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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 1:27 am 
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Data de registro: Qua Jul 29, 2009 12:36 pm
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Spock escreveu:
rdx escreveu:
Defendo o modelo Hi-lo.... e considero o modelo indiano perfeito, aliás, deveria servir de exemplo para a FAB.

Respondendo a sua pergunta, operar 36 T-50 + 90 caças "low" é bem diferente de operar 126 Rafales.

Veja o preço e o custo de operação, por exemplo, do F-16 marroquino e vc entenderá a minha proposta.

Aproveito para fazer uma pergunta ao pessoal: Por que a Dassault está cobrando a bagatela de USD 4 bi para fazer a manutenção dos Rafales durante 30 anos se está prevista a tal da ToT?????


A "INTELIGÊNCIA" está sempre presente na pergunta e raramente na resposta, belissima pergunta RDX e se me permite utilizá-la, já começo agora GILBERTOOOOO ... responda essa ... é um trabalho para o "Super PeTralha" .... :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

abc
Spock



Caro Spock, o Lula teria conseguido de acordo com esta mesma fonte citada 2 bilhões de dólares de desconto no preço de aquisição do Rafale e CONTINUA NEGOCIANDO, porque será???

Claro que SE FOR TAMBÉM CORRETA ESTA INFORMAÇÃO de que a Dassault estaria cobrando 4 bilhões por 30 anos de manutenção de 36 aeronaves, é uma ÓTIMA explicação do PORQUE o "Molusco Comandante em Chefe" ainda não fechou o negócio. E continua NEGOCIANDO...

SE o negócio for fechado neste preço estás AUTORIZADO a baixar o pau... :oops:
(4 U$ bilhões/36 aeronaves)/30 anos = U$ 3.703.703,70/aeronave/ano

Mas se antes de bater o martelo ele conseguir também uma substancial redução deste valor...
Vamos combinar que além de grande líder visionário, ele é um comerciante bem competente... 8)

Quanto a pergunta do rdx a Dassault está COBRANDO os 30 anos de manutenção (tal como a Boeing e a SAAB também fazem nas suas propostas) pois estes valores devem ser cotados como se não houvesse TOT e a manutenção fosse feita no Brasil pelos fornecedores dentro dos requerimentos do Programa FX-2 ANTERIORES a END onde a TOT ainda não era a "estrela" da avaliação...
Isso só mostra como o processo do FX-2 não é sintonizado com a nova END e está sendo ADAPTADO a força na chegada.

Penso que o rdx captou, na sua perspicaz pergunta, justamente a argumentação que o "GF PeTralha" deve estar utilizando para reduzir este valor de manutenção...

Embora os "amigos" certamente tenham certeza que a demora é só para aumentar a "propina para a calcinha da Dilma" ou qualquer argumento desqualificado do tipo...

Arlsan, tema de Estado é conduzido pelo CHEFE DE ESTADO de acordo com a sua visão de Estado atual.
Por acaso o Chefe de Estado é o Lula no momento. Não existe tema de Estado com visão de oposição ou visão da FAB.
A opinião da FAB foi ouvida muito bem, considerada e... Sua (FALSA) PREFERÊNCIA pelo Gripen NG foi descartada!!!

Por avaliações do Presidente e do Ministério da Defesa de que o Rafale é um vetor militar muito melhor e capaz que o futuro Gripen NG, tem menos risco pois está operacional na França e não tem conteúdo americano; o GF acredita que poderá não só comprar e operar estas 36 aeronaves como aumentar a frota até 120 aeronaves e avalia outras altas razões de ESTADO (muito superiores as suposições de avaliação da FAB) como nosso país ter uma aliança militar e estratégica com a França e ambições de liderança regional do Brasil e de presença no CS da ONU.

ENTENDA de uma vez por todas, quando a FAB fez o SHORT LIST ela diz TECNICAMENTE que as três aeronaves cumprem os requisitos operacionais da força.
E O GOVERNO FEDERAL pode escolher qualquer uma das três que lhe convier.

Se a FAB não pudesse operar o Rafale, não o colocasse no Short List.
Se o colocou e o GF o escolher, VAI TER QUE OPERA-LO SEM ESTRILAR...

_________________
A vida humana é uma concessão precária da NATUREZA!


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 7:05 am 
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Data de registro: Sáb Nov 15, 2008 7:53 am
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Gilberto Rezende escreveu:
Spock escreveu:
rdx escreveu:
Defendo o modelo Hi-lo.... e considero o modelo indiano perfeito, aliás, deveria servir de exemplo para a FAB.

Respondendo a sua pergunta, operar 36 T-50 + 90 caças "low" é bem diferente de operar 126 Rafales.

Veja o preço e o custo de operação, por exemplo, do F-16 marroquino e vc entenderá a minha proposta.

Aproveito para fazer uma pergunta ao pessoal: Por que a Dassault está cobrando a bagatela de USD 4 bi para fazer a manutenção dos Rafales durante 30 anos se está prevista a tal da ToT?????


A "INTELIGÊNCIA" está sempre presente na pergunta e raramente na resposta, belissima pergunta RDX e se me permite utilizá-la, já começo agora GILBERTOOOOO ... responda essa ... é um trabalho para o "Super PeTralha" .... :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

abc
Spock



Caro Spock, o Lula teria conseguido de acordo com esta mesma fonte citada 2 bilhões de dólares de desconto no preço de aquisição do Rafale e CONTINUA NEGOCIANDO, porque será???

Claro que SE FOR TAMBÉM CORRETA ESTA INFORMAÇÃO de que a Dassault estaria cobrando 4 bilhões por 30 anos de manutenção de 36 aeronaves, é uma ÓTIMA explicação do PORQUE o "Molusco Comandante em Chefe" ainda não fechou o negócio. E continua NEGOCIANDO...

SE o negócio for fechado neste preço estás AUTORIZADO a baixar o pau... :oops:
(4 U$ bilhões/36 aeronaves)/30 anos = U$ 3.703.703,70/aeronave/ano

Mas se antes de bater o martelo ele conseguir também uma substancial redução deste valor...
Vamos combinar que além de grande líder visionário, ele é um comerciante bem competente... 8)

Quanto a pergunta do rdx a Dassault está COBRANDO os 30 anos de manutenção (tal como a Boeing e a SAAB também fazem nas suas propostas) pois estes valores devem ser cotados como se não houvesse TOT e a manutenção fosse feita no Brasil pelos fornecedores dentro dos requerimentos do Programa FX-2 ANTERIORES a END onde a TOT ainda não era a "estrela" da avaliação...
Isso só mostra como o processo do FX-2 não é sintonizado com a nova END e está sendo ADAPTADO a força na chegada.

Penso que o rdx captou, na sua perspicaz pergunta, justamente a argumentação que o "GF PeTralha" deve estar utilizando para reduzir este valor de manutenção...

Embora os "amigos" certamente tenham certeza que a demora é só para aumentar a "propina para a calcinha da Dilma" ou qualquer argumento desqualificado do tipo...

Arlsan, tema de Estado é conduzido pelo CHEFE DE ESTADO de acordo com a sua visão de Estado atual.
Por acaso o Chefe de Estado é o Lula no momento. Não existe tema de Estado com visão de oposição ou visão da FAB.
A opinião da FAB foi ouvida muito bem, considerada e... Sua (FALSA) PREFERÊNCIA pelo Gripen NG foi descartada!!!

Por avaliações do Presidente e do Ministério da Defesa de que o Rafale é um vetor militar muito melhor e capaz que o futuro Gripen NG, tem menos risco pois está operacional na França e não tem conteúdo americano; o GF acredita que poderá não só comprar e operar estas 36 aeronaves como aumentar a frota até 120 aeronaves e avalia outras altas razões de ESTADO (muito superiores as suposições de avaliação da FAB) como nosso país ter uma aliança militar e estratégica com a França e ambições de liderança regional do Brasil e de presença no CS da ONU.

ENTENDA de uma vez por todas, quando a FAB fez o SHORT LIST ela diz TECNICAMENTE que as três aeronaves cumprem os requisitos operacionais da força.
E O GOVERNO FEDERAL pode escolher qualquer uma das três que lhe convier.

Se a FAB não pudesse operar o Rafale, não o colocasse no Short List.
Se o colocou e o GF o escolher, VAI TER QUE OPERA-LO SEM ESTRILAR...


Prezado Gilberto,

Por que o processo de avaliação não terminou no short list?
Por que o processo levou quase um ano após a seleção do short list?
Por que as negociações entre o GF e a Dassault não começaram logo após a escolha short list, poupando o país de uma ano de avaliações adicionais, caras e minuciosas?

[]s


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 8:06 am 
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Já tem data o final do FX-2.

A conclusão do FX-2 deverá ser anunciada ao término da reunião do Conselho de Segurança Nacional.

Agora, ainda não há um ganhador definido...
E pode não haver, se os valores forem proibitivos.
Assim, a conclusão pode ser o FX-3...

_________________
Na Monarquia eu acredito ! - Viva o Terceiro Império!


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 8:11 am 
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Quando vai ser essa reunião Spartacus?

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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 8:24 am 
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Data de registro: Qua Jun 17, 2009 8:26 am
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Uma informação nova interessante:
Citação:
The next government could end inter-Service rivalry by creating a fully integrated single Service along the lines of the US Marines, whose ground units are partnered by their own Harrier support jets, and transport and attack helicopters. The Joint Strike Fighter (JSF) could be sacrificed to buy more drones, intelligence-gathering assets and cheaper, off-the-shelf attack aircraft for a lighter and more agile Force.

The defence review could decide that Britain needs to retain the expeditionary capability that comes with having at least one aircraft carrier, but cannot afford the JSF. In that case it would be entirely possible, and politically advantageous if Britain wants a new entente cordiale, to buy the French Rafale jet. The Rafale is much cheaper than the JSF and compatible with our proposed carriers if they are built for catapult-assisted take-off. The Rafale has a service life until 2040.

The RAF may persuade the Government that it is essential to retain the full spectrum of war fighting capabilities, in which case the JSF could be bought in smaller numbers. A final option is for the review to conclude that defence is a vital national interest and that the spectrum of defence capabilities cannot be compromised. That would mean bigger spending cuts to other government departments. Defence accounts for just over 2 per cent of Britain’s budget. In that case, Britain could buy its full complement of Eurofighter Typhoons and JSFs, as well as the carriers to fly them from.

Related Links
Officers in firing line as MoD forced to face cuts
Analysis: down and dirty wars of the future
The future of defence part three: The RAF
RECOMMENDATIONS

Unless there is a fundamental shift in the priorities of the British public, there will have to be cuts — and brutal ones. The temptation is to keep “salami slicing” from all parts of the Armed Forces, trying to retain all their capabilities. But the RAF is now reaching the point where the individual components would be too small to achieve any effect if this policy is followed. So radical surgery is needed. A new, integrated single Service that is no longer designed to fight the “First Night of the Air War” assumes that it will fight with allies and sacrifices high-tech, deep-strike aircraft for greater intelligence-gathering capability and agility is the best of an uncomfortable bunch of options.

Tradução On-line escreveu:
O próximo governo pode acabar rivalidade inter-serviço através da criação de um serviço único plenamente integrado ao longo das linhas de Fuzileiros Navais E.U., cujo terreno unidades estão em parceria pelos seus próprios jatos Harrier apoio e de transporte e helicópteros de ataque. A Joint Strike Fighter (JSF) poderia ser sacrificado para comprar mais zangões, recolha de informações e recursos mais baratos, off-the-shelf aeronaves de ataque para uma força mais leve e mais ágil.

A revisão de defesa poderia decidir que a Inglaterra precisa de manter a capacidade expedicionária que vem com ter pelo menos um portador de avião, mas não pode permitir o JSF. Nesse caso, seria perfeitamente possível, e politicamente vantajoso se o Reino Unido quer uma Entente Cordiale novo, para comprar o jato Rafale francês. O Rafale é muito mais barato do que o JSF e compatível com as nossas transportadoras propostas, se forem construídos para catapultar-assisted take-off. O Rafale tem uma vida útil até 2040.

A RAF pode convencer o Governo que é essencial para manter todo o espectro da guerra capacidades de combate, caso em que o JSF poderia ser comprado em pequenas quantidades. A última opção é a revisão a concluir que a defesa de um interesse nacional vital e que o espectro de capacidades de defesa não pode ser comprometida. Isso significaria cortes maiores gastos para outros departamentos governamentais. Contas da Defesa há pouco mais de 2 por cento do orçamento da Grã-Bretanha. Nesse caso, Grã-Bretanha poderia comprar o seu complemento de Eurofighter Typhoon e JSF, assim como as transportadoras para fazer-los.

Links relacionados
Diretoria de queima de linha como MoD forçado a enfrentar cortes
Análise: para baixo e guerras sujas do futuro
O futuro da defesa de três: A RAF
RECOMENDAÇÕES

A menos que haja uma mudança fundamental nas prioridades do público britânico, terá de haver cortes - e os brutais. A tentação é a de manter "fraccionamento" de todas as partes das Forças Armadas, tentando manter todas as suas capacidades. Mas a RAF está a chegar agora ao ponto em que os componentes individuais seria demasiado pequeno para conseguir qualquer efeito, se esta política é seguida. Assim, a cirurgia radical é necessária. Um novo serviço integrado único, que já não é concebida para combater o "First Night of the Air War", assume que vai lutar com os aliados e os sacrifícios high-tech, deep-aviões de ataque para maior capacidade de recolha de informações e agilidade é o melhor de um monte de opções desconfortável.

Fonte: Jornal Times Link: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article7012820.ece

Uma informação nova, se realmente a Inglaterra entrar no Rafale, teremos mais um operador, quanto mais melhor :wink: . Sem falar que isso diminuiria ainda mais os pedidos Ingleses de F-35.

Abraços, amigos

_________________
Edcreek apoia o enterro do caça perdedor, que descançe em paz NG *2008-2010+, enterrado na India e enterrado no Brasil.
Rafale primeiro passo rumo a independência, parabêns Brasil.


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 9:19 am 
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Data de registro: Sex Out 23, 2009 1:30 pm
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Gilberto Rezende escreveu:

Caro Spock, o Lula teria conseguido de acordo com esta mesma fonte citada 2 bilhões de dólares de desconto no preço de aquisição do Rafale e CONTINUA NEGOCIANDO, porque será???

Claro que SE FOR TAMBÉM CORRETA ESTA INFORMAÇÃO de que a Dassault estaria cobrando 4 bilhões por 30 anos de manutenção de 36 aeronaves, é uma ÓTIMA explicação do PORQUE o "Molusco Comandante em Chefe" ainda não fechou o negócio. E continua NEGOCIANDO...

SE o negócio for fechado neste preço estás AUTORIZADO a baixar o pau... :oops:
(4 U$ bilhões/36 aeronaves)/30 anos = U$ 3.703.703,70/aeronave/ano

Mas se antes de bater o martelo ele conseguir também uma substancial redução deste valor...
Vamos combinar que além de grande líder visionário, ele é um comerciante bem competente... 8)

Quanto a pergunta do rdx a Dassault está COBRANDO os 30 anos de manutenção (tal como a Boeing e a SAAB também fazem nas suas propostas) pois estes valores devem ser cotados como se não houvesse TOT e a manutenção fosse feita no Brasil pelos fornecedores dentro dos requerimentos do Programa FX-2 ANTERIORES a END onde a TOT ainda não era a "estrela" da avaliação...
Isso só mostra como o processo do FX-2 não é sintonizado com a nova END e está sendo ADAPTADO a força na chegada.

Penso que o rdx captou, na sua perspicaz pergunta, justamente a argumentação que o "GF PeTralha" deve estar utilizando para reduzir este valor de manutenção...

Embora os "amigos" certamente tenham certeza que a demora é só para aumentar a "propina para a calcinha da Dilma" ou qualquer argumento desqualificado do tipo...

Arlsan, tema de Estado é conduzido pelo CHEFE DE ESTADO de acordo com a sua visão de Estado atual.
Por acaso o Chefe de Estado é o Lula no momento. Não existe tema de Estado com visão de oposição ou visão da FAB.
A opinião da FAB foi ouvida muito bem, considerada e... Sua (FALSA) PREFERÊNCIA pelo Gripen NG foi descartada!!!

Por avaliações do Presidente e do Ministério da Defesa de que o Rafale é um vetor militar muito melhor e capaz que o futuro Gripen NG, tem menos risco pois está operacional na França e não tem conteúdo americano; o GF acredita que poderá não só comprar e operar estas 36 aeronaves como aumentar a frota até 120 aeronaves e avalia outras altas razões de ESTADO (muito superiores as suposições de avaliação da FAB) como nosso país ter uma aliança militar e estratégica com a França e ambições de liderança regional do Brasil e de presença no CS da ONU.

ENTENDA de uma vez por todas, quando a FAB fez o SHORT LIST ela diz TECNICAMENTE que as três aeronaves cumprem os requisitos operacionais da força.
E O GOVERNO FEDERAL pode escolher qualquer uma das três que lhe convier.

Se a FAB não pudesse operar o Rafale, não o colocasse no Short List.
Se o colocou e o GF o escolher, VAI TER QUE OPERA-LO SEM ESTRILAR...


Novamente uma ótima contribuição sua Gilberto, com bons argumentos sem precisar apelar para picuinhas partidárias e argumentos infundados dignos dos melhores jornalistas do país.....

Mesmo não concordando, pessoalmente, com a escolha do Rafale tudo o que disse está totalmente correto. Agora, gostaria de colocar outra questão.

Claramente uma cadeira no CS da ONU tem sido um objetivo almejado por esse governo, e o anterior também. Porém, acho que vale uma análise um pouco mais elaborada quanto a estratégia utilizada para isso, e isso tem a ver com a tal aliança com os franceses e com o Rafale. Claro que serve muito mais para um exercício de análise crítica do que para entender ou talvez alterar as posições tomadas por esse governo.

Ao meu entender, o país deu um grande salto qualitativo em termos de representação diplomática nos último oito anos, e isso se deveu em grande parte a uma postura mais ativa, defendendo posições e interesses nacionais, abandonando o conformismo e o entreguismo que caracterizavam a diplomacia brasileira. Mas também se deu por uma mudança estratégica fundamental, que foi muito alardeada no primeiro mandato de nosso presidente, mas que foi menos defendida em seu segundo, a tal aliança "sul-sul". Quem não se lembra do governo bater na tecla defendendo o estreitamento com os países do sul, encabeçando a criação do G-20, e dos BRICS. Esse fato para mim foi de extrema importância e trouxe muitos benefícios para o país, benefícios políticos, econômicos e inclusive militares, com a ótima aliança com os sul-africanos e possivelmente uma ótima aliança com os chineses (que poderia ser muito melhor abordada).

Ai entra, ao meu ver, essa discrepância da aliança com a França, que parece ser um fardo pesado demais para se ter acesso a tecnologia para um submarino nuclear. Não vejo nenhum ganho, a não ser no subnuc, de se ter essa aliança com um país que representa historicamente uma relação atrasada, de neo-colonialismo quase, enquanto temos muitos exemplos recentes de uma nova construção, de uma nova ordem mundial, onde os "pequenos" unidos conseguem se fortalecer e constituir um novo equilíbrio geopolítico e econômico.

E nessa perspectiva você não acha que o Gripen NG poderá ser um vetor muito mais útil e capaz? Não digo somente em termos operacionais, militar, mas também geopolítico, econômico, pois nossos amigos do "sul" provavelmente estarão muito mais para Gripen do que para Rafale, e mesmo que forem de Rafale irão via França, não através do Brasil. Isso tirando todas as demais questões referentes a preço de operação. Essa é uma questão ao meu ver essencial nesse momento, muito maior do que somente uma compra, mas me parece que o governo está tomando um caminho diferente daquele tão bem acertado em seu início, e acho que é muito melhor agora olhar para a África, Índia, China, e até mesmo América Latina, do que se voltar aos velhos "parceiros" do antigo continente.

Abraços


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 9:41 am 
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Edcreek escreveu:
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The next government could end inter-Service rivalry by creating a fully integrated single Service along the lines of the US Marines, whose ground units are partnered by their own Harrier support jets, and transport and attack helicopters. The Joint Strike Fighter (JSF) could be sacrificed to buy more drones, intelligence-gathering assets and cheaper, off-the-shelf attack aircraft for a lighter and more agile Force.

The defence review could decide that Britain needs to retain the expeditionary capability that comes with having at least one aircraft carrier, but cannot afford the JSF. In that case it would be entirely possible, and politically advantageous if Britain wants a new entente cordiale, to buy the French Rafale jet. The Rafale is much cheaper than the JSF and compatible with our proposed carriers if they are built for catapult-assisted take-off. The Rafale has a service life until 2040.

The RAF may persuade the Government that it is essential to retain the full spectrum of war fighting capabilities, in which case the JSF could be bought in smaller numbers. A final option is for the review to conclude that defence is a vital national interest and that the spectrum of defence capabilities cannot be compromised. That would mean bigger spending cuts to other government departments. Defence accounts for just over 2 per cent of Britain’s budget. In that case, Britain could buy its full complement of Eurofighter Typhoons and JSFs, as well as the carriers to fly them from.

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Officers in firing line as MoD forced to face cuts
Analysis: down and dirty wars of the future
The future of defence part three: The RAF
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Unless there is a fundamental shift in the priorities of the British public, there will have to be cuts — and brutal ones. The temptation is to keep “salami slicing” from all parts of the Armed Forces, trying to retain all their capabilities. But the RAF is now reaching the point where the individual components would be too small to achieve any effect if this policy is followed. So radical surgery is needed. A new, integrated single Service that is no longer designed to fight the “First Night of the Air War” assumes that it will fight with allies and sacrifices high-tech, deep-strike aircraft for greater intelligence-gathering capability and agility is the best of an uncomfortable bunch of options.

Tradução On-line escreveu:
O próximo governo pode acabar rivalidade inter-serviço através da criação de um serviço único plenamente integrado ao longo das linhas de Fuzileiros Navais E.U., cujo terreno unidades estão em parceria pelos seus próprios jatos Harrier apoio e de transporte e helicópteros de ataque. A Joint Strike Fighter (JSF) poderia ser sacrificado para comprar mais zangões, recolha de informações e recursos mais baratos, off-the-shelf aeronaves de ataque para uma força mais leve e mais ágil.

A revisão de defesa poderia decidir que a Inglaterra precisa de manter a capacidade expedicionária que vem com ter pelo menos um portador de avião, mas não pode permitir o JSF. Nesse caso, seria perfeitamente possível, e politicamente vantajoso se o Reino Unido quer uma Entente Cordiale novo, para comprar o jato Rafale francês. O Rafale é muito mais barato do que o JSF e compatível com as nossas transportadoras propostas, se forem construídos para catapultar-assisted take-off. O Rafale tem uma vida útil até 2040.

A RAF pode convencer o Governo que é essencial para manter todo o espectro da guerra capacidades de combate, caso em que o JSF poderia ser comprado em pequenas quantidades. A última opção é a revisão a concluir que a defesa de um interesse nacional vital e que o espectro de capacidades de defesa não pode ser comprometida. Isso significaria cortes maiores gastos para outros departamentos governamentais. Contas da Defesa há pouco mais de 2 por cento do orçamento da Grã-Bretanha. Nesse caso, Grã-Bretanha poderia comprar o seu complemento de Eurofighter Typhoon e JSF, assim como as transportadoras para fazer-los.

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O futuro da defesa de três: A RAF
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A menos que haja uma mudança fundamental nas prioridades do público britânico, terá de haver cortes - e os brutais. A tentação é a de manter "fraccionamento" de todas as partes das Forças Armadas, tentando manter todas as suas capacidades. Mas a RAF está a chegar agora ao ponto em que os componentes individuais seria demasiado pequeno para conseguir qualquer efeito, se esta política é seguida. Assim, a cirurgia radical é necessária. Um novo serviço integrado único, que já não é concebida para combater o "First Night of the Air War", assume que vai lutar com os aliados e os sacrifícios high-tech, deep-aviões de ataque para maior capacidade de recolha de informações e agilidade é o melhor de um monte de opções desconfortável.

Fonte: Jornal Times Link: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article7012820.ece

Uma informação nova, se realmente a Inglaterra entrar no Rafale, teremos mais um operador, quanto mais melhor :wink: . Sem falar que isso diminuiria ainda mais os pedidos Ingleses de F-35.

Abraços, amigos


Os ingleses comprando um caça francês depois da França ter saído do projeto conjunto que resultou no Tornado e em seguida do Eurofighter, para fazer o Rafale?

Podem me chamar de Elizabeth (em justa homenagem à Rainha) se isso acontecer :)

_________________
S T E E N

-- NÃO DÁ MAIS TEMPO PARA FINALIZAR O FX-2 --


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 9:51 am 
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Data de registro: Qua Jun 17, 2009 8:26 am
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Edcreek escreveu:
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Uma informação nova interessante:
Citação:
The next government could end inter-Service rivalry by creating a fully integrated single Service along the lines of the US Marines, whose ground units are partnered by their own Harrier support jets, and transport and attack helicopters. The Joint Strike Fighter (JSF) could be sacrificed to buy more drones, intelligence-gathering assets and cheaper, off-the-shelf attack aircraft for a lighter and more agile Force.

The defence review could decide that Britain needs to retain the expeditionary capability that comes with having at least one aircraft carrier, but cannot afford the JSF. In that case it would be entirely possible, and politically advantageous if Britain wants a new entente cordiale, to buy the French Rafale jet. The Rafale is much cheaper than the JSF and compatible with our proposed carriers if they are built for catapult-assisted take-off. The Rafale has a service life until 2040.

The RAF may persuade the Government that it is essential to retain the full spectrum of war fighting capabilities, in which case the JSF could be bought in smaller numbers. A final option is for the review to conclude that defence is a vital national interest and that the spectrum of defence capabilities cannot be compromised. That would mean bigger spending cuts to other government departments. Defence accounts for just over 2 per cent of Britain’s budget. In that case, Britain could buy its full complement of Eurofighter Typhoons and JSFs, as well as the carriers to fly them from.

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Analysis: down and dirty wars of the future
The future of defence part three: The RAF
RECOMMENDATIONS

Unless there is a fundamental shift in the priorities of the British public, there will have to be cuts — and brutal ones. The temptation is to keep “salami slicing” from all parts of the Armed Forces, trying to retain all their capabilities. But the RAF is now reaching the point where the individual components would be too small to achieve any effect if this policy is followed. So radical surgery is needed. A new, integrated single Service that is no longer designed to fight the “First Night of the Air War” assumes that it will fight with allies and sacrifices high-tech, deep-strike aircraft for greater intelligence-gathering capability and agility is the best of an uncomfortable bunch of options.

Tradução On-line escreveu:
O próximo governo pode acabar rivalidade inter-serviço através da criação de um serviço único plenamente integrado ao longo das linhas de Fuzileiros Navais E.U., cujo terreno unidades estão em parceria pelos seus próprios jatos Harrier apoio e de transporte e helicópteros de ataque. A Joint Strike Fighter (JSF) poderia ser sacrificado para comprar mais zangões, recolha de informações e recursos mais baratos, off-the-shelf aeronaves de ataque para uma força mais leve e mais ágil.

A revisão de defesa poderia decidir que a Inglaterra precisa de manter a capacidade expedicionária que vem com ter pelo menos um portador de avião, mas não pode permitir o JSF. Nesse caso, seria perfeitamente possível, e politicamente vantajoso se o Reino Unido quer uma Entente Cordiale novo, para comprar o jato Rafale francês. O Rafale é muito mais barato do que o JSF e compatível com as nossas transportadoras propostas, se forem construídos para catapultar-assisted take-off. O Rafale tem uma vida útil até 2040.

A RAF pode convencer o Governo que é essencial para manter todo o espectro da guerra capacidades de combate, caso em que o JSF poderia ser comprado em pequenas quantidades. A última opção é a revisão a concluir que a defesa de um interesse nacional vital e que o espectro de capacidades de defesa não pode ser comprometida. Isso significaria cortes maiores gastos para outros departamentos governamentais. Contas da Defesa há pouco mais de 2 por cento do orçamento da Grã-Bretanha. Nesse caso, Grã-Bretanha poderia comprar o seu complemento de Eurofighter Typhoon e JSF, assim como as transportadoras para fazer-los.

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RECOMENDAÇÕES

A menos que haja uma mudança fundamental nas prioridades do público britânico, terá de haver cortes - e os brutais. A tentação é a de manter "fraccionamento" de todas as partes das Forças Armadas, tentando manter todas as suas capacidades. Mas a RAF está a chegar agora ao ponto em que os componentes individuais seria demasiado pequeno para conseguir qualquer efeito, se esta política é seguida. Assim, a cirurgia radical é necessária. Um novo serviço integrado único, que já não é concebida para combater o "First Night of the Air War", assume que vai lutar com os aliados e os sacrifícios high-tech, deep-aviões de ataque para maior capacidade de recolha de informações e agilidade é o melhor de um monte de opções desconfortável.

Fonte: Jornal Times Link: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article7012820.ece

Uma informação nova, se realmente a Inglaterra entrar no Rafale, teremos mais um operador, quanto mais melhor :wink: . Sem falar que isso diminuiria ainda mais os pedidos Ingleses de F-35.

Abraços, amigos


Os ingleses comprando um caça francês depois da França ter saído do projeto conjunto que resultou no Tornado e em seguida do Eurofighter, para fazer o Rafale?

Podem me chamar de Elizabeth (em justa homenagem à Rainha) se isso acontecer :)

Olá, amigo Steen

É uma informação nova, de uma fonte conceituada não? para ter sido exposta no minimo a hipotese foi levantada.
Depois do cancelamento de um NAe e de varios pedidos de F-35, os Ingleses estão "chutando o pau da barraca para economizar" , numa dessa acaba entrando o Rafale.
É dificil porém não diria que é impossivel, o Ingleses devem ter percebido o erro em não seguir para um caça navalizado que provocou a separação do projeto Ingles e Françês, pensando no F-35 que teria um preço razoavel e no fim será muito maior que o estipulado inicialmente, o que e imagino que vá acontecer com o NG.
Como disse é coisa nova, vamos que o que vai acontecer....

Abração, amigo

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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 9:58 am 
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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 10:02 am 
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Data de registro: Sáb Fev 10, 2007 8:15 pm
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Esta idéia do Rafale para a Inglaterra é cíclica.

Não é a primeira vez que ela aparece e a tendência será ela morrer como morreu da outra vez. Os ingleses tem uma industria aeroespacial que não será deixada na mão, para comprar um avião estrangeiro que faz a mesma coisa que os deles farão, mesmo com o custo sendo maior.

Com o Typhoon foi a mesma coisa e com o JSF não é a primeira vez.


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 10:05 am 
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GuiAmaral escreveu:
... Mas também se deu por uma mudança estratégica fundamental, que foi muito alardeada no primeiro mandato de nosso presidente, mas que foi menos defendida em seu segundo, a tal aliança "sul-sul". Quem não se lembra do governo bater na tecla defendendo o estreitamento com os países do sul, encabeçando a criação do G-20, e dos BRICS. Esse fato para mim foi de extrema importância e trouxe muitos benefícios para o país, benefícios políticos, econômicos e inclusive militares, com a ótima aliança com os sul-africanos e possivelmente uma ótima aliança com os chineses (que poderia ser muito melhor abordada).

Ai entra, ao meu ver, essa discrepância da aliança com a França, que parece ser um fardo pesado demais para se ter acesso a tecnologia para um submarino nuclear. Não vejo nenhum ganho, a não ser no subnuc, de se ter essa aliança com um país que representa historicamente uma relação atrasada, de neo-colonialismo quase, enquanto temos muitos exemplos recentes de uma nova construção, de uma nova ordem mundial, onde os "pequenos" unidos conseguem se fortalecer e constituir um novo equilíbrio geopolítico e econômico.

E nessa perspectiva você não acha que o Gripen NG poderá ser um vetor muito mais útil e capaz? Não digo somente em termos operacionais, militar, mas também geopolítico, econômico, pois nossos amigos do "sul" provavelmente estarão muito mais para Gripen do que para Rafale, e mesmo que forem de Rafale irão via França, não através do Brasil. Isso tirando todas as demais questões referentes a preço de operação. Essa é uma questão ao meu ver essencial nesse momento, muito maior do que somente uma compra, mas me parece que o governo está tomando um caminho diferente daquele tão bem acertado em seu início, e acho que é muito melhor agora olhar para a África, Índia, China, e até mesmo América Latina, do que se voltar aos velhos "parceiros" do antigo continente.

Abraços


Interessante sua abordagem. Serah que algum dia, o Lula recebeu alguma ligacao da Africa do Sul? Se o Brasil fechar com o Gripen eles tb faturam algumas centenas de milhoes de dolares. Esta talvez seja uma parceria a se explorar.

http://www.engineeringnews.co.za/articl ... 2009-10-16

[]s!


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 10:11 am 
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Zava escreveu:

A aliança com a França serve a dois motivos:
1) É um país que pertence ao Conselho Permanente (CP) da ONU
2) É uma aliada do EUA, não provocando assim desconfiança deste. É importante lembrar que o Unasul (uma iniciativa brasileira) surgiu graças a concordância americana, que classificou o Brasil como um "interlocutor confiável" na região. Uma aliança com a China, tiraria esta confiança americana, e acho que por isso o Sukhoi não esta na shortlist.

Mas o Brasil não fará parte do CP apenas por te "amigos" influentes, mas pelo respeito, que se impoem entre outras coisas, pela sua capacidade tecnológica, principalmente na área militar. A China já fazia parte do CP, antes mesmo de ser uma potencia econômica, pois já tinha a bomba atômica. Não sou a favor da bomba atômica, mas de nós termos uma industria bélica forte e competente.
Por isso sou sempre a favor de tudo que possa desenvolver a nossa industria bélica, e acho que existe um "quase" consenso que o Gripen é o que melhor nos permite atingir este objetivo.
Meu sonho mesmo, seria ver a Embraer comprando a Saab.... :)


É exatamente esse o meu ponto de vista! E é por isso que não vejo como acertada a opção dessa aliança com a França em detrimento a outros interesses nacionais, como o fortalecimento da indústria bélica nacional. A despeito de todos os demais fatores que fazem com que essa parceria com a França possa ser vantajosa, para quem leu o documento e está acostumado a acompanhar esse tipo de acordos em papéis, extremamente genérico quando se fala em obrigações francesas, sabe que na realidade o que está em jogo é justamente uma "aceitação" pela França da participação do Brasil no CS, e não uma aliança estratégica. Mas como bem disse, não é com amigos que chegaremos lá. Vide o exemplo da China.

Quanto a Embraer comprar a Saab seria uma ótima iniciativa, mas não vejo como uma prioridade de nosso governo. Infelizmente.


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 10:24 am 
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Data de registro: Dom Abr 06, 2008 3:39 am
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RodrigoMF escreveu:
Esta idéia do Rafale para a Inglaterra é cíclica.

Não é a primeira vez que ela aparece e a tendência será ela morrer como morreu da outra vez. Os ingleses tem uma industria aeroespacial que não será deixada na mão, para comprar um avião estrangeiro que faz a mesma coisa que os deles farão, mesmo com o custo sendo maior.

Com o Typhoon foi a mesma coisa e com o JSF não é a primeira vez.

Acho mais pertinente e razoável que eles escolham o SH, se é pra ter uma aeronave CTOL embarcada. Além de ser bem mais barato que o Rafale, e não ficar devendo em nada em relação ao Typhoon quanto a tecnologia de armas e sistemas de navegação.

Rafale for export só mesmo pra nós! :P

Abçs
JohnnyD2


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 Assunto do Tópico: Re: FX-2 FINAL
MensagemEnviado: Ter Fev 09, 2010 10:28 am 
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Data de registro: Qua Jun 17, 2009 8:26 am
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RodrigoMF escreveu:
Esta idéia do Rafale para a Inglaterra é cíclica.

Não é a primeira vez que ela aparece e a tendência será ela morrer como morreu da outra vez. Os ingleses tem uma industria aeroespacial que não será deixada na mão, para comprar um avião estrangeiro que faz a mesma coisa que os deles farão, mesmo com o custo sendo maior.

Com o Typhoon foi a mesma coisa e com o JSF não é a primeira vez.


Olá,
Pode ser que isso aconteça, mas dessa vez o enredo é diferente, o governo cancelou um NAe e F-35 para corte de custo, estamos falando de cortes substanciais, quanto custaria para transformar o Typ? em quanto tempo?. O dinheiro anda curto por lá eu diria que dessa vez a possibilidade é "Quem sabe"?

JohnnyD2 escreveu:
Acho mais pertinente e razoável que eles escolham o SH, se é pra ter uma aeronave CTOL embarcada. Além de ser bem mais barato que o Rafale, e não ficar devendo em nada em relação ao Typhoon quanto a tecnologia de armas e sistemas de navegação.

Rafale for export só mesmo pra nós!

Abçs
JohnnyD2

Bom o extranho é que isso não foi cogitado deve haver algum impecilio, já que o SH seria uma opção mais alinhada com EUA e mais barata. Para não levantar essa hipotese deve haver algo que os Ingleses sabem que nós não.

Abraços, amigos

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Rafale primeiro passo rumo a independência, parabêns Brasil.


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