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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 2:13 am 
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Data de registro: Seg Jan 08, 2007 5:22 pm
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Zava escreveu:
Wellington Góes escreveu:
A Embraer teria é que comprar a SAAB isso sim!!!


Isso seria perfeito, mas não vejo o nosso GF com esta visão, ele parece cego com esta ideia fixa, de ter um assento permanente no CS da ONU.
A conquista deste assento é importantissima, mas me parece que esta sendo feito mais do que o necessário para o momento.

Mas esta é uma questão empresarial e no meu entender se optarmos pelo Gripen NG ai sim estaremos dando uma sobre vida desnecessária para a SAAB, hoje a situação de mercado dela é pior que a da Dassault.

Até mais!!!

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Seja bem vinda ao mundo minha filha!!! A Lizandra nasceu!!!


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 4:02 am 
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Data de registro: Qua Dez 16, 2009 2:42 pm
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Fiquei curioso. Alguem recorda se houve algum comunicado da Embraer desmentindo a informacao publicada na Folha?

"3) A Embraer, consultada pela Aeronáutica, declarou que, se fosse o Rafale, não teria interesse em participar do projeto, pois lucraria muito pouco em tecnologia e em negócios."

http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... -a-frances

[]s!


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 7:08 am 
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Data de registro: Sáb Fev 10, 2007 8:15 pm
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Robsonmkt escreveu:
..........
E então? Vamos ajudar uma empresa que concorre diretamente com a Embraer? :wink:

atenciosamente,


Uma coisa é você salvar um concorrente do seu tamanho outra se associar a um muito maior que você.

A EMBRAER não terá condições nos próximos 10mil anos de eliminar a Boeing, então é mais fácil se associar com ela e eliminar os de tamanho semelhante.

Acho um absurdo de tamanho igual salvar a Dassault ou SAAB. Por que salvar duas empresas se podemos ajudar a empresa a ir pro saco e incorporarmos o mais importante dela que é a mão de obra ?

Tecnologia mais que hardware e software é peopleware, o resto é dinheiro e muito diga-se de passagem.


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 10:28 am 
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Data de registro: Qua Dez 16, 2009 2:42 pm
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TEL AVIV, Israel, Feb. 12 (UPI) -- Israel is pressing the U.S. administration to clinch a deal for up to 75 F-35 Stealth fighters but Lockheed Martin wants to sell the fifth-generation fighter to Arabs as well.

http://www.officialwire.com/main.php?ac ... &rid=96465

Se verdade, nao eh uma boa noticia p/ Dassault. Eu, particularmente, nao tenho nada contra a mesma e, na verdade, ateh gostaria de ver eles fecharem um acordo nos EAU.

[]s!


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 12:34 pm 
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Data de registro: Sáb Out 10, 2009 7:10 pm
Mensagens: 63
Não sei se a embraer vai comprar a Saab mas que entre elas tem uma óbvia complementação tecnológica esta claro. No mais a Saab não é concorrente.


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 5:05 pm 
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Data de registro: Dom Dez 31, 2006 12:17 pm
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RodrigoMF escreveu:
.

A EMBRAER não terá condições nos próximos 10mil anos de eliminar a Boeing, então é mais fácil se associar com ela e eliminar os de tamanho semelhante.


Que exageiro, Rodrigo... Ha 10000 anos atras os homens mais tecnologicamente avançados do planeta estavam correndo atras de mamutes na Siberia!

Depois da tal "Globalização" muita coisa impensável passou a ser possível. Vc sabia que quase a totalidade da siderurgia americana já pertence a capitalistas do 3o Mundo? Inclusive à nossa Gerdau? Quem poderia prever isso em 1980? NINGUEM!

Agora, nesta ultima década, a Boeing já se livrou de uma considerável fatia de ativos próprios, entre eles, a histórica planta de Wichita no Kansas. Além disso, o 787 é o produto da Boeing com maior % de envolvimento industrial estrangeiro (japonês e italiano) da história. Como será (se vier a ser feito!) um hipotetico "797"? Só Deus sabe. Repare que para piorar ainda mais, o mercado quase que cativo das empresas aéreas americanas permanece quase que catatônico desde o 11 de setembro, quase 10 anos atrás! O lucrativo caça F22 (de que a Boeing era sócia) morreu em menos de 200 unidades, e ela esta de fora do F-35.... O KC-45 que poderia ser a redenção da empresa não sai da lama jurídica em que se meteu... Noticias realmente boas são raras lá na Boeing, de uma conferida.

Meu argumento aqui é que quam sabe a Embraer pode até mesmo viar a comprar uma bela fatia da Boeing no futuro, pode nao ser algo de grande perspectiva HOJE, mas o amanhã é um grande mistério onde qualquer coisa pode ocorrer!

Comentários?

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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 6:02 pm 
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Data de registro: Ter Nov 06, 2007 6:50 pm
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Hammer escreveu:
RodrigoMF escreveu:
.

A EMBRAER não terá condições nos próximos 10mil anos de eliminar a Boeing, então é mais fácil se associar com ela e eliminar os de tamanho semelhante.


Que exageiro, Rodrigo... Ha 10000 anos atras os homens mais tecnologicamente avançados do planeta estavam correndo atras de mamutes na Siberia!

Depois da tal "Globalização" muita coisa impensável passou a ser possível. Vc sabia que quase a totalidade da siderurgia americana já pertence a capitalistas do 3o Mundo? Inclusive à nossa Gerdau? Quem poderia prever isso em 1980? NINGUEM!

Agora, nesta ultima década, a Boeing já se livrou de uma considerável fatia de ativos próprios, entre eles, a histórica planta de Wichita no Kansas. Além disso, o 787 é o produto da Boeing com maior % de envolvimento industrial estrangeiro (japonês e italiano) da história. Como será (se vier a ser feito!) um hipotetico "797"? Só Deus sabe. Repare que para piorar ainda mais, o mercado quase que cativo das empresas aéreas americanas permanece quase que catatônico desde o 11 de setembro, quase 10 anos atrás! O lucrativo caça F22 (de que a Boeing era sócia) morreu em menos de 200 unidades, e ela esta de fora do F-35.... O KC-45 que poderia ser a redenção da empresa não sai da lama jurídica em que se meteu... Noticias realmente boas são raras lá na Boeing, de uma conferida.

Meu argumento aqui é que quam sabe a Embraer pode até mesmo viar a comprar uma bela fatia da Boeing no futuro, pode nao ser algo de grande perspectiva HOJE, mas o amanhã é um grande mistério onde qualquer coisa pode ocorrer!

Comentários?

[]s Hammer


Eu já penso diferente dos dois colegas. O mais provável de acontecer é justamente o contrário: o maior engolir o menor. Bastaria uma relevante compra acionária sob a justificativa de ser uma condição necessária para transferência de tecnologia (ex.: Elbit, Dassault e Eurocopter). Aliás, a própria Boeing cita a associação ou compra de empresas brasileiras como parte do off-set (infelizmente não lembro onde eu li isto).
De uma tacada, a Boeing entra no mercado de aviação regional, supera o faturamento de sua grande concorrente,a Airbus, e ainda pode oferecer ao mercado de defesa norte-americano como sendo um produto by Boeing o Supertucano e o KC390 para entrar no lucrativo mercado de transporte médio hoje dominado pelo C-130.
A própria transferência de tecnologia deixará de ser um problema pois, na prática, será trasnferida para uma subsidiária e não mais para um concorrente latinoamericano.
Em troca a Embraer produzirá asas de F-18 para o mercado americano e montará o F-18 aqui para a FAB.
Acho um mau negócio. Se trocar o nome Boeing por Dassault, continua sendo um mau negócio nestes termos. A diferença é que no FX1 a Dassault não tinha bala na agulha para se tornar sócia majoritária. Já a Boeing...

atenciosamente,

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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 6:32 pm 
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Data de registro: Ter Out 27, 2009 5:52 pm
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Rafale International esclarece informações sobre proposta francesa no FX-2
Foram divulgadas informações de que a proposta do Rafale seria 40% mais cara que a do F-18. Esta afirmação não tem fundamento. O consórcio garante que o valor oferecido ao Governo Brasileiro para aquisição do Rafale é compatível com o valor de outras aeronaves da mesma classe, sendo que a França oferece total garantia de transferência de tecnologia (já aprovada pelo governo francês) e um caça que está em início de vida operacional, já com capacidade operacional comprovada em combate e com mais de 30 anos de expectativa de operação.
Sobre transferência de tecnologia, o consórcio Rafale International reforça o que a proposta do Rafale prevê transferência irrestrita e já aprovada de tecnologia, inclusive as críticas, ao Brasil. O programa de cooperação industrial da proposta francesa é bem fundamentado, com acordos assinados com 39 empresas para 68 projetos e parcerias com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o ITA.
Seguindo a legislação francesa, a autorização de transferência de tecnologia foi concedida pelo poder executivo francês antes do Rafale entrar na disputa e não depende mais de nenhuma nova autorização, ao contrário dos EUA, onde há a necessidade de aprovação pelo poder legislativo norte-americano. A autorização do Congresso dos EUA que vem sendo divulgada é uma pré-autorização, que ainda será revista, podendo haver vetos, por ocasião das revisões periódicas, como aconteceu na venda dos mísseis do F-16 ao Chile. Não há conhecimento sobre como as restrições norte-americanas podem afetar a transferência de tecnologia do Gripen.
Vale ressaltar, que nesse projeto específico, devido à parceria estratégica existente entre o Brasil e a França, a oferta do Rafale incorpora uma transferência de tecnologia crítica em uma dimensão inédita.
As seis primeiras aeronaves deverão ser construídas na França, com participação brasileira, para garantir aprendizado à indústria e entrega rápida dos primeiros caças à FAB. Os demais 30 caças serão montados no Brasil, com a produção de peças sendo transferida gradativamente à indústria brasileira, chegando a 50% na trigésima sexta aeronave e com certeza de aumentar caso o Brasil amplie o programa.
O consórcio do Rafale destaca, ainda, o elemento mais importante associado à proposta francesa: é a única que dá garantia de compra de no mínimo 10 unidades da aeronave KC-390, da Embraer, a maior já desenvolvida no Brasil, em compromisso já firmado pelo Governo Francês. Além disso, o consórcio Rafale International se compromete a ser parceiro para desenvolver o KC-390 junto com a Embraer, transferindo ainda outras tecnologias críticas. A parceria contribuirá significativamente para o sucesso desse projeto e geração adicional de empregos.

http://www.rafale.com.br/index.php?id=6&area=6&release=42%20.

Abços.

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JRMoreira


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 6:56 pm 
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Data de registro: Ter Out 27, 2009 5:52 pm
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TESTE DE VÔO: Dassault Rafale - Rampant Rafale
Em vôo internacional, se tornou o primeiro piloto de testes do Reino Unido para avaliar o Rafale em seu padrão de produção atual F3, aplicáveis às aeronaves, tanto para força aérea francesa e esquadrões de primeira linha francês da Marinha.

Imagem

http://www.flightglobal.com/articles/2009/11/09/334383/flight-test-dassault-rafale-rampant-rafale.html

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JRMoreira


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 8:19 pm 
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Data de registro: Dom Dez 31, 2006 12:17 pm
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Essa história do piloto ingles, é velha, é de novembro de 2009.

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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 9:55 pm 
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Data de registro: Sex Jul 24, 2009 2:12 pm
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SuperT99 escreveu:
Rafale International esclarece informações sobre proposta francesa no FX-2
Foram divulgadas informações de que a proposta do Rafale seria 40% mais cara que a do F-18. Esta afirmação não tem fundamento. O consórcio garante que o valor oferecido ao Governo Brasileiro para aquisição do Rafale é compatível com o valor de outras aeronaves da mesma classe, sendo que a França oferece total garantia de transferência de tecnologia (já aprovada pelo governo francês) e um caça que está em início de vida operacional, já com capacidade operacional comprovada em combate e com mais de 30 anos de expectativa de operação.
Sobre transferência de tecnologia, o consórcio Rafale International reforça o que a proposta do Rafale prevê transferência irrestrita e já aprovada de tecnologia, inclusive as críticas, ao Brasil. O programa de cooperação industrial da proposta francesa é bem fundamentado, com acordos assinados com 39 empresas para 68 projetos e parcerias com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o ITA.
Seguindo a legislação francesa, a autorização de transferência de tecnologia foi concedida pelo poder executivo francês antes do Rafale entrar na disputa e não depende mais de nenhuma nova autorização, ao contrário dos EUA, onde há a necessidade de aprovação pelo poder legislativo norte-americano. A autorização do Congresso dos EUA que vem sendo divulgada é uma pré-autorização, que ainda será revista, podendo haver vetos, por ocasião das revisões periódicas, como aconteceu na venda dos mísseis do F-16 ao Chile. Não há conhecimento sobre como as restrições norte-americanas podem afetar a transferência de tecnologia do Gripen.
Vale ressaltar, que nesse projeto específico, devido à parceria estratégica existente entre o Brasil e a França, a oferta do Rafale incorpora uma transferência de tecnologia crítica em uma dimensão inédita.
As seis primeiras aeronaves deverão ser construídas na França, com participação brasileira, para garantir aprendizado à indústria e entrega rápida dos primeiros caças à FAB. Os demais 30 caças serão montados no Brasil, com a produção de peças sendo transferida gradativamente à indústria brasileira, chegando a 50% na trigésima sexta aeronave e com certeza de aumentar caso o Brasil amplie o programa.
O consórcio do Rafale destaca, ainda, o elemento mais importante associado à proposta francesa: é a única que dá garantia de compra de no mínimo 10 unidades da aeronave KC-390, da Embraer, a maior já desenvolvida no Brasil, em compromisso já firmado pelo Governo Francês. Além disso, o consórcio Rafale International se compromete a ser parceiro para desenvolver o KC-390 junto com a Embraer, transferindo ainda outras tecnologias críticas. A parceria contribuirá significativamente para o sucesso desse projeto e geração adicional de empregos.

http://www.rafale.com.br/index.php?id=6&area=6&release=42%20.

Abços.


Esse é o pulo do gato.
Para atingir o nível máximo de transferência de PRODUÇÃO DE PEÇAS do produto, o Brasil terá que adquirir bem mais que 36 Rafales. Talvez só se comprarmos os 120 que o GF quer.
As peças dos Rafales franceses continuarão sendo feitas na França (os sindicatos não vão deixar transferirem a produção para o Brasil).

Então, exercer a opção de fazer as peças aqui vai custar mais caro porque vamos fazer só pra a AL (que com certeza vai se armar com os Rafales :? ), e talvez importar o ferramental para além dos 50%, se quisermos. Se não acharmos que vale a pena pagar e não exercermos essa opção, a culpa não é deles. Eu aposto em um esquema Helibras.

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"Criaturas bípedes sem penas, linguisticamente conscientes, nascidas entre urina e fezes, cujos corpos um dia serão o deleite culinário de vermes terrestres. Isso somos nós." - Cornel West


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 10:24 pm 
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Data de registro: Ter Nov 06, 2007 6:50 pm
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Arlsan escreveu:
Esse é o pulo do gato.
Para atingir o nível máximo de transferência de PRODUÇÃO DE PEÇAS do produto, o Brasil terá que adquirir bem mais que 36 Rafales. Talvez só se comprarmos os 120 que o GF quer.
As peças dos Rafales franceses continuarão sendo feitas na França (os sindicatos não vão deixar transferirem a produção para o Brasil).

Então, exercer a opção de fazer as peças aqui vai custar mais caro porque vamos fazer só pra a AL (que com certeza vai se armar com os Rafales :? ), e talvez importar o ferramental para além dos 50%, se quisermos. Se não acharmos que vale a pena pagar e não exercermos essa opção, a culpa não é deles. Eu aposto em um esquema Helibras.


Esta é uma questão interessante. Para a FAB, interessa transferências de tecnologia que a permitam integrar o que ela quiser em seu novo vetor (armas, sensores, etc.), de preferência de fabricação nacional. À indústria, deve interessar absorver tecnologias que a permitam dar um salto de qualidade no desenvolvimento de seus produtos.
Eu vejo a produção local do caça como um plus, mas não como a cereja do bolo da ToT. Temos que tomar cudado para nã nos concentrarmos no acessório ao invés do essencial, independentemente do caça ser francês, americano ou sueco.

atenciosamente,

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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 10:43 pm 
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Data de registro: Qua Abr 02, 2008 5:32 pm
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Robsonmkt escreveu:
Arlsan escreveu:
Esse é o pulo do gato.
Para atingir o nível máximo de transferência de PRODUÇÃO DE PEÇAS do produto, o Brasil terá que adquirir bem mais que 36 Rafales. Talvez só se comprarmos os 120 que o GF quer.
As peças dos Rafales franceses continuarão sendo feitas na França (os sindicatos não vão deixar transferirem a produção para o Brasil).

Então, exercer a opção de fazer as peças aqui vai custar mais caro porque vamos fazer só pra a AL (que com certeza vai se armar com os Rafales :? ), e talvez importar o ferramental para além dos 50%, se quisermos. Se não acharmos que vale a pena pagar e não exercermos essa opção, a culpa não é deles. Eu aposto em um esquema Helibras.


Esta é uma questão interessante. Para a FAB, interessa transferências de tecnologia que a permitam integrar o que ela quiser em seu novo vetor (armas, sensores, etc.), de preferência de fabricação nacional. À indústria, deve interessar absorver tecnologias que a permitam dar um salto de qualidade no desenvolvimento de seus produtos.
Eu vejo a produção local do caça como um plus, mas não como a cereja do bolo da ToT. Temos que tomar cudado para nã nos concentrarmos no acessório ao invés do essencial, independentemente do caça ser francês, americano ou sueco.

atenciosamente,




Os franceses vão tentar deixar a FAB dependente da Dassault até o fim. É bom saber que a suposta ToT é gradativa ... Mentirosa seria a palavra mais adequada. A Embraer deve virar uma montadora a la Helibrás e a manutenção será feita na frança aos costumes..... e a peso de ouro, evidententemente. Nada mudou!


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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 11:01 pm 
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Data de registro: Ter Nov 06, 2007 6:50 pm
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rdx escreveu:
Robsonmkt escreveu:
Esta é uma questão interessante. Para a FAB, interessa transferências de tecnologia que a permitam integrar o que ela quiser em seu novo vetor (armas, sensores, etc.), de preferência de fabricação nacional. À indústria, deve interessar absorver tecnologias que a permitam dar um salto de qualidade no desenvolvimento de seus produtos.
Eu vejo a produção local do caça como um plus, mas não como a cereja do bolo da ToT. Temos que tomar cudado para nã nos concentrarmos no acessório ao invés do essencial, independentemente do caça ser francês, americano ou sueco.

atenciosamente,




Os franceses vão tentar deixar a FAB dependente da Dassault até o fim. É bom saber que a suposta ToT é gradativa ... Mentirosa seria a palavra mais adequada. A Embraer deve virar uma montadora a la Helibrás e a manutenção será feita na frança aos costumes..... e a peso de ouro, evidententemente. Nada mudou!


Acho que você não entendeu o que eu escrevi. Existe uma ToT que interessa à FABe ao CTA e outra que interessa à indústria (Embraer inclusive) e ao GF.
Claro que os franceses pretendem obter lucros continuados com o Rafale ao longo de sua vida útil. Qualquer montadora de automóveis faz isso com suas concessionárias.
O que conta é se os franceses (americanos e suecos também) atenderam os requisitos de ToT exigidos pela FAB em seu RFP. O que vier além disto, é lucro pois não foi exigido inicialmente e me parece que a fabricação local com total manutenção no país com peças fabricadas localmente não foi.
O que foi noticiado desde o início é que o que interessa para a FAB são os códigos-fonte, software e não fabricação local (hardware).

atencioamente,

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 Assunto do Tópico: Re: DASSAULT RAFALE
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 11:19 pm 
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Data de registro: Sex Out 23, 2009 2:08 pm
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SuperT99 escreveu:
Rafale International esclarece informações sobre proposta francesa no FX-2
Foram divulgadas informações de que a proposta do Rafale seria 40% mais cara que a do F-18. Esta afirmação não tem fundamento. O consórcio garante que o valor oferecido ao Governo Brasileiro para aquisição do Rafale é compatível com o valor de outras aeronaves da mesma classe, sendo que a França oferece total garantia de transferência de tecnologia (já aprovada pelo governo francês) e um caça que está em início de vida operacional, já com capacidade operacional comprovada em combate e com mais de 30 anos de expectativa de operação.
Sobre transferência de tecnologia, o consórcio Rafale International reforça o que a proposta do Rafale prevê transferência irrestrita e já aprovada de tecnologia, inclusive as críticas, ao Brasil. O programa de cooperação industrial da proposta francesa é bem fundamentado, com acordos assinados com 39 empresas para 68 projetos e parcerias com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o ITA.
Seguindo a legislação francesa, a autorização de transferência de tecnologia foi concedida pelo poder executivo francês antes do Rafale entrar na disputa e não depende mais de nenhuma nova autorização, ao contrário dos EUA, onde há a necessidade de aprovação pelo poder legislativo norte-americano. A autorização do Congresso dos EUA que vem sendo divulgada é uma pré-autorização, que ainda será revista, podendo haver vetos, por ocasião das revisões periódicas, como aconteceu na venda dos mísseis do F-16 ao Chile. Não há conhecimento sobre como as restrições norte-americanas podem afetar a transferência de tecnologia do Gripen.
Vale ressaltar, que nesse projeto específico, devido à parceria estratégica existente entre o Brasil e a França, a oferta do Rafale incorpora uma transferência de tecnologia crítica em uma dimensão inédita.
As seis primeiras aeronaves deverão ser construídas na França, com participação brasileira, para garantir aprendizado à indústria e entrega rápida dos primeiros caças à FAB. Os demais 30 caças serão montados no Brasil, com a produção de peças sendo transferida gradativamente à indústria brasileira, chegando a 50% na trigésima sexta aeronave e com certeza de aumentar caso o Brasil amplie o programa.
O consórcio do Rafale destaca, ainda, o elemento mais importante associado à proposta francesa: é a única que dá garantia de compra de no mínimo 10 unidades da aeronave KC-390, da Embraer, a maior já desenvolvida no Brasil, em compromisso já firmado pelo Governo Francês. Além disso, o consórcio Rafale International se compromete a ser parceiro para desenvolver o KC-390 junto com a Embraer, transferindo ainda outras tecnologias críticas. A parceria contribuirá significativamente para o sucesso desse projeto e geração adicional de empregos.

http://www.rafale.com.br/index.php?id=6&area=6&release=42%20.

Abços.


:roll:

16.11 - Rafale International esclarece informações sobre proposta francesa no FX-2

Brasília, 12 de novembro de 2009

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