugiados são um tema muito sensíveis no atual contexto de recessão econômica na Europa, a crise militar na Líbia é evidência empírica disso. Terceiro, o Norte da África compreende uma saída para o Atlântico (e para os mercados americanos). Quarto, existe na região, movimentação de grupos terroristas e fundamentalistas islâmicos, por fim, a política de segurança energética européia olha com muito cuidado para a Rússia, Cáucaso e África árabe, em virtude das reservas de petróleo da região.

É importante notar que o fato de que a NRF é composta pela soma de um grupo permanente (o SNMG1) e um de contra medidas de minas (SNMCMG1). Existe, na OTAN, dois grupos permanentes, SNMG1 e SNMG2.

Flypast
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O Czernicki
O CzernickiO Czernicki
Coletiva de imprensa no Castilla
Coletiva de imprensa no CastillaColetiva de imprensa no Castilla
Os jornalistas partindo em direçao a terra
Os jornalistas partindo em direçao a terraOs jornalistas partindo em direçao a terra
Os caminhões e veículos dos Fuzileiros Navais espanhóis são recolhidos da praia
Os caminhões e veículos dos Fuzileiros Navais espanhóis são recolhidos da praiaOs caminhões e veículos dos Fuzileiros Navais espanhóis são recolhidos da praia

 

O Grupo 1 operava no Atlântico e o 2 no Mediterrâneo, exclusivamente. O fim da URSS, todavia, trouxe algumas mudanças. Por um lado os dois grupos não são mais geograficamente divididos, por outro, o número de meios alocados a cada um deles foi drasticamente reduzido. O SNMG1, neste exercício, por exemplo, contava apenas com um NT, o Etna, e uma fragata, a Lübeck. Como contou à ALIDE o Comandante da Lübeck, é uma quantia irrisória, insuficiente para qualquer operação.

Ele disse ainda que estimativa de tempo entre a NRF ser acionada e sua chegada ao teatro de operações é da ordem de alguns dias, isso para um grupo que pode vir a ter mais de 50 navios. Ele ressalta ainda que, dentre as operações que se esperam da força, as de resgate e de peacekeeping (manutenção da paz) são relativamente fáceis, as de embargo é que são realmente desafiadoras. Para o correto cumprimento dessas missões é que se realizam exercícios com o Noble Mariner. O objetivo das marinhas, como nos conta o Comandante do NRP Don Francisco de Almeida, é que material, procedimento e reação estejam perfeitamente integrados. Por conta disso os exercícios da OTAN (os vários “Mariners”: o Noble, o Brilliant, o Steadfast) acontecem regularmente, de modo que as marinhas se integrem, falem a mesma linguagem, tenham doutrinas conhecidas e um treino, em alguma medida, uniforme.

O fim da URSS mudou radicalmente o panorama em que se inseriam as forças da OTAN. Um dos aspectos que mais mudou foi quanto à avaliação da eficácia e eficiência das forças. Para mensurá-las em um mundo sem um adversário direto, foram criadas várias instância de avaliação dentro do organograma da OTAN, das quais a mais importante é, provavelmente, a Joint Allied Lessons Learned Command – Lisbon. Não obstante, a organização teve que reinventar seu papel, assumindo a nova função de combater as “ameaças assimétricas”. Para tanto vêm sendo necessárias mudanças doutrinárias, que, segundo os militares dos países aliados, se provaram perfeitamente factíveis. Eles ressaltam, entretanto, que a OTAN não se transformará em um mecanismo de combate às ameaças difusas. Seus militares permanecem preocupadíssimos com a guerra convencional.

Um aspecto importante sobre a situação da OTAN neste início de década é a questão orçamentárias. No início do ano, o Secretário-Geral da OTAN, Anders Rassmussen, declarou que todos os países deveriam colaborar para cortar gastos sem perder capacidade operacional. Individualmente, praticamente todos os países aliados reduziram seus orçamentos militares, o que pôs em xeque a capacidade de ajuste das marinhas. O Comandante do D. Francisco, todavia, disse-nos que ajustes “dramáticos” foram feitos na história das marinhas, e não somente por razões orçamentárias, mas, principalmente, estratégicas. Nesse sentido, foi posta em cheque também a participação americana. O esforço de participar de duas guerras, em um tempo de crise, impactou a presença americana nos exercícios da OTAN. Era praxe que os EUA enviassem dois (por vezes um) navios para integrar a NRF e os exercícios da Aliança, agora, porém, eles vêm mandando apenas um, e nada além disso.

Mesmo com todos os esforços, o combate a pirataria no Golfo de Áden não vem mostrando muitos resultados.

Os veículos se dirigem ao Castilla
Os veículos se dirigem ao CastillaOs veículos se dirigem ao Castilla
Os navios varre minas entraram no porto de Almeria
Os navios varre minas entraram no porto de Almeria Os navios varre minas entraram no porto de Almeria
O caça minas alemão Dateln em Almeria
O caça minas alemão Dateln em AlmeriaO caça minas alemão Dateln em Almeria
O caçaminas belga Narcis
O caçaminas belga NarcisO caçaminas belga Narcis
Double Eagle Mk III Self Propelled Variable Depth Sonar no Haarlem
Double Eagle Mk III Self Propelled Variable Depth Sonar no HaarlemDouble Eagle Mk III Self Propelled Variable Depth Sonar no Haarlem

Chegou-se a questionar o comprometimento da OTAN, e das forças européias como um todo, em dispender recursos cada vez mais escassos para guardar aquela região periférica. O Comandante da D. Francisco realça, contudo, que a OTAN está efetivamente empenhada em patrulhar a região para poder manter abertas as rotas comercias, a questão é que os meios não são suficientes para a patrulha de uma região tão grande. Uma grande modificação doutrinária do combate às novas ameaças (dentre as quais a pirataria) foi a maior aproximação dos navios da terra. A marinha soviética era oceânica, por isso a OTAN também o era. No novo cenário internacional, as marinhas tiveram que se aproximar de terra firme para cumprir aquilo que lhes é demandado, ajustando-se a todas as implicações dessa aproximação.

A maior operação de combate à pirataria no Chifre da África é a Operação Atalanta, que está sob o comando da União Européia. A operação da OTAN na região é conhecida como a Operação Ocean Shield. Em comum, elas têm os objetivos. Diferem-se do ponto de vista organizacional e na estrutura de comando e controle. Ressalta-se, todavia, o fato de haver grande cooperação e coordenação entre as duas operações. Todavia, nem somente de europeus vive a segurança da região. Indianos, chineses e russos também patrulham aquelas águas. Quando perguntado sobre se isso tornava a região mais segura ou mais propensa a “desentendimentos”, o Comandante da D. Francisco deu uma declaração certeira: “Penso que somente com um tipo de cooperação assim é que se possam diminuir desconfianças mútuas fora das alianças tradicionais”.

Uma bandeira nacional, uma bandeira européia e uma bandeira atlântica

Uma questão particularmente complexa a respeito da atuação situação das marinhas do Velho Mundo é a constante “troca de chapéus”, isto é, em determinado momento o navio está a serviço de seu país de origem, depois passa ao controle da OTAN e sem seguida ao da UE. E avança e retrocede continuamente nesse movimento.

ALIDE questionou aos comandantes da Álvaro de Bazán, Lübeck e D. Francisco de Almeida, se, as forças navais européias fossem vistas como uma única marinha européia, quanto da infra-estrutura de portos, bases e instalações militares seria redundante. Houve unanimidade. Haveria, sim, uma redundância enorme. Seria possível, questionamos, “especializar” as marinhas? Sim, seria. De tal feita que é possível o desmonte de grande infra-estrutura redundante de vários países. No entanto, embora o futuro seja incerto, ninguém cogita que se alcance tamanho nível de integração. “Há aspectos da soberania que são inalienáveis”, disse-nos o Comandante da Álvaro de Bazán. “As marinhas querem o melhor dos dois mundos. Querem, tanto manter capacidades próprias, quanto criar sinergias”, diz-nos o Comandante da D. Francisco. A questão é: todos agora estão conscientes de que, ou aprendem a trabalhar em conjunto, ou ficarão para trás. Não há um “conflito” de bandeiras. O Comandante da Lübeck é bem claro, os navios servem antes e precipuamente aos seus países de origem; defendendo seu interesse nacional. É um interesse “egoísta”, mas não é, todavia, somente isso. Há uma vontade real de cooperar, a despeito de mentalidades diferentes, cadeias de comando distintas e interesses nem sempre harmoniosos.

Se o Estado não se interessa em cooperar, seja na EU, seja na OTAN, ele não o fará. Todos os Comandantes reconhecem isso. Porém a mentalidade de “Comunidade Européia” é muito forte.

HNLMS Haarlem M853
HNLMS Haarlem M853HNLMS Haarlem M853
BNS Narces
BNS NarcesBNS Narces
FGS Dateln M1068
FGS Dateln M1068FGS Dateln M1068
Bandeira da Marinha Alemã na popa do FGS Dateln M1068
Bandeira da Marinha Alemã na popa do FGS Dateln M1068Bandeira da Marinha Alemã na popa do FGS Dateln M1068
FGS Dateln M1068
FGS Dateln M1068FGS Dateln M1068

Proa do FGS Dateln M1068
Proa do FGS Dateln M1068Proa do FGS Dateln M1068
Proa do HNLMS Haarlem M853
Proa do HNLMS Haarlem M853Proa do HNLMS Haarlem M853

 

Nada evidencia mais isso do que a incorporação à NRF de navios de antigas repúblicas soviéticas. “Houve dificuldades, mas elas não foram incontornáveis”, fala o comandante da D. Francisco sobre a incorporação desses navios, ilustrando bem o que queremos dizer. Os Estados europeus defendem seus próprios interesses, parece, contudo, que os interesses deles estão cada vez mais uníssonos e convergentes e a cooperação se tornou a alternativa à perda de influência mundial. Para evitar isso, vale até mesmo ter três chapéus ao alcance das mãos.

 

Participaram do Exercício Noble Mariner 2011:

 

Nau capitânia:

SPS NDD Castlilla (L-52) Espanha

Força de Superfície

N/T ITS Etna (A5326) Itália

FGS Lübeck (F214) Alemanha

SPS Victória  (F82) Espanha

SPS Álvaro de Bazán (F101) Espanha

SPS Navarra (F85) Espanha

NRP Corte Real (F332) Portugal

NRP D. Francisco de Almeida (F333) Portugal

AOR (N/T)

SPS Marques de la Ensenada (A11) Espanha

USNS Kanawha (TA-O-196) EUA

CVA

SPS Principe de Astúrias (R11) Espanha

Força Anfíbia

SPS Pizarro (L42) Espanha

Força de  Contraminagem

ORP Kontradmiral X Czernicki (511) Polônia

BNS Narcis (M923) Bélgica

Hnlms Haarlem (M853) Holanda

FGS Datteln (M1068) Alemanha

RN Brockelsby (M33) Reino Unido

Submarinos

FS Saphir (S602) França

ITS Longobardo (S524) Itália

SPS Tramontana (S74) Espanha

NRP Tridente (S160) Portugal

 

Last Updated on Thursday, 25 August 2011 10:51
 

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